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Produto à base de plantas alivia a psoríase*

Medicamento feito de babosa, cana-de-açúcar e andiroba não tem efeito colareral e reduz drasticamente efeitos da doença


Daniel Guedes
dguedes@jc.com.br

O Psorial não apresentou, até o momento, efeitos colaterais importantes. “Poucos pacientes relataram, no começo do tratamento, coceira em baixo grau e uma piora na vermelhidão, que tende a desaparecer após as duas primeiras semanas”, afirma Luiz Gonzaga. O pesquisador ressalta que o produto não deve ser usado sem orientação médica.
Uma melhora entre 60% e 100% foi detectada em quatro quintos (80%) dos pacientes. Um dos que comemoram o aparecimento do hidratante é o médico veterinário Antônio Roberto dos Anjos, 62 anos, que tem a doença desde 1988. Antônio já fez tratamento com corticóide, mas só agora é que está vendo resultados satisfatórios. “Sofria com muitos efeitos colaterais e, quando deixava de usar, a psoríase voltava com maior intensidade”, afirma.
Há cinco meses, Antônio começou a experimentar o novo medicamento e diz ter recuperado a auto-estima. “É um produto natural que também hidrata. Quando tinha outras pessoas na piscina de minha granja, tomava banho de camiseta por vergonha. Agora, vou à piscina e à praia a qualquer hora. Sem camisa e sem vergonha”, diz Antônio, que notou uma grande regressão da doença. “Nas pernas desapareceu totalmente e no abdome tem apenas 20%”.
A DOENÇA
A psoríase atinge cerca de 2% da população mundial e entre 1% e 1,5% dos brasileiros. Ela se manifesta inicialmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo, mãos, unhas e plantas dos pés, mas pode atingir qualquer área da pele. Sua causa é desconhecida e pode surgir em ambos os sexos, sem predominância de raça e, de maneira geral, entre os 30 e 40 anos de vida.
Trinta por cento dos psoriáticos têm na família um parente consangüíneo doente. Alguns fatores desencadeiam e agravam o problema: traumas na pele, como o atrito dos cotovelos com superfícies, abuso de bebida alcoólica, estresse, ansiedade, depressão e fatores imunológicos.
Os tratamentos mais comuns são tópicos e devem ser aplicados na pele produtos geralmente à base de corticóide. Em alguns casos, é necessário o tratamento por via oral ou injetável. Todas essas formas apresentam efeitos adversos, como falta de eficácia dos medicamentos após algum tempo de uso.

» Serviço
Dr. Luiz Gonzaga de Castro (luizgonzagadecastro@hotmail.com), dermatologia do HC (81-2126.3527/ 2126.3528). Agradecimento à Cia. das Fórmulas (81-3081-0505 / 3243-8223)

*Fonte: Jornal do Commercio, Revista JC, 13/4/2008.



O Psorial, produzido pelo laboratório pernambucano TCG Biotecnologia, já é comercializado nas formas de xampu, loção capilar, loção cremosa e creme. “Os resultados começam a aparecer a partir da quarta semana de uso. A princípio, diminui a escamação e, por fim, a vermelhidão. O eritema não chegou a desaparecer em todos os casos, mas, mesmo assim, os pacientes se sentiram melhor porque houve regressão e as escamas sumiram. Observamos isso entre a quarta e a décima segunda semana”, explica o pesquisador.



Estudos mostram que o hidratante tem uma ação mais segura que o corticóide, medicamento geralmente usado no tratamento da doença e que traz diversos efeitos colaterais, como agravamento ou desencadeamento de hipertensão, diabete, obesidade e gastrite, quando usado em grandes áreas da pele e por longo período de tempo. Constatou-se que não há agravamento da doença após a interrupção do tratamento com o medicamento fitoterápico e o tempo para a psoríase voltar às áreas que ficaram limpas é maior do que quando se usa corticóide.

O Psorial não apresentou, até o momento, efeitos colaterais importantes. “Poucos pacientes relataram, no começo do tratamento, coceira em baixo grau e uma piora na vermelhidão, que tende a desaparecer após as duas primeiras semanas”, afirma Luiz Gonzaga. O pesquisador ressalta que o produto não deve ser usado sem orientação médica.
Uma melhora entre 60% e 100% foi detectada em quatro quintos (80%) dos pacientes. Um dos que comemoram o aparecimento do hidratante é o médico veterinário Antônio Roberto dos Anjos, 62 anos, que tem a doença desde 1988. Antônio já fez tratamento com corticóide, mas só agora é que está vendo resultados satisfatórios. “Sofria com muitos efeitos colaterais e, quando deixava de usar, a psoríase voltava com maior intensidade”, afirma.
Há cinco meses, Antônio começou a experimentar o novo medicamento e diz ter recuperado a auto-estima. “É um produto natural que também hidrata. Quando tinha outras pessoas na piscina de minha granja, tomava banho de camiseta por vergonha. Agora, vou à piscina e à praia a qualquer hora. Sem camisa e sem vergonha”, diz Antônio, que notou uma grande regressão da doença. “Nas pernas desapareceu totalmente e no abdome tem apenas 20%”.
A DOENÇA
A psoríase atinge cerca de 2% da população mundial e entre 1% e 1,5% dos brasileiros. Ela se manifesta inicialmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo, mãos, unhas e plantas dos pés, mas pode atingir qualquer área da pele. Sua causa é desconhecida e pode surgir em ambos os sexos, sem predominância de raça e, de maneira geral, entre os 30 e 40 anos de vida.
Trinta por cento dos psoriáticos têm na família um parente consangüíneo doente. Alguns fatores desencadeiam e agravam o problema: traumas na pele, como o atrito dos cotovelos com superfícies, abuso de bebida alcoólica, estresse, ansiedade, depressão e fatores imunológicos.
Os tratamentos mais comuns são tópicos e devem ser aplicados na pele produtos geralmente à base de corticóide. Em alguns casos, é necessário o tratamento por via oral ou injetável. Todas essas formas apresentam efeitos adversos, como falta de eficácia dos medicamentos após algum tempo de uso.

» Serviço
Dr. Luiz Gonzaga de Castro (luizgonzagadecastro@hotmail.com), dermatologia do HC (81-2126.3527/ 2126.3528). Agradecimento à Cia. das Fórmulas (81-3081-0505 / 3243-8223)

*Fonte: Jornal do Commercio, Revista JC, 13/4/2008.

A fitoterapia, tratamento através das plantas, vem trazendo benefícios para portadores de psoríase, doença de difícil trato, não contagiosa e que se caracteriza por lesões avermelhadas (eritema) e com escamas na pele. Há oito meses, uma equipe de 12 pesquisadores das universidades federais de Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte (UFPE, UFAL e UFRN), coordenada pelo dermatologista do Hospital das Clínicas (HC) Luiz Gonzaga de Castro acompanha mais de 150 pacientes que começaram a usar o Psorial, hidratante feito com extrato de cana-de-açúcar, andiroba e babosa. O produto não é a cura para a doença, mas pode representar o bem-estar dos mais de 2 milhões de brasileiros psoriáticos.



O Psorial, produzido pelo laboratório pernambucano TCG Biotecnologia, já é comercializado nas formas de xampu, loção capilar, loção cremosa e creme. “Os resultados começam a aparecer a partir da quarta semana de uso. A princípio, diminui a escamação e, por fim, a vermelhidão. O eritema não chegou a desaparecer em todos os casos, mas, mesmo assim, os pacientes se sentiram melhor porque houve regressão e as escamas sumiram. Observamos isso entre a quarta e a décima segunda semana”, explica o pesquisador.



Estudos mostram que o hidratante tem uma ação mais segura que o corticóide, medicamento geralmente usado no tratamento da doença e que traz diversos efeitos colaterais, como agravamento ou desencadeamento de hipertensão, diabete, obesidade e gastrite, quando usado em grandes áreas da pele e por longo período de tempo. Constatou-se que não há agravamento da doença após a interrupção do tratamento com o medicamento fitoterápico e o tempo para a psoríase voltar às áreas que ficaram limpas é maior do que quando se usa corticóide.

O Psorial não apresentou, até o momento, efeitos colaterais importantes. “Poucos pacientes relataram, no começo do tratamento, coceira em baixo grau e uma piora na vermelhidão, que tende a desaparecer após as duas primeiras semanas”, afirma Luiz Gonzaga. O pesquisador ressalta que o produto não deve ser usado sem orientação médica.
Uma melhora entre 60% e 100% foi detectada em quatro quintos (80%) dos pacientes. Um dos que comemoram o aparecimento do hidratante é o médico veterinário Antônio Roberto dos Anjos, 62 anos, que tem a doença desde 1988. Antônio já fez tratamento com corticóide, mas só agora é que está vendo resultados satisfatórios. “Sofria com muitos efeitos colaterais e, quando deixava de usar, a psoríase voltava com maior intensidade”, afirma.
Há cinco meses, Antônio começou a experimentar o novo medicamento e diz ter recuperado a auto-estima. “É um produto natural que também hidrata. Quando tinha outras pessoas na piscina de minha granja, tomava banho de camiseta por vergonha. Agora, vou à piscina e à praia a qualquer hora. Sem camisa e sem vergonha”, diz Antônio, que notou uma grande regressão da doença. “Nas pernas desapareceu totalmente e no abdome tem apenas 20%”.
A DOENÇA
A psoríase atinge cerca de 2% da população mundial e entre 1% e 1,5% dos brasileiros. Ela se manifesta inicialmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo, mãos, unhas e plantas dos pés, mas pode atingir qualquer área da pele. Sua causa é desconhecida e pode surgir em ambos os sexos, sem predominância de raça e, de maneira geral, entre os 30 e 40 anos de vida.
Trinta por cento dos psoriáticos têm na família um parente consangüíneo doente. Alguns fatores desencadeiam e agravam o problema: traumas na pele, como o atrito dos cotovelos com superfícies, abuso de bebida alcoólica, estresse, ansiedade, depressão e fatores imunológicos.
Os tratamentos mais comuns são tópicos e devem ser aplicados na pele produtos geralmente à base de corticóide. Em alguns casos, é necessário o tratamento por via oral ou injetável. Todas essas formas apresentam efeitos adversos, como falta de eficácia dos medicamentos após algum tempo de uso.

» Serviço
Dr. Luiz Gonzaga de Castro (luizgonzagadecastro@hotmail.com), dermatologia do HC (81-2126.3527/ 2126.3528). Agradecimento à Cia. das Fórmulas (81-3081-0505 / 3243-8223)

*Fonte: Jornal do Commercio, Revista JC, 13/4/2008.

A fitoterapia, tratamento através das plantas, vem trazendo benefícios para portadores de psoríase, doença de difícil trato, não contagiosa e que se caracteriza por lesões avermelhadas (eritema) e com escamas na pele. Há oito meses, uma equipe de 12 pesquisadores das universidades federais de Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte (UFPE, UFAL e UFRN), coordenada pelo dermatologista do Hospital das Clínicas (HC) Luiz Gonzaga de Castro acompanha mais de 150 pacientes que começaram a usar o Psorial, hidratante feito com extrato de cana-de-açúcar, andiroba e babosa. O produto não é a cura para a doença, mas pode representar o bem-estar dos mais de 2 milhões de brasileiros psoriáticos.



O Psorial, produzido pelo laboratório pernambucano TCG Biotecnologia, já é comercializado nas formas de xampu, loção capilar, loção cremosa e creme. “Os resultados começam a aparecer a partir da quarta semana de uso. A princípio, diminui a escamação e, por fim, a vermelhidão. O eritema não chegou a desaparecer em todos os casos, mas, mesmo assim, os pacientes se sentiram melhor porque houve regressão e as escamas sumiram. Observamos isso entre a quarta e a décima segunda semana”, explica o pesquisador.



Estudos mostram que o hidratante tem uma ação mais segura que o corticóide, medicamento geralmente usado no tratamento da doença e que traz diversos efeitos colaterais, como agravamento ou desencadeamento de hipertensão, diabete, obesidade e gastrite, quando usado em grandes áreas da pele e por longo período de tempo. Constatou-se que não há agravamento da doença após a interrupção do tratamento com o medicamento fitoterápico e o tempo para a psoríase voltar às áreas que ficaram limpas é maior do que quando se usa corticóide.

O Psorial não apresentou, até o momento, efeitos colaterais importantes. “Poucos pacientes relataram, no começo do tratamento, coceira em baixo grau e uma piora na vermelhidão, que tende a desaparecer após as duas primeiras semanas”, afirma Luiz Gonzaga. O pesquisador ressalta que o produto não deve ser usado sem orientação médica.
Uma melhora entre 60% e 100% foi detectada em quatro quintos (80%) dos pacientes. Um dos que comemoram o aparecimento do hidratante é o médico veterinário Antônio Roberto dos Anjos, 62 anos, que tem a doença desde 1988. Antônio já fez tratamento com corticóide, mas só agora é que está vendo resultados satisfatórios. “Sofria com muitos efeitos colaterais e, quando deixava de usar, a psoríase voltava com maior intensidade”, afirma.
Há cinco meses, Antônio começou a experimentar o novo medicamento e diz ter recuperado a auto-estima. “É um produto natural que também hidrata. Quando tinha outras pessoas na piscina de minha granja, tomava banho de camiseta por vergonha. Agora, vou à piscina e à praia a qualquer hora. Sem camisa e sem vergonha”, diz Antônio, que notou uma grande regressão da doença. “Nas pernas desapareceu totalmente e no abdome tem apenas 20%”.
A DOENÇA
A psoríase atinge cerca de 2% da população mundial e entre 1% e 1,5% dos brasileiros. Ela se manifesta inicialmente nos cotovelos, joelhos, couro cabeludo, mãos, unhas e plantas dos pés, mas pode atingir qualquer área da pele. Sua causa é desconhecida e pode surgir em ambos os sexos, sem predominância de raça e, de maneira geral, entre os 30 e 40 anos de vida.
Trinta por cento dos psoriáticos têm na família um parente consangüíneo doente. Alguns fatores desencadeiam e agravam o problema: traumas na pele, como o atrito dos cotovelos com superfícies, abuso de bebida alcoólica, estresse, ansiedade, depressão e fatores imunológicos.
Os tratamentos mais comuns são tópicos e devem ser aplicados na pele produtos geralmente à base de corticóide. Em alguns casos, é necessário o tratamento por via oral ou injetável. Todas essas formas apresentam efeitos adversos, como falta de eficácia dos medicamentos após algum tempo de uso.

» Serviço
Dr. Luiz Gonzaga de Castro (luizgonzagadecastro@hotmail.com), dermatologia do HC (81-2126.3527/ 2126.3528). Agradecimento à Cia. das Fórmulas (81-3081-0505 / 3243-8223)

*Fonte: Jornal do Commercio, Revista JC, 13/4/2008.

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