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Planta brasileira ganha fama no mundo por ajudar pessoas a se curarem de câncer

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Você já ouviu falar na planta tiborna? Sabe para que ela serve?

É uma planta medicinal,  conhecida também como janaúba, janaguba, sucuuba, cola-nota, jasmim-manga, pau-santo e raivosa.

Ela possui folhas verdes largas, flores alvas e produz um látex com propriedades cicatrizante e germicida.

A tiborna é purgativa, analgésica, vermífuga, febrífugo, anti-inflamatória, estimulante do sistema imunológico e cicatrizante.

Muita coisa, não é?

Mas o melhor disso tudo é que, além de auxiliar em tratamentos do sistema digestivo como úlcera gástrica e gastrite, febre, vermes intestinais, luxações, furúnculos, herpes, feridas, artrite, e até aids, a tiborna pode ser uma poderosa arma contra o câncer.

Mesmo sem ainda ter uma comprovação científica, há inúmeros relatos dos efeitos positivos da planta contra a doença.

É o caso de um advogado e produtor rural de Campo Grande (ele prefere não se identificar) que viu seu filho ser curado depois de associar tratamento médico e uso diário da tiborna.

O final feliz da doença do filho do advogado correu o país e levou esperança a várias outras famílias.

Foi então que ele começou a plantar a tiborna para atender a demanda de quem o procurava.

Sem cobrar qualquer valor, ele já enviou a solução caseira para várias regiões do Brasil e até mesmo para a Alemanha, Canadá e Portugal.

Mas ele alerta: “Existem muitos relatos de cura, mas eu peço que as pessoas continuem o tratamento médico e a quimioterapia porque a tiborna não é um pozinho mágico”, contou o advogado.
 
São enviados vários concentrados separados de 200 ml, que se adicionado à água mineral ou filtrada rende quatro litros da solução.

A recomendação é para que o produto seja armazenado na geladeira e a pessoa tome 50 ml, o equivalente a uma xícara de café, três vezes ao dia.

Como tudo começou

Lá em 2004, um dos quatro filhos do advogado e produtor rural, de 67 anos,  foi diagnosticado com tumor na suprarrenal de 21×22 centímetros.

O tratamento do jovem  administrador não pôde ser feito em Mato Grosso de Sul, onde morava.

Então ele foi se tratar em São Paulo, no Hospital Sírio-Libanês.

O tratamento teve início de imediato e, depois de quase oito horas de cirurgia para retirada do tumor, o procedimento foi interrompido porque o rapaz corria risco de morte.

Ainda durante a internação começou a fazer quimioterapia e, no dia do aniversário, o advogado recebeu a triste notícia de que o tumor de seu filho era inoperável.

Foi então que ele enviou os filmes de tomografia de seu filho ao Hospital M.D. Anderson, nos E.U.A.

A troca de quimioterapia foi associada ao uso diário de tiborna, remédio caseiro indicado por amigo da família.

Acredite se quiser: o tumor reduziu para 11×12 centímetros.

Como continuava inoperável no Brasil, a cirurgia precisou ser feita nos EUA.

O procedimento foi um sucesso e 11 dias depois o jovem já estava em casa.

Mas, passados 90 dias, o rapaz foi detectado com nódulos no pulmão.

Ele então passou a fazer quimioterapia experimental, que já havia produzido resultado em três pacientes pelo mundo.

O primeiro ciclo de químio não surtiu efeito, mas o segundo foi associado à retomada do uso da tiborna.

Os nódulos reduziram 35% e o administrador foi o quarto paciente do mundo a ter resultado com a quimioterapia experimental.

O que há de tão especial na tiborna?

O látex da planta é rico em diterpenos, que são compostos que demonstram combater células tumorais, além de ter enzimas proteolíticas que desempenham importante papel na prevenção de graves doenças.

Fonte: jornal Correio do Estado

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