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OMS reconhece que vício em jogos eletrônicos é doença – o que fazer para tratar o problema

Quem é que nunca passou algumas horinhas do seu dia com os olhos vidrados em um jogo de videogame?

Crianças, adolescentes e até adultos se divertem bastante com eles.

Mas nem tudo são flores.

O que, para muitas pessoas pode ser apenas um entretenimento, para outros o ato de jogar games pode se transformar em uma doença.

Tanto que o vício em jogos eletrônicos game passou a ser considerado pela primeira vez um distúrbio mental pela Organização Mundial da Saúde.

O transtorno de vício em games foi incorporado como doença pelo 11º Catálogo Internacional de Doenças (CID-11).

Mas quando o jogo é um problema?

Segundo a OMS, para ser diagnosticado como vício, o comportamento deve ser severo o suficiente para causar prejuízo significativo em áreas como higiene pessoal, alimentação, trabalho e/ou estudos e vida social.

Além disso, a pessoa chega ao ponto em que continua ou aumenta a frequência do jogar, apesar da ocorrência de consequências negativas.

Estudos internacionais apontam que até 9% das pessoas que jogam estão viciadas em videogames.

Preste atenção: a desordem não é repentina.

Ela é considerada como um diagnóstico quando o comportamento negativo dura por mais de 12 meses e domina toda a vida do jogador.

O psicólogo Scott Bea, da Cleveland Clinic, explica que se os jogadores estão evitando outros comportamentos responsáveis, como ir ao trabalho, escola ou fazer lição de casa, então eles estão começando a ter um problema.  

Ansiedade, irritabilidade, alteração do sono (ou completa mudança do "fuso horário”), certa tristeza, inação ou apatia também são alguns dos sintomas de que há algo errado.
 
Você já se perguntou por que os jogos se tornam viciantes?

“O vício relacionado aos videogames não é igual ao de álcool ou outras drogas, em que o cérebro recebe recompensa a cada vez que se consome a droga”, diz Bea.

“Nos vícios em jogos, a recompensa ocorre de vez em quando e é imprevisível. Isso mantém os jogadores buscando ativamente o bom sentimento que é produzido no cérebro quando atingem um novo objetivo ou completam o jogo com sucesso".

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Além disso, o ambiente virtual se torna muito convidativo, já que representa  um espaço de liberdade, em que se pode realizar desejos que nem sempre são possíveis na vida real e criar personagens com características desejadas.

E ainda há a possibilidade do anonimato, que gera uma sensação de segurança e que a pessoa não seja julgada diretamente.

Se você gosta de games, fique atento.

Confira aqui alguns fatores de risco para o vício em jogo.

Algumas pessoas possuem estruturas neuronais e/ou biológicas que fazem com que ela:

– Tenha dificuldades para deixar de jogar ou interromper o jogo

– Sofrer muito quando não está jogando

– Tenha uma necessidade cada vez maior de jogar em grandes quantidades de tempo ou por mais recompensas.

– Seja propensa a outras condições de saúde mental, como ansiedade e depressão.

Para tratar o problema, existem algumas clínicas que realizam terapias específicas para jovens ou adultos viciados em videogames.

Sua filosofia é demonstrar aos jogadores que eles podem obter a mesma satisfação no mundo real.

No caso de crianças e adolescentes, que são os mais afetados pelo vício, o ideal é limitar o tempo delas disponível para os jogos e oferecer opções de lazer e entretenimento.

Mas se os videogames estiverem prejudicando gravemente a vida do viciado, os pais ou responsáveis devem agir com mais força e eliminar totalmente o jogo.

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

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