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O fungo cândida e sua relação com o autismo

O fungo cândida é uma espécie de levedura e está presente em uma série de regiões do corpo, incluindo o trato digestivo. De modo geral, micróbios benéficos presentes no intestino limitam o crescimento da cândida, mantendo-o em limites aceitáveis. Porém exposições a antibióticos eliminam tais micróbios, favorecendo o crescimento da população de cândida, que acaba por liberar toxinas prejudiciais ao sistema imunológico e nervoso.

Alguns dos problemas de comportamento ligados ao supercrescimento de cândida são confusão, hiperreatividade, perda de atenção, letargia, irritabilidade e agressividade. Problemas de saúde incluem dores de cabeça, dores de estômago, prisão de ventre, cólicas, fatiga e depressão. Esses problemas são normalmente piores em dias úmidos e em locais com presença de mofo.

Dr. William Shaw vem conduzindo importantes experimentos que relacionam a levedura ao autismo. Em um deles, tratamentos antifúngicos mostram melhoras no quadro de autismo. Existem vários métodos para o tratamento de cândida: dieta pobre em açúcares (fontes de alimento para o fungo), tratamentos com antifúngicos e ingestão de suplementos nutricionais que auxiliam na reposição dos micróbios “bons” no trato digestivo. O tratamento pode gerar piora do quadro em um primeiro momento (pois a cândida é destruída e seus fragmentos se espalham pelo corpo e somente depois são excretados), levando a uma piora no comportamento. Porém isso significa que o tratamento está surtindo efeito.

Vale ressaltar que esses tratamentos não levam à cura do autismo, porém à melhora do quadro clínico.

*Texto retirado de:http://www.airfree.com.br/imuno_deficiencia/texto_tecnico.asp?cod=287

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