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Nova pesquisa: ter uma religião pode fazer você viver mais

Será que ter uma religião pode aumentar nosso tempo de vida?

Se você achou a pergunta sem pé nem cabeça, então, com certeza, ainda não ouviu falar de uma pesquisa nova feita pela  Universidade de Ohio, Estados Unidos.

O centro de psicologia dessa universidade analisou 1.000 obituários.

Levantando os dados anotados na ficha de cada morto, os cientistas acreditam que pessoas religiosas vivem, em média, quatro anos a mais do que os ateus.

Esse resultado não é alterado mesmo quando levamos em consideração o gênero e o estado civil.

Todo mundo sabe, por exemplo, que as mulheres vivem algo em torno de sete anos a mais do que os homens.

Uma das informações mais interessantes é a que pessoas voluntárias de organizações sociais (aquelas que fazem trabalho voluntário) também estendem o tempo de vida.

No entanto, não  tanto quanto as pessoas religiosas, que chegam a viver um pouco mais de um ano em relação aos voluntários.

Podemos imaginar que os religiosos, além de realizarem ações sociais, também têm outras práticas que permitem mais tempo de vida.

De acordo com os pesquisadores, a rotina religiosa pode ser a chave para explicar a associação entre crença e longevidade.
 
Muitas religiões são adeptas de alimentação natural e do combate a vícios como cigarro e bebidas alcoólicas.

Além disso, a maioria trabalha a mente, o corpo e o espírito dos seguidores, a fim de que sejam pessoas menos estressadas e mais desapegadas.

Os pesquisadores, no entanto, reconhecem que há limitações no estudo.

É necessário, por exemplo, levar em consideração a etnia e a saúde de cada pessoa.

E tem mais: todas as informações recolhidas foram anotadas pelo escritor do obituário.

Por isso estão sujeitas a falhas e lacunas.

Mesmo assim, pela quantidade de pessoas analisadas, o fato de religiosos viverem mais deve ser sim considerado.

Você pode ter acesso à matéria na revista Social Psychological and Personality Science.

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