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Ovo – verdades e mentiras sobre esse alimento

O ovo é o segundo alimento mais completo do mundo.

O primeiro é o leite materno; o terceiro, o coco; e o quarto, a quinua.

Tudo que é necessário para que haja vida está no ovo.

Mas por que já ouvimos tantas vezes a mídia e médicos falarem mal desse alimento?

Provavelmente, por desinformação.

É por isso que este artigo, além de esclarecedor, tem o objetivo de derrubar todos os preconceitos contra o consumo do ovo.

Muitos associam o ovo ao colesterol elevado.

Isso, porém, é um grande equívoco, pois até hoje não houve nenhuma pesquisa que conseguisse comprovar essa tese.

O problema do colesterol é recente e começou com o consumo de óleos vegetais,  como o de soja, o de milho e, nos dias de hoje, com o pior de todos, o de canola.

Outra coisa: o colesterol não é uma substância que deva ser banida do nosso corpo, pois é essencial à vida e a partir dele é que ocorre toda a síntese de hormônios sexuais no corpo.

Voltando ao ovo: na sua composição, encontramos –

– ácidos graxos saturados;

– ácidos graxos insaturados;

– 20 aminoácidos;

– 14 minerais;

– 12 vitaminas.

Entre estas últimas, destacamos as vitaminas A, B12, A, D, E, K e os folatos.

Esse alimento é muito proteico, tanto que obtemos 20% da nossa necessidade diária de proteína quando consumimos um simples ovo.

No ovo há bastante lecitina, ótima para a circulação e o cérebro.

Há também no ovo muita luteína e zeaxantina, substâncias que diminuem a incidência de doença cardiovascular, combatem a degeneração macular nos olhos (relacionada com a idade) e previnem a catarata e a retinose pigmentar, sendo, portanto, ótimas para a saúde dos olhos.

Um estudo de 2008 da Nutricion and Metabolism comprovou que o ovo tem os seguintes benefícios:

– ação anti-Inflamatória (sendo capaz de diminuir a Proteína C Reativa);

– emagrecimento (como efeito indireto, pois o ovo aumenta o hormônio mais abundante do corpo, adiponectina, antigamente chamado de GBP28);

– aumento do HDL, o colesterol bom;

– diminui os níveis de insulina, funcionando como preventivo do diabetes.

O melhor ovo é, sem dúvida, o caipira, pois, além de não conter hormônios artificiais, tem mais nutrientes, chegando a ter 20 vezes mais ômega 3 que o não caipira.

Mas, na falta do caipira, é preferível consumir o ovo produzido em escala industrial a não consumir nenhum ovo.

Coma, portanto, ovo.

E sem medo.

A sua saúde agradece!

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