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Outras formas de uso da babosa

Cicatrizante
Escolher uma planta que já deu flor (amarela), assim diminuímos os riscos de intoxicação.
Utilizar o gel da folha, evitando qualquer fiapo da casca.
Fazer fatias delgadas.
Evitar as folhas novas e também as murchas com líquido amarelo.
Utilizar folhas túrgidas, as inferiores, perto do solo.
Conservar em temperatura ambiente, sem embrulhar.
USO EXTERNO
Limpar a lesão com a secreção da folha (baba), em movimentos centrífugos.
Limpar a área em volta, cortando os pelos.
Cobrir com finas lâminas os ferimentos e inflamações de pele (acne, psoríase).
Deixar que a gelatina desidrate, formando uma película transparente, que recobre e isola a lesão, ajudando a retração dos bordos se permanecer durante a cicatrização.
USO INTERNO
Indicada há séculos como purificadora, em nossos tempos tomou a fama de cura para câncer. Geralmente é proposto o uso da variedade “arborescens” (flor vermelha, folhas finas), no entanto doutor Luiz Meira prefere indicar a “vera” (flor amarela, folhas largas) por ser menos tóxica.
Forma de uso como preventivo ou purificador: engolir sem mastigar pela manhã somente um centímetro cúbico da gelatina (mucilagem, de preferência congelada, para evitar sentir o gosto) durante uma lua (28 dias), começando na lua minguante. Esperar uma lua (28 dias) e iniciar novamente na lua minguante por mais uma lua. Repetir o uso durante três ciclos. A necessidade de parar depois de uma lua é para diminuir o risco de toxicidade, principalmente para os rins (somente as pessoas que tenham creatinina menor que 1,0 e não tenham proteinúria), assim como o número máximo de repetições em três vezes por ano.
Quando a situação de câncer está diagnosticada, doutor Luiz Meira recomenda o dobro da dose, ou seja, um centímetro cúbico pela manhã e outro à tarde, também por três ciclos, respeitando o intervalo de uma lua entre cada ciclo.
Para observar o efeito na íris, podemos verificar a dimiuição das manchas escuras, áreas amareladas e esbranquiçadas.
Para os diabéticos que utilizam insulina ou hipoglicemiantes orais, é necessário monitorar de perto, várias vezes por dia, a glicemia. A ingestão de babosa induz acentuada diminuição da glicose sanguínea, necessitando diminuir bastante a dose dos hipoglicemiantes, em especial a dose diária de insulina. Caso este cuidado não seja tomado, corre-se o risco de hipoglicemia grave até mesmo letal. Para monitoramento adequado seria necessária avaliação da glicemia em diferentes horários do dia
Contraindicações da babosa
Além da gravidez, seu uso é contraindicado em casos de varizes, hemorroidas, afecções renais, enterocolites, apendicites, prostatites e cistites. O uso interno prolongado provoca hipocalemia, diminui a sensibilidade do intestino, necessitando aumento gradativo da dose, favorecendo o surgimento de hemorroidas. Em crianças os efeitos colaterais podem ser potencializados, tornando o uso interno extremamente perigoso.
Fonte: Doutor Luiz Meira (texto adaptado)
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