Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on pinterest
Share on linkedin
Share on telegram

Surpreendente: índios da Amazônia extraem de um sapo remédio que aumenta imunidade e cura várias doenças rapidamente

O kambô é uma resina retirada de uma perereca que vive na Amazônia, a Phillomedusa bicolor.

Essa resina contém peptídeos analgésicos e de fortalecimento do sistema imunológico que provocam a destruição de microrganismos patogênicos.

E ela é usada como se fosse uma vacina por nativos da Amazônia.

A aplicação é realizada sobre a pele e transportada rapidamente para todo o corpo pelos vasos linfáticos.

Os índios indicam a vacina para qualquer distúrbio e desequilíbrio, afirmam que purifica o sangue eliminando as impurezas, mas quem não tem nenhum sintoma usa o kambô para reforçar a imunidade.

Foram os índios catuquinas que deram à resina extraída da Phillomedusa bicolor a denominação de kambô, também podendo ser chamada de kampum ou kempô dependendo da tribo indígena.

Ela é usada pelos indígenas para prevenir e curar doenças.

O curandeiro guarda a secreção da perereca numa espátula de madeira gerando pequenas queimaduras na pele, com um pedaço de cipó (titica) em brasa, aplicando a secreção nas queimaduras.

O efeito da “vacina do sapo” – como é popularmente conhecida – é curto, porém muito forte.

Ocorre uma forte onda de calor, que sobe pelo corpo até a cabeça.

A dilatação dos vasos sanguíneos parece provocar uma circulação mais veloz do sangue, deixando o rosto vermelho.

Em seguida a pessoa fica pálida, a pressão baixa, podendo provocar náuseas, vômitos e/ou diarreia.

Esse processo dura cerca de 15/20 minutos, com uma sensação muito desagradável, mas aos poucos a pessoa retorna à normalidade.

Em seguida a pessoa se sente mais leve, como se tivesse feito uma boa limpeza, presenciando uma maior disposição.

Pesquisas científicas vêm sendo realizadas sobre as propriedades da secreção da Phylomedusa bicolor desde a década de 80 ou antes.

Os primeiros a “descobrir” as propriedades da secreção para a ciência moderna foram os pesquisadores italianos.

Amostras das pererecas foram levadas do Peru para um pesquisador nos EUA que já tinha pesquisado e patenteado anteriormente substâncias da rã Epipedobates tricolor, utilizada tradicionalmente pelos povos indígenas de Equador.

Também foram publicadas pesquisas sobre as propriedades da secreção por pesquisadores franceses e israelenses.

Mais recente, a Universidade de Kentucky (EUA) pesquisou (e patenteou) uma das substâncias encontradas na secreção em colaboração com a empresa farmacêutica Zymogenetics.

Resultados surpreendentes

As pesquisas revelaram que a secreção da Phyllomedusa bicolor contém uma série de substâncias altamente eficazes, sendo as principais a dermorfina e a deltorfina, pertencentes ao grupo dos peptídeos.

Esses dois peptídeos eram desconhecidos antes das pesquisas com a Phyllomedusa bicolor.

Dermorfina é um potente analgésico e deltorfina pode ser aplicada no tratamento da Isquemia (um tipo de falta de circulação sanguínea e de falta de oxigênio que pode causar derrames).

A secreção do kambô também possui substâncias com propriedades antibióticas e de fortalecimento do sistema imunológico.

O uso desse medicamento indígena está proibido pelas autoridades brasileiras.

Mas, devido ao sucesso no tratamento de várias doenças, está se propagando internacionalmente, principalmente na América do Sul.

Hoje o chileno Daniel Valdés não tem dúvidas sobre o efeito que o veneno da rã amazônica kambô teve sobre ele na primeira vez que o tomou.

Mas a princípio ele tinha dúvidas.

Depois de dois anos de pesquisas sobre o assunto, e sofrendo de depressão após um divórcio, decidiu tentar.

"Apliquei (o remédio) e minha história mudou", disse o chileno à BBC.

Ele repetiu a dose outras 20 vezes.

Mas não é tão simples assim: Em Pindamonhangaba, interior de São Paulo, um homem de 52 anos morreu após a aplicação da vacina.

Ainda não se sabe se o kambô realmente pode envenenar e até mesmo matar quando aplicado incorretamente por gente despreparada.

O objetivo desta matéria não é recomenda o uso do kambô, mas apenas mostrar um tratamento tradicional da medicina indígena da Amazônia.

Fonte: http://medicinasdafloresta.blogspot.com.br

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui o trabalho de um especialista. Consulte sempre seu médico.

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on pinterest
Share on linkedin
Share on telegram
Share on email

DEIXE SEU COMENTÁRIO

VEJA TAMBÉM