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O médico que toma 100 comprimidos por dia para viver 150 anos

Alex Zhavoronkov - medico que toma 100 comprimidos

O doutor Alex Zhavoronkov é a cobaia de sua própria experiência e toma 100 tipos de suplementos para viver até os 150 anos de idade.

Você já imaginou viver mais de 100 anos?

Acredite, há cientistas que se dedicam diariamente pela busca da imortalidade.

Outros, porém, menos ambiciosos, já se satisfazem com a ideia fazer com que a média de vida das pessoas seja de, pelo menos, um século.

O doutor Alex Zhavoronkov, do Reino Unido, é especialista no assunto.

Ele resolveu ser cobaia de seu próprio estudo, apostando que conseguiria viver por 150 anos.

Para isso, estudou bastante e começou a tomar 100 comprimidos por dia, incluindo drogas farmacêuticas e suplementos.

Se você acha muito, espere só saber quais outros métodos que foram utilizados pelo pesquisador:

  • Consumo de novas vacinas
  • Contagem de células
  • Monitoramento da bioquímica do sangue
  • Alimentação saudável
  • Prática de exercícios físicos

No entanto, de acordo com o doutor Zhavoronkov, um dos maiores obstáculos da longevidade que as pessoas enfrentam é de natureza psicológica.

Ou seja, ele tem certeza de que a descrença de que podemos viver por tantos anos já é um empecilho.

Para determinada cosmovisão científica, o ser humano nunca viveu tanto tempo como nos dias de hoje.

E seus seguidores acreditam que nosso tempo aqui na terra ainda pode se prolongar muito mais com a ajuda da farmacologia e medicina regenerativa. Será que isso é verdade?

Alex Zhavoronkov apostou na inteligência artificial para pesquisar produtos farmacêuticos e passou quase 20 anos obcecado pela ideia antienvelhecimento.

Hoje ele tem 39 anos, está trabalhando com inteligência artificial e big data na Insilico, uma startup de biotecnologia da qual ele é o CEO.

Mas, se você pensa que o doutor continua com a mesma ideia fixa, engana-se.

Segundo o especialista, existem muitos obstáculos que nos impede de chegar aos 150 anos, incluindo questões políticas e econômicas.

Zhavoronkov não admitiu que seu grande sonho é utópico, mas agora tem certeza de que não alcançaremos esse tipo de longevidade tão rápido assim.

Ele nos leva a seguinte reflexão: nossa população está envelhecida, o mercado de trabalho paga mal e o sistema de saúde está sobrecarregado.

Se vivêssemos mais tempo, poderíamos trabalhar mais, pois envelheceríamos sem tanta fragilidade.

Há quem se deixe convencer pelo raciocínio e financie as pesquisas, mas ainda não há uma quantidade suficiente de doação para que Zhavoronkov prossiga no estudo.

Para ele, isso é frustrante, e é o retrato da sociedade atual: mais preocupação com o presente do que com o futuro.

E não para por aqui!

O pesquisador ainda se queixa da supervalorização que as pessoas dão às celebridades, ao mesmo tempo que desvalorizam a comunidade científica.

Ou seja, ele acredita que é preciso rever nossas prioridades, e que boa dieta, ioga e medicina natural, como ele fez na sua juventude, por mais que ajudem, não são o bastante para prolongarmos tanto a nossa média de vida.

A equipe de Zhavoronkov desenvolveu algoritmos artificialmente inteligentes que podem conceituar e projetar novas moléculas para uso em tratamentos que aumentam a longevidade.

Além disso, também publicou recentemente um artigo que usa um algoritmo de aprendizado de máquina para rastrear precisamente como nossos músculos mudam à medida que envelhecemos.

Eles sonham alto e precisam do investimento de grandes empresas.

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