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Riscos básicos do câncer*

*Artigo de Veronica Carstens retirado de: http://www.taps.org.br/Paginas/cancerarti01.html

Não há um dia sequer em que deixe de receber um pedido de socorro de doentes de câncer ou de seus familiares. Por isso, gostaria de apresentar aqui um resumo das medidas mais importantes a serem tomadas tanto para prevenir o câncer como para serem utilizadas após a terapia.


Muitas vezes recebo cartas dizendo: “Há algum tempo diagnosticaram câncer. A seguir submeti-me a cirurgia, quimioterapia e, finalmente, radioterapia (‘para ter certeza de eliminar todas as células cancerosas’). Estava totalmente esgotada, muito fraca, sem coragem ou força para viver. Pouco a pouco, me recuperei e a alegria de viver voltou. O passado parecia um pesadelo, mas sempre ficou um leve receio. Será que o câncer estava vencido para sempre ou…?”

E, um dia, aconteceu. Devido a uma ou outra queixa, houve nova consulta. Diversos exames e o diagnóstico aterrador: recaída – pior – metástases no fígado, pulmão, osso,s etc. Uma situação pior do que na primeira vez. Como foi possível isso acontecer? Não haviam eliminado também a menor célula de câncer? Não havíamos mudado o estilo de vida e a alimentação? A resposta é muito simples: Nós – isto é, os médicos que atenderam o doente – não procuramos a causa do câncer, não alteramos o terreno (meio) interno e externo em que o câncer prospera. Trata-se, principalmente, de quatro riscos básicos:

as radiações telúricas;
a poluição química do meio ambiente;
a carga parasitária;
o organismo excessivamente ácido.

A irradiação nociva é provocada por rios subterrâneos de água ou fendas geológicas (radiações telúricas). Nocivas são também as faixas geomânticas que cobrem a superfície terrestre como uma grade de norte a sul, de leste a oeste e em direção diagonal. Muito perigosos são os pontos em que rios e/ou faixas se cruzam.


Se a cama ou o local de trabalho se encontram sobre um local irradiado, nosso sistema imunológico enfraquece e, muitas vezes, isso é a causa para o aparecimento de um tumor maligno.

Um risco igualmente grande, para nós, que aumenta constantemente, é a poluição ambiental. Produtos químicos em móveis e pisos de madeira, em carpetes e cortinas, nas tintas com que pintamos as paredes e até nos brinquedos.

Muito perigosos são, também, os gases que emanam dos incineradores de lixo. Subindo para a atmosfera, atingem, através das plantações, das frutas e verduras, do leite e da carne, o organismo humano. Ocupando a capa de gordura dos nervos no cérebro e na medula, afetam as células nervosas e – indiretamente – o sistema hormonal e imunológico, favorecendo o aparecimento de alergias, câncer e doenças neurológicas.

Outro perigo é representado pelos parasitas, que durante milênios viveram em contato com o ser humano. A sua defesa imunológica era suficiente para eliminá-los em pouco tempo por intermédio do intestino. Hoje, o organismo, enfraquecido por irradiação, produtos químicos, alimentação errada e estresse, não consegue mais se defender. Nesse caso, os parasitas se alastram, principalmente pelo intestino, fígado e pâncreas, enfraquecendo o organismo ainda mais.
Mais um fardo para o sistema imunológico consiste na acidez excessiva do organismo em decorrência de uma alimentação errada e do estresse psicológico. Essa acidez pode ser constatada facilmente medindo o pH da urina com o papel indicador – e controlada pela ingestão de alimentos que tornam o pH mais alcalino.

Se você controla regularmente o seu organismo, sabe que está exposto:

à irradiação;
à poluição química;
a parasitas;
à acidez excessiva.

Procurando eliminá-los ou proteger-se desses fatores, pode envelhecer de forma saudável, com bastante energia e alegria.

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