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Os praticantes deste tratamento se dizem curados, apesar de lhes dizerem que não serve para nada

Nesse tempo, ele era cirurgião e a finalidade basicamente era combater bactérias e complicações pós-operatórias.   

A partir de 1976, passou a usar numa amplitude muito maior, graças ao médico Floramante Garófalo, um ginecologista que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, cidade do Rio de Janeiro.

O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia pequenas caminhadas. 

Ele tinha que sentar na rua, no meio-fio, porque não conseguia mais andar. 

Um exame de raio-X mostrou 10 dez centímetros de artéria entupida. 

A solução era fazer uma prótese. 



Dr. Garófalo rejeitou a solução e pediu ao dr, Moura que experimentasse nele a auto-hemoterapia. 

Quatro meses depois, sentia-se completamente curado. 

Novo exame de raio-X mostrou que não havia mais obstrução alguma. 

A auto-hemoterapia é um recurso terapêutico de baixo custo que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo,  quadruplicando os macrófagos (células de defesa) em todo o organismo.

A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia, comumente da prega do cotovelo, e aplica-se em um músculo (no braço ou nádegas), sem nada acrescentar ao sangue.

O volume retirado varia de 5ml a 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. 

O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extravascular, desencadeia uma reação de rejeição, estimulando assim o sistema imunitário. 

Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. 

Após a aplicação, a taxa sobe e ao fim de oito horas chega a 22%. 

Durante 5 dias permanece entre 20% e 22%, voltando aos 5% ao fim de sete dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia.

A volta aos 5% ocorre quando não há mais sangue no músculo.

Doenças infecciosas, alérgicas, autoimunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas e as obstruções de vasos sanguíneos são combatidos pelos macrófagos, que, quadruplicados, conseguem vencer esses problemas ou, pelo menos, abrandá-los.

Já ouviu falar da auto-hemoterapia?

A auto-hemoterapia é um tratamento polêmico, porém com muitos defensores que aprovam completamente o procedimento.

Na imensa maioria dos casos, quem pratica ou praticou a auto-hemoterapia é só elogios.

Seu principal difusor, no Brasil e no mundo, foi o médico Luiz Moura, hoje com 90 anos.

Em 2004, o médico aceitou gravar uma entrevista na qual conta toda sua experiência e diz como funciona a técnica, incluindo as dosagens recomendadas.

A entrevista virou um DVD e pipocou na internet, ganhando grandes proporções.

Em dezembro daquele ano o Conselho Federal de Medicina aprovou Parecer afirmando que a técnica não teria comprovação científica.

Desde então os médicos ficaram impedidos de trabalhar com a auto-hemoterapia.

Dr. Luiz Moura começou a aplicar a auto-hemoterapia ainda como estudante de medicina, em 1943, quando entrou para a faculdade de medicina.




O seu pai foi professor da mesma faculdade e mandava retirar e aplicar sangue nos pacientes que operava. 

O pai dele fazia isso baseado no trabalho do professor Jesse Teixeira – que foi feito especificamente para evitar infecções pós-operatórias e que resultou num trabalho publicado em 1940. 

O dr. Luiz Moura se limitou a usar durante muitos anos a auto-hemoterapia exclusivamente para tratar acne (que é uma infecção de estafilococos) e também evitar infecções pós-cirúrgicas.

Nesse tempo, ele era cirurgião e a finalidade basicamente era combater bactérias e complicações pós-operatórias.   

A partir de 1976, passou a usar numa amplitude muito maior, graças ao médico Floramante Garófalo, um ginecologista que era assistente do diretor do hospital Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, cidade do Rio de Janeiro.

O professor Garófalo chegou se queixando de uma dor, uma dormência que sentia na perna quando fazia pequenas caminhadas. 

Ele tinha que sentar na rua, no meio-fio, porque não conseguia mais andar. 

Um exame de raio-X mostrou 10 dez centímetros de artéria entupida. 

A solução era fazer uma prótese. 



Dr. Garófalo rejeitou a solução e pediu ao dr, Moura que experimentasse nele a auto-hemoterapia. 

Quatro meses depois, sentia-se completamente curado. 

Novo exame de raio-X mostrou que não havia mais obstrução alguma. 

A auto-hemoterapia é um recurso terapêutico de baixo custo que se resume em retirar sangue de uma veia e aplicar no músculo,  quadruplicando os macrófagos (células de defesa) em todo o organismo.

A técnica é simples: retira-se o sangue de uma veia, comumente da prega do cotovelo, e aplica-se em um músculo (no braço ou nádegas), sem nada acrescentar ao sangue.

O volume retirado varia de 5ml a 20ml, dependendo da gravidade da doença a ser tratada. 

O sangue, tecido orgânico, em contato com o músculo, tecido extravascular, desencadeia uma reação de rejeição, estimulando assim o sistema imunitário. 

Antes da aplicação do sangue, em média a contagem dos macrófagos gira em torno de 5%. 

Após a aplicação, a taxa sobe e ao fim de oito horas chega a 22%. 

Durante 5 dias permanece entre 20% e 22%, voltando aos 5% ao fim de sete dias a partir a aplicação da auto-hemoterapia.

A volta aos 5% ocorre quando não há mais sangue no músculo.

Doenças infecciosas, alérgicas, autoimunes, os corpos estranhos como os cistos ovarianos, miomas e as obstruções de vasos sanguíneos são combatidos pelos macrófagos, que, quadruplicados, conseguem vencer esses problemas ou, pelo menos, abrandá-los.

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