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A síndrome selfie: cientistas associam exagero em selfies a vício e distúrbio mental

Vamos falar de um assunto muito delicado para esta geração.

Você sabia que essa tendência crescente de tirar selfies em smartphones está causando novas doenças mentais?

O problema é a obsessão, geralmente pelos mais jovens, com a aparência perfeita.

De acordo com o psiquiatra David Veal, dois em cada três pacientes com transtorno dismórfico corporal que o visitam desde a ascensão de telefones com câmera têm uma compulsão por selfies.

(Transtorno dismórfico corporal é um problema de saúde mental relacionados à imagem corporal, em que o indivíduo tem uma preocupação exagerada com um ou mais defeitos percebidos em sua aparência.)

Todo mundo sabe que o objetivo é postar as fotos em redes sociais, mas o dr. Veal garante que a terapia comportamental cognitiva encontra outra resposta.

O rapaz passava 10h por dia tirando fotos de si mesmo – chegando a cerca de 200 selfies.


Danny Bowman: vítima da “síndrome selfie”

Bowman abandonou a escola, perdeu 13 kg e não saiu de casa por seis meses.

Todas as manhãs, assim que acordava, tirava 10 selfies.

Essa loucura permaneceu até que ele se dar conta de que não conseguiria alcançar o seu objetivo.

Frustrado, tentou tirar a própria vida, mas graças a Deus foi salvo pela mãe.

Veja o que ele disse: “Eu estava constantemente em busca de tirar a selfie perfeita e, quando eu percebi que não podia, quis morrer. Perdi meus amigos, minha escola, minha saúde e quase perco minha vida”.

Acredita-se que Bowman foi o primeiro adolescente viciado em selfie do Reino Unido.

E, para se livrar da dependência, passou por tratamento para acabar com a compulsão por tecnologias e com o transtorno dismórfico corporal.

Segundo o psiquiatra, o tratamento ajuda o paciente a refletir a real motivação do seu comportamento repetitivo, ensinando-o a moderar.

Parece exagero  falar que a selfie pode causar doença metal, não é?

Mas os fatos provam que não.


Os psicólogos americanos garantem que tudo isso é bem possível e alertam os pais para que vigiem o acesso das crianças e adolescentes à internet.

O medo é que o caso de Bowman possa se repetir. 

Quem é Bowman?

Danny Bowman, 19 anos, é um jovem britânico que tentou cometer suicídio depois de ficar obcecado pela foto perfeita.

Sua depressão teve início quando começou a receber comentários maldosos, de seus amigos, nas suas fotos no Facebook.

“Um deles disse que meu nariz era grande demais para o meu rosto, e outro criticou a minha pele”, disse. 

Querendo provar o contrário, o garoto deu início ao grande drama.

O rapaz passava 10h por dia tirando fotos de si mesmo – chegando a cerca de 200 selfies.


Danny Bowman: vítima da “síndrome selfie”

Bowman abandonou a escola, perdeu 13 kg e não saiu de casa por seis meses.

Todas as manhãs, assim que acordava, tirava 10 selfies.

Essa loucura permaneceu até que ele se dar conta de que não conseguiria alcançar o seu objetivo.

Frustrado, tentou tirar a própria vida, mas graças a Deus foi salvo pela mãe.

Veja o que ele disse: “Eu estava constantemente em busca de tirar a selfie perfeita e, quando eu percebi que não podia, quis morrer. Perdi meus amigos, minha escola, minha saúde e quase perco minha vida”.

Acredita-se que Bowman foi o primeiro adolescente viciado em selfie do Reino Unido.

E, para se livrar da dependência, passou por tratamento para acabar com a compulsão por tecnologias e com o transtorno dismórfico corporal.

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