sábado, 23 outubro 2021
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Por que as mulheres da China raramente têm câncer de mama?

Por que as mulheres chinesas costumam ter muito menos casos de câncer de mama do que as ocidentais?

E o mais interessante: quando deixam o oriente ou passam a ter hábitos de alimentação ocidentais (o que está ocorrendo muito nas grandes cidades chinesas nos últimos anos), as taxas aumentam, chegando a níveis iguais a dos ocidentes.

O segredo está no estilo de vida, especialmente na alimentação.

Você sabia que o leite e a carne de animais leiteiros contém hormônios de crescimento significativo, como IGF-1.

Além disso, também têm hormônios como a prolactina.

Tanto o IGF-1, como a prolactina promovem o crescimento de células cancerosas, causando câncer de mama e próstata.

O leite é a principal via pela qual as substâncias cancerígenas entram no corpo.

Para você ter uma ideia, pesquisas da Unidade de Epidemiologia da Universidade de Oxford mostrou que veganos têm 7 vezes menos chances de contrair o câncer de próstata do que vegetarianos, que consomem lacticínios.

Diferentemente de nós, os chineses não consomem leite de vaca e, muito menos, amamentam os bebês com ele.

Não é por acaso que a maioria da população mundial é incapaz de digerir lactose.

A "natureza" tenta avisar que estamos ingerindo alimentos errados, mas não só o leite puro, os derivados também.

Desde os anos 90 do século 20, o dr. Daniel Cramer, da Universidade de Harvard, discutia a relação existente entre o consumo de derivados do leite e o aparecimento de câncer nos ovários.

Outros estudos confirmam a mesma relação com o câncer da próstata.

Essa última relação é confirmada pelos dados da Organização Mundial de Saúde, que mostram a ocorrência de um caso de câncer da próstata a cada  20.000 homens, em países como a China, que praticamente não consomem leite.

Enquanto no Reino Unido, ocorrem 70 vezes mais casos de câncer de próstata em igual número de indivíduos.

O dr. Robert Kradjian, Chefe da Divisão de Cirurgia da Mama do Seton Medical Centre, na Califórnia recomenda evitar o consumo de leite e seus derivados a todos os seus pacientes.

Mas e os nossos antepassados que consumiam leite regularmente e não tinham problemas?

O que podemos concluir é que o leite que os antigos bebiam ou utilizavam para o preparo dos laticínios e demais produtos não era igual ao produto que a indústria leiteira nos fornece nos dias de hoje.

Há cinquenta anos, cada vaca leiteira produzia anualmente cerca de 1.000 litros de leite.

Hoje, as vacas produtoras permitem a ordenha de 50.000 litros de leite por ano.

Essa enorme diferença representa o efeito de numerosas drogas, antibióticos, hormônios em excesso.

É verdade que o uso de hormônios é proibido em alguns países, mas será que isso impede a comercialização?

As vacas produtoras de leite, no passado, eram ordenhadas apenas um vez por ano, enquanto agora são ordenhadas praticamente 300 dias a cada ano, inclusive durante a gestação, época em que a produção do leite é maior.

Quer saber mais?

Todo o leite materno maduro, de humanos ou outros mamíferos, é um meio de transporte de centenas de componentes químicos.

Isso inclui a eliminação de antibióticos, hormônios, pesticidas usados na produção dos alimentos de engorda e produtos tóxicos do meio ambiente.

Ou seja, consumimos as toxinas que os animais liberam através do leite.

O impressionante é que autoridades sanitárias permitem a distribuição de leite contendo 1 a 1,5 milhão de glóbulos brancos por cada mililitro de leite.

Essas células brancas são, simplesmente, o principal componente do pus produzido pelos processos de inflamação crônica das mamas das vacas, que ocorrem em consequência da ordenha mecânica diária dos animais.

O dr. Kradjian questiona se o que se bebe hoje em dia ainda pode ser chamado leite ou se estamos consumindo um coquetel de produtos químicos, biológicos e bacterianos.

Isso é muito forte, não é?

Dá para entender a diferença entre os níveis de câncer dos ocidentais e dos orientais?

Apesar dos comunicados de porta-vozes da indústria leiteira afirmarem que o consumo do leite e dos seus derivados não causa perigos, os dados epidemiológicos existentes parecem mostrar o contrário.

O que está por trás de tudo isso são interesses econômicos, até mesmo de industrias farmacêuticas, que ganham com a venda de remédios para o câncer.

Infelizmente, o interesse financeiro supera o interesse pela saúde das pessoas.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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