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Sete dicas valiosas para um 2012 de muita paz

A inquietação e a ansiedade humana nos levam a buscar e desejar inúmeras realizações em todos os campos da vida: financeiro, profissional, amoroso e na saúde física. No fundo acreditamos que, ao concretizarmos esses objetivos, finalmente nos sentiremos completos. E o que significa essa completude mais profundamente? Significa nos sentirmos em paz, sem ansiedade.

Entretanto, os mais experientes já devem ter percebido que há uma ilusão nesse processo. Concretizamos novos objetivos (aumento da renda, novo apartamento, novo relacionamento, ter um filho, etc.), temos uma sensação inicial de bem-estar, mas ela é passageira. Logo vem novamente a ansiedade e então vamos buscar mais coisas e realizações para que finalmente possamos nos sentir completos.

Quando vivemos dessa forma, a felicidade e a paz interior estão sempre no futuro. O agora, que é a única realidade que existe, tem apenas breves momentos de alívio. Depositamos as expectativas no futuro, que não existe, e deixamos de viver em paz no agora.

Como assim “o futuro não existe?”. Alguém pode questionar isso. O futuro existe apenas em forma de pensamentos que geramos. É apenas uma imagem mental ou um punhado de pensamentos. Você já conseguiu chegar ao futuro? Nunca. Toda a vez que ele chega, ele é vivido como o agora, que é a única realidade que existe.

Alguns demoram a perceber que viver dessa forma serve apenas para alimentar a ansiedade. O ego vive dessa maneira sempre no futuro e fugindo do agora. Quando ficamos em paz no presente, os objetivos se concretizam com muito mais facilidade, porém o ego inverte a ordem das coisas, querendo que os objetivos nos tragam paz.

Primeira dica: Decida que a paz interior é o que é mais importante para sua vida. Afirme para você mesmo: “Me sentir em paz é o que mais importa para mim, eu escolho a paz interior”.  Repita essa frase muitas e muitas vezes até que essa ideia se torne parte do seu ser, se refletindo nos seus pensamentos e ações.

Se a paz interior é o mais importante para a sua vida, você vai escolher viver o agora, pois viver no futuro e ficar em paz é incompatível. Sim, você poderá fazer o planejamento para atingir um objetivo. Poderá pensar no futuro para concretizar algo, mas, assim que terminar de planejar, você voltará ao presente. Gradualmente você viverá a ordem natural das coisas: viver o agora a maior parte do tempo e fazer breves visitas ao futuro por meio dos seus pensamentos.

Segunda dica: Aceite cada momento que surge do jeito que ele é.  Indubitavelmente muitos momentos se apresentarão de uma forma que você não deseja. Observe a sua reação. Você sente a contrariedade tomar conta de si?  Lembre-se novamente da afirmação: “Me sentir em paz é o que mais importa, eu escolho a paz interior”. Você pode ainda completar: “Eu escolho a aceitação”. Aceite o agora como ele se apresenta.

Não confunda aceitação com conformismo, inoperância ou falta de atitude. Se é possível fazer algo para mudar a situação para melhor, faça. Mas escolha se sentir em paz primeiro e depois aja. Agindo dessa forma, suas ações serão muito mais eficazes. Não condicione o seu bem-estar à resolução da situação.  E caso não seja mesmo possível fazer nada para mudar, apenas aceite total e incondicionalmente e fique em paz. Aceitar significa não criar uma resistência interior àquilo que já é. Brigar com aquilo que já existe é insanidade, coisa do ego.

A mente egoica vai tentar convencê-lo a brigar mentalmente com a situação, tirando a sua tranquilidade. Fique atento, observe e não dê energia a esses pensamentos. A repetição das afirmações de paz vai ajudá-lo a manter-se firme no seu propósito.

Terceira dica: Tenha muita paciência consigo mesmo. Viver no agora e praticar a aceitação exige treino. A mente vem sendo condicionada há muitas gerações a funcionar de determinada maneira. O impulso da não aceitação e de viver no futuro será forte no início, mas, gradativamente, com persistência e paciência, o padrão vai mudando. Vale a pena insistir.

Quarta dica: Pare de reclamar de qualquer coisa que seja: governo, marido, filhos, fila do banco, engarrafamento, impostos, funcionários, de você mesmo, dos homens, das mulheres, do seu corpo… A reclamação é a manifestação mais clara da não aceitação. Qual é a sensação interior que surge quando começamos a reclamar? É algo agradável? Traz paz interior? Claro que não. Do ponto de vista prático, reclamar não muda em nada a situação e nos faz sentir mal.

Parar de reclamar não significa ficar cego ou deixar de reconhecer o mau funcionamento de alguma coisa e as atitudes negativas de alguém. Continuamos vendo tudo, mas sem gerarmos a negatividade no nosso interior, que apenas nos prejudica. Podemos ainda tomar atitudes caso estejam ao nosso alcance. Mas primeiro lembre-se de que ficar em paz é seu maior objetivo, e depois aja.

Quinta dica: Afasta-se cada vez mais do noticiário da televisão, jornais, revista e internet. Muita ansiedade, pessimismo, medo e outros sentimentos são causados ou alimentados pela pesada carga de negatividade que as pessoas absorvem diariamente. As pessoas e a sua própria mente tentarão convencê-lo de que é preciso estar informado para não ficar “alienado”. Mas o que observamos é que cada vez mais as pessoas ficam alienadas por consumirem informação demais. Se tornam negativas e cheias de crenças limitantes, mas pensam que são pessoas realistas e bem-informadas.

Sexta dica: Busque autoconhecimento e ferramentas que podem ajudá-lo. Existem inúmeras técnicas e tratamentos: pratique EFT (manual gratuito no site http://www.eftbr.com.br), pratique ho’oponopono (técnica de cura havaiana – manual gratuito no site www.hooponopono.ws), use florais, receba reiki, pratique meditação, receba massagem, pratique alguma forma de arte (dançar, pintar, cantar…), invista em cursos de autoconhecimento, invista em trabalhos terapêuticos, etc.

Sétima dica: Observe a sua mente tentando tirar a sua paz interior. É apenas um velho condicionamento. De repente você se pega relembrando uma situação do passado e dizendo “eu deveria ter feito isso e aquilo”, “foi muito desrespeito de fulano”, “quem ele pensa que é?”. Às vezes surgem lembranças de situações desagradáveis do passado e as alimentamos de forma automática com comentários e pensamentos. Outras vezes surgem discussões mentais que nem houve. Imaginamos o que deveríamos ter dito e também coisas que o outro nem disse, mas que supomos que ele deve ter pensado. É muita viagem mental. Mais uma vez, ao se dar conta desses pensamentos, tenha muita paciência consigo mesmo.  Aceite-os e procure não dar mais energia para eles. As frases de paz interior o ajudarão novamente a manter o foco. Pratique o perdão. A EFT pode ajudar muito.

Texto escrito por André Lima – engenheiro e praticante de EFT – e adaptado pela autora do blog

Fonte: EFTA inquietação e a ansiedade humana nos levam a buscar e desejar inúmeras realizações em todos os campos da vida: financeiro, profissional, amoroso e na saúde física. No fundo acreditamos que, ao concretizarmos esses objetivos, finalmente nos sentiremos completos. E o que significa essa completude mais profundamente? Significa nos sentirmos em paz, sem ansiedade.

Entretanto, os mais experientes já devem ter percebido que há uma ilusão nesse processo. Concretizamos novos objetivos (aumento da renda, novo apartamento, novo relacionamento, ter um filho, etc.), temos uma sensação inicial de bem-estar, mas ela é passageira. Logo vem novamente a ansiedade e então vamos buscar mais coisas e realizações para que finalmente possamos nos sentir completos.

Quando vivemos dessa forma, a felicidade e a paz interior estão sempre no futuro. O agora, que é a única realidade que existe, tem apenas breves momentos de alívio. Depositamos as expectativas no futuro, que não existe, e deixamos de viver em paz no agora.

Como assim “o futuro não existe?”. Alguém pode questionar isso. O futuro existe apenas em forma de pensamentos que geramos. É apenas uma imagem mental ou um punhado de pensamentos. Você já conseguiu chegar ao futuro? Nunca. Toda a vez que ele chega, ele é vivido como o agora, que é a única realidade que existe.

Alguns demoram a perceber que viver dessa forma serve apenas para alimentar a ansiedade. O ego vive dessa maneira sempre no futuro e fugindo do agora. Quando ficamos em paz no presente, os objetivos se concretizam com muito mais facilidade, porém o ego inverte a ordem das coisas, querendo que os objetivos nos tragam paz.

Primeira dica: Decida que a paz interior é o que é mais importante para sua vida. Afirme para você mesmo: “Me sentir em paz é o que mais importa para mim, eu escolho a paz interior”.  Repita essa frase muitas e muitas vezes até que essa ideia se torne parte do seu ser, se refletindo nos seus pensamentos e ações.

Se a paz interior é o mais importante para a sua vida, você vai escolher viver o agora, pois viver no futuro e ficar em paz é incompatível. Sim, você poderá fazer o planejamento para atingir um objetivo. Poderá pensar no futuro para concretizar algo, mas, assim que terminar de planejar, você voltará ao presente. Gradualmente você viverá a ordem natural das coisas: viver o agora a maior parte do tempo e fazer breves visitas ao futuro por meio dos seus pensamentos.

Segunda dica: Aceite cada momento que surge do jeito que ele é.  Indubitavelmente muitos momentos se apresentarão de uma forma que você não deseja. Observe a sua reação. Você sente a contrariedade tomar conta de si?  Lembre-se novamente da afirmação: “Me sentir em paz é o que mais importa, eu escolho a paz interior”. Você pode ainda completar: “Eu escolho a aceitação”. Aceite o agora como ele se apresenta.

Não confunda aceitação com conformismo, inoperância ou falta de atitude. Se é possível fazer algo para mudar a situação para melhor, faça. Mas escolha se sentir em paz primeiro e depois aja. Agindo dessa forma, suas ações serão muito mais eficazes. Não condicione o seu bem-estar à resolução da situação.  E caso não seja mesmo possível fazer nada para mudar, apenas aceite total e incondicionalmente e fique em paz. Aceitar significa não criar uma resistência interior àquilo que já é. Brigar com aquilo que já existe é insanidade, coisa do ego.

A mente egoica vai tentar convencê-lo a brigar mentalmente com a situação, tirando a sua tranquilidade. Fique atento, observe e não dê energia a esses pensamentos. A repetição das afirmações de paz vai ajudá-lo a manter-se firme no seu propósito.

Terceira dica: Tenha muita paciência consigo mesmo. Viver no agora e praticar a aceitação exige treino. A mente vem sendo condicionada há muitas gerações a funcionar de determinada maneira. O impulso da não aceitação e de viver no futuro será forte no início, mas, gradativamente, com persistência e paciência, o padrão vai mudando. Vale a pena insistir.

Quarta dica: Pare de reclamar de qualquer coisa que seja: governo, marido, filhos, fila do banco, engarrafamento, impostos, funcionários, de você mesmo, dos homens, das mulheres, do seu corpo… A reclamação é a manifestação mais clara da não aceitação. Qual é a sensação interior que surge quando começamos a reclamar? É algo agradável? Traz paz interior? Claro que não. Do ponto de vista prático, reclamar não muda em nada a situação e nos faz sentir mal.

Parar de reclamar não significa ficar cego ou deixar de reconhecer o mau funcionamento de alguma coisa e as atitudes negativas de alguém. Continuamos vendo tudo, mas sem gerarmos a negatividade no nosso interior, que apenas nos prejudica. Podemos ainda tomar atitudes caso estejam ao nosso alcance. Mas primeiro lembre-se de que ficar em paz é seu maior objetivo, e depois aja.

Quinta dica: Afasta-se cada vez mais do noticiário da televisão, jornais, revista e internet. Muita ansiedade, pessimismo, medo e outros sentimentos são causados ou alimentados pela pesada carga de negatividade que as pessoas absorvem diariamente. As pessoas e a sua própria mente tentarão convencê-lo de que é preciso estar informado para não ficar “alienado”. Mas o que observamos é que cada vez mais as pessoas ficam alienadas por consumirem informação demais. Se tornam negativas e cheias de crenças limitantes, mas pensam que são pessoas realistas e bem-informadas.

Sexta dica: Busque autoconhecimento e ferramentas que podem ajudá-lo. Existem inúmeras técnicas e tratamentos: pratique EFT (manual gratuito no site http://www.eftbr.com.br), pratique ho’oponopono (técnica de cura havaiana – manual gratuito no site www.hooponopono.ws), use florais, receba reiki, pratique meditação, receba massagem, pratique alguma forma de arte (dançar, pintar, cantar…), invista em cursos de autoconhecimento, invista em trabalhos terapêuticos, etc.

Sétima dica: Observe a sua mente tentando tirar a sua paz interior. É apenas um velho condicionamento. De repente você se pega relembrando uma situação do passado e dizendo “eu deveria ter feito isso e aquilo”, “foi muito desrespeito de fulano”, “quem ele pensa que é?”. Às vezes surgem lembranças de situações desagradáveis do passado e as alimentamos de forma automática com comentários e pensamentos. Outras vezes surgem discussões mentais que nem houve. Imaginamos o que deveríamos ter dito e também coisas que o outro nem disse, mas que supomos que ele deve ter pensado. É muita viagem mental. Mais uma vez, ao se dar conta desses pensamentos, tenha muita paciência consigo mesmo.  Aceite-os e procure não dar mais energia para eles. As frases de paz interior o ajudarão novamente a manter o foco. Pratique o perdão. A EFT pode ajudar muito.

Texto escrito por André Lima – engenheiro e praticante de EFT – e adaptado pela autora do blog

Fonte: EFT

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