Compartilhar no facebook
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no linkedin

Mulheres devem ter muito cuidado com isto: pode causar perda de cabelo, unhas, memória…

Você já ouviu falar da síndrome do choque tóxico?

A modelo californiana Lauren Wasser, de apenas 24 anos, sabe na pele o que é sofrer desse mal.

Certa vez, resolveu parar numa farmácia e comprar absorventes internos de uma marca que já havia sido aprovada por ela.

Trocou três vezes: uma pela manhã, uma à tarde e outra à noite.

Em seguida, foi a uma festa.

Não se sentindo bem, Wasser se despediu de todos e foi para casa – mas só foi encontrada no outro dia de manhã, por um amigo que a viu caída no chão da rua, quase morta e com muita febre.

Chegando ao hospital, todos pensavam que era ataque cardíaco.

No entanto, um médico mais experiente perguntou: “A paciente está usando absorvente interno?”

Sim, ela estava!

Mas qual era o problema disso?

Muitas mulheres usam…

Lauren Wasser havia contraído a síndrome do choque tóxico (SCT), sendo induzida a um coma médico.

O resultado desse drama foi a amputação da perna direita.

A SCT foi reconhecida pela primeira vez em 1978, sendo relacionada às mulheres que usam absorvente interno de alta absorção e material sintético.

No entanto, hoje também sabemos que é possível contrair a doença entrando em contato com bactérias em ambiente hospitalar.

Staphylococcus aureus é uma bactéria comum no corpo da mulher, mas sua proliferação intensa provoca a síndrome.

E o que pode multiplicar tão rapidamente essas bactérias, causando infecção  no corpo feminino?

Isso mesmo: o uso prolongado de absorvente interno!

O tamanho não importa, vai depender do fluxo de sangue de cada uma.

Entretanto, o tempo de uso é crucial para manter a saúde do corpo.

A recomendação é que haja a troca a cada 4 horas, principalmente em climas tropicais, como no Brasil.

Os sintomas, como foi visto no caso da modelo, aparecem de forma súbita: febre alta, dor de cabeça, dor de garganta, olhos avermelhados, vômitos, diarreia e perda de memória.

Além de tudo isso, a síndrome pode provocar perda de cabelo, unhas, anemia e lesões no fígado, rins, músculos, podendo levar à morte.

Por isso, a ação precisa ser imediata.

Atualmente, graças a Deus, existem muitas marcas de absorventes internos que não usam fibras sintéticas.

E essa troca por fibras de algodão diminuiu bastante a incidência da doença.

Lauren Wasser sobreviveu a esse grande pesadelo e até hoje luta em campanhas para conscientizar a retirada dos materiais que provocam o desenvolvimento das bactérias.

Numa entrevista à revista VICE, disse: “Todos sabem que o cigarro pode matar. Quando você fuma, a escolha é sua. Se eu soubesse sobre a SCT, jamais teria usado esses absorventes".

Este é um blog de notícias sobre tratamentos caseiros. Ele não substitui um especialista. Consulte sempre seu médico.

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

DEIXE SEU COMENTÁRIO