Compartilhar no facebook
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no linkedin

Óleo de canola – veneno disfarçado de alimento

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Atenção!

Se você consome óleo de canola, leia este texto até o fim.

E, mesmo se não consumir, leia-o e compartilhe esta informação muito importante.

As principais fontes deste artigo são os médicos Lair Ribeiro e Victor Sorrentino.

Vamos começar com uma reflexão.

O azeite de oliva é extraído de azeitonas.
O óleo de girassol vem das sementes de girassol.

O de milho vem dos grãos desse cereal.
E o óleo de canola vem de quê?


“Canola” é, na realidade, uma palavra inventada para um produto geneticamente modificado, ou seja, transgênico.
A palavra vem de CANadian Oil Low Acid – CAN.O.L.A.
É infelizmente uma invenção canadense subsidiada pelo governo daquele país.
Os subsídios tornam o produto muito barato, por isso hoje quase todos os alimentos processados ou embalados contém óleo de canola.
Comece a ler os rótulos e checar os ingredientes.
Havendo óleo de canola, fique longe do produto.
O óleo de canola é desenvolvido a partir de uma planta chamada colza, que pertence à família da mostarda.
O óleo de colza tem sido utilizados para fins industriais (velas, batons, sabonetes, tintas, lubrificantes e biocombustível).
É um óleo industrial, e não um alimento!
Ele é a fonte por trás do gás mostarda, que pode causar enfisema, dificuldade respiratória, anemia, constipação, irritabilidade e cegueira.
Mas, graças ao “milagre” da modificação genética, a indústria vende este óleo como uma óleo comestível.
A indústria afirma que a canola é segura para consumo sob a alegação de que, depois da modificação genética, ela deixa de ser colza, e passar a ser canola.
A canola, contudo, é apenas a colza geneticamente modificada.
O óleo de canola passou a ser comercializado como um óleo maravilhoso, com baixos níveis de gorduras saturadas e com um ótimo aporte de ômega 3.
No entanto, por prudência, fique longe do óleo de colza, ou melhor, de canola, como a indústria prefere chamar. 
Acredita-se que a colza/canola tenha efeito cumulativo e que seus sintomas levem cerca de dez anos para começar a se manifestar.
Um possível efeito a longo prazo seria a destruição do revestimento de proteção no cérebro, em torno dos nervos, chamado bainha de mielina.

Outros sintomas possíveis com o consumo desse óleo:

* Tremores e agitação
* Falta de coordenação ao caminhar ou escrever
* Fala arrastada
* Deterioração dos processos de memória e pensamento
* Redução ou difusão da audição
* Dificuldade para urinar/ incontinência urinária
* Problemas respiratórios/ falta de ar
* Crise nervosa
* Dormência e formigamento nas extremidades
* Problemas cardíacos/ arritmia
* Carência de vitamina E

* Enfraquecimento do sistema imunológico.

Fontes: 
blog do dr. Victor Sorrentino: http://www.blogdodrvictorsorrentino.com/2012/03/verdade-sobre-o-oleo-de-canola.html

Dr.Lair Ribeiro: http://www.youtube.com/watch?v=0ao_1Y7L2ww



* Tremores e agitação
* Falta de coordenação ao caminhar ou escrever
* Fala arrastada
* Deterioração dos processos de memória e pensamento
* Redução ou difusão da audição
* Dificuldade para urinar/ incontinência urinária
* Problemas respiratórios/ falta de ar
* Crise nervosa
* Dormência e formigamento nas extremidades
* Problemas cardíacos/ arritmia
* Carência de vitamina E

* Enfraquecimento do sistema imunológico.

Fontes: 
blog do dr. Victor Sorrentino: http://www.blogdodrvictorsorrentino.com/2012/03/verdade-sobre-o-oleo-de-canola.html

Dr.Lair Ribeiro: http://www.youtube.com/watch?v=0ao_1Y7L2ww