Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on pinterest
Share on linkedin
Share on telegram

Por que modernamente os alimentos de origem animal são nocivos à saúde?

Porque os animais são alimentados com milho, trigo e soja, cereais pobres em ômega-3 e ricos em ômega-6, o que desequilibra a fisiologia humana, aumentando a inflamação, a coagulação e o crescimento das células adiposas e cancerosas. (Para saber mais, leia uma matéria publicada neste blog:
/sites/default/files/blogger_importer/09/importncia-da-relao-entre-mega-3-e-mega.html)

Porque os animais são tratados com antibióticos e hormônios sintéticos que aceleram o aumento de peso. Além disso, recentemente foi criado nos EUA um hormônio sintético para estimular a produção de leite, o rBGH, ou BST, proibido no Canadá e na Europa. O rBGH favorece a produção de IGF, um fator importante na estimulação das células adiposas.

Os hormônios ficam na carne (presunto, salsicha, fiambre), no leite (e derivados), nos ovos e, logicamente, são ingeridos por nós.

Não é à toa que nossos jovens (e até adultos com mais de 30) vivem cheios de espinhas, conseqüência dessa enorme carga química.

Ademais, verifica-se em todos os países uma relação direta entre a freqüência de câncer e o consumo de carne, frios e laticínios. Inversamente, quanto mais a alimentação é rica em legumes e leguminosas (ervilha, feijão, lentilha, etc.), menos o câncer é freqüente.

Um dado alarmante é que no Brasil, segundo Dra. Annie Sasco, que estuda o câncer no mundo, o nível de desenvolvimento ainda é baixo, mas a taxa de câncer de mama é equivalente à dos países ocidentais mais industrializados. A estudiosa desconfia que esse fenômeno se deva ao consumo muito elevado de carne – em média três vezes por dia – e ao grande uso, até recentemente, de todo tipo de hormônio para acelerar o crescimento dos animais de criação.

A solução é dar preferência a produtos de animais criados organicamente, que são saudáveis, e, na falta destes, reduzir o consumo de carne, frios e laticínios, aumentando o consumo de vegetais.

*Este texto teve como fonte de consulta o livro “Anticâncer: prevenir e curar usando nossas defesas naturais”, de David Servan-Schreiber, Rio de Janeiro, Objetiva, 2008.

Share on whatsapp
Share on twitter
Share on pinterest
Share on linkedin
Share on telegram
Share on email

DEIXE SEU COMENTÁRIO

VEJA TAMBÉM