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Remédio muito usado para dor associado a aumento de doenças cardíacas graves

homem com remédio na mão e outro home com a mão no coração com doenças cardíacas

Você sabia que o analgésico diclofenaco está sendo associado ao aumento do risco de doenças cardíacas?

O pior é que essa associação de doenças cardíacas se trata de um dos remédios mais consumidos do mundo!

Quem fez a pesquisa foi o doutor Morten Schmidt, do Hospital Universitário de Aarhus, na Dinamarca.

Ela foi publicada pelo periódico The BJM.

Entenda como o experimento foi realizado e quais conclusões podemos tirar a partir disso:

Mais de 6 milhões de dinamarqueses fora observados num período de 20 anos (1996-2016).

Os voluntários tinham mais ou menos de 46 a 56 anos no início da pesquisa.

Trinta dias depois que um grupo de participantes começou a consumir diclofenaco,  os cientistas perceberam que a taxa de problemas cardiovasculares –  como arritmia, acidente vascular cerebral isquêmico, insuficiência cardíaca e ataque cardíaco – aumentou significativamente.

Isso tanto para homens quanto para as mulheres, mesmo quando o consumo do remédio era em doses pequenas.  
 
Isso deve servir de alerta: não devemos comprar diclofenaco sem receita médica.

Caso contrário, estaremos contribuindo para problemas sérios, como AVC e ataques cardíacos.

O diclofenaco é um anti-inflamatório não esteroidal tradicional (AINE).

E, como você deve saber, é usado para tratar dores e  inflamações.

Apesar de aliviar os sintomas quase imediatamente, o diclofenaco também foi associado a um risco aumentado de sangramento gastrointestinal superior em comparação com não as pessoas que não consumiram AINEs.

Este é um estudo observacional, ainda há muito o que ser pesquisado.

No entanto, ele mostra fortes evidências de que o anti-inflamatório comum é altamente perigoso.

Apesar de ser válido para alguns casos, não deve ser aplicado em todos.

Algumas vezes, um anti-inflamatório natural pode resolver o problema.

O importante, enfim, é não abusar do consumo e se automedicar.  

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