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O grande perigo do queijo de leite de vaca

“O queijo nunca deve ser introduzido no estômago. É totalmente impróprio como alimento. Alimentos cárneos, manteiga, queijo, pastéis e condimentos são usados livremente por velhos e jovens. Esses artigos alimentares perturbam o estômago, excitam os nervos e enfraquecem a mente” (Conselhos Sobre Regime Alimentar, pág. 368 e 369).

Por que os queijos são prejudiciais à saúde?

Entre os laticínios, o queijo de leite de vaca é um dos alimentos que em quase nada beneficia o organismo humano. Quando no estômago, este alimento se transforma em plástico gorduroso. Na tentativa de diluir o queijo, as glândulas do estômago injetam maior quantidade de ácido clorídrico, sem conseguir dissolvê-lo. Ao atingir o duodeno, o queijo obriga este órgão a pedir ajuda ao pâncreas, que envia maior quantidade de suco pancreático, visando quebrar a gordura encontrada nesse alimento. Não conseguindo realizar o trabalho da quebra das gorduras do queijo, o duodeno remete este ao intestino delgado para a absorção de possíveis nutrientes.

O intestino delgado, por sua vez, reconhece o queijo como um lixo orgânico, extraindo deste apenas a gordura, que é enviada ao fígado para suprir a corrente linfática. Ao cair na circulação linfática, a gordura do queijo é reconhecida pelo sistema imunológico como um material estranho, ou seja, uma ameaça ao organismo. Então os linfócitos T entram em ação para verificar se existe alguma ameaça. Ao infiltrar-se na gordura plástica para fazer inspeção, as células T ficam grudadas, sem conseguir se libertar, e terminam morrendo presa à viscosidade, o que contribui para o enfraquecimento do sistema imunológico.

Há pessoas que dispõem de um sistema imunológico forte a ponto de proteger o organismo acumulando a gordura plástica do queijo na pele, em alguma parte do corpo, formando tumores de gorduras localizadas, que recebem a denominação de “lipomas”. Uma vez atingindo os rins, a gordura plástica do queijo se calcifica, formando cálculos renais. Caso atinja a vesícula biliar, gera cálculos biliares. Os queijos fortes e velhos são mais prejudiciais à saúde por provocarem acidez estomacal, azia, queimação e flatulência. E, por prenderem os intestinos, causam prisão de ventre e enxaqueca.

Enfim, o queijo de leite de vaca é um concentrado de bactérias e tem uma substância denominada “tiramina”, que, além de causar enxaqueca ou fortes dores de cabeça, produz infecção urinária, ácido úrico, cálculos na vesícula e nos rins; e também assassina os linfócitos T, tornando o sistema imunológico debilitado e o organismo predisposto a câncer linfático e de cólon, além de outras doenças degenerativas.

Segundo pesquisa do doutor J. H. Kellogg, um grama de queijo novo, recém-fabricado, contém 140 mil bactérias. Um queijo de 25 dias de fabricado tem 1,2 milhões de bactérias por grama. Um queijo de 45 dias de fabricado chega a ter mais de 2 milhões de bactérias por grama. Como se não bastasse, as indústrias utilizam coalho de estômago de porco na produção de queijos.

Diante de tais informações, será que compensa continuar comendo queijo de leite de vaca?

Sugestões não faltam para substituí-lo, como queijo de leite de cabra, tofu (queijo de leite de soja), ricota (coalhada escorrida) preparada em casa ou coalhada.

O queijo de leite de cabra, apesar de também ter bactérias, não mata as células T nem causa enfermidades. Portanto, é mais saudável. Além disso, o queijo produzido com leite de cabra ou de jumenta é um alimento com alto índice de proteínas, minerais e oligoelementos, que fazem desta deliciosa especiaria uma rica fonte de vitaminas (A, B2, B9, B12 e D), além de proteínas, cálcio e lipídios. Também é importante fonte de zinco, iodo, selênio, potássio e fósforo.

Fonte: Terapeuta Natural (texto adaptado)

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