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Conheça os principais mitos sobre autoestima e descubra como se livrar deles

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O que é autoestima? Às vezes somos levados a acreditar em fatos sobre esse sentimento que, além de não serem reais, nos deixam mais distantes de alcançá-lo.

Cada vez mais a autoestima tem sido um tema discutido.

E isso não é de se estranhar, já que entender e falar sobre o assunto pode trazer inúmeros benefícios para a vida de tanta gente.

Mas será que muitas das abordagens que vemos por aí estão corretas?

Será que nós sabemos, de fato, o que a palavra “autoestima” significa?

Existem mitos sobre autoestima circulando pelos nossos pensamentos?

A resposta para a última das perguntas acima é fácil: sim!

Às vezes somos levados a acreditar em fatos sobre a autoestima que, além de não serem reais, nos deixam mais distantes de alcançá-la.

Quer saber quais são as principais mentiras e entender melhor o verdadeiro sentido da autoestima?

Então é só continuar por aqui!

Autoestima é se sentir sempre bonito

A afirmação não poderia estar mais errada.

Desde sempre existe uma tendência de levar o papo sobre autoestima para um viés relacionado à aparência física.

É mais ou menos assim: “Vista uma roupa sensacional e se sinta radiante, com a autoestima nas alturas”, “faça aquele procedimento da moda para consertar o que lhe incomoda e elevar a autoestima”.

Fica fácil entender essa relação do bem-estar aliado ao externo quando pensamos que esse tipo de crença faz muitas indústrias lucrarem em cima da insatisfação estética.

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É importante lembrar que não existe nada de errado em gostar de se arrumar, de cuidar da aparência, e admirar o próprio reflexo no espelho, tá?

Não mesmo!

Só que isso está mais ligado à autoimagem do que à autoestima.

Existe uma diferença entre as duas coisas.

Além disso, o equívoco traz um perigo real: o de achar que só vai conseguir ser feliz quando alcançar um determinado padrão.

Isso não existe.

A mudança acontece de dentro para fora.

A autoestima é muito mais voltada para o autoconhecimento.

Para o entender a si mesmo em totalidade e se sentir confortável na própria pele.

É saber que existirão aqueles dias em que você vai acordar não se sentindo uma deusa, mas que está tudo bem.

Você se aceita, se acolhe e se gosta mesmo assim.

Autoestima é se achar melhor do que os outros

Definitivamente, não!

A consciência do seu próprio valor, ponto chave da autoestima, não tem nada a ver com sentir ser superior a outras pessoas. Muito pelo contrário! Quanto mais alguém se enxerga com empatia e carinho, mais fácil isso se reflete no olhar que tem sobre os outros.

A pessoa que não julga a si própria com dureza, que exercita a autocompaixão e que reconhece a própria importância torna esse tipo de atitude um hábito.

Consequentemente, é assim que trata o seu entorno também.

Arrogância e falta de humildade, na verdade, são fortes indicadores de uma grande insegurança.

É como se a pessoa precisasse diminuir o outro para se sentir maior.

Isso é, no fundo, um sentimento de inferioridade.

Autoestima é estar confiante todos os dias

Um dos grandes mitos sobre a autoestima é tratá-la como algo fixo, imutável.

Algo que, uma vez conquistado, estará ali para sempre. Infelizmente, não funciona assim.

Existirão as oscilações, aqueles momentos em que você duvida de si e a insegurança bate.

Portanto, pode tirar esse peso das costas e essa pressão de que ter uma boa autoestima é ser sempre duro na queda.

A busca pela autoestima está focada no equilíbrio.

E equilíbrio é também reconhecer suas fraquezas, mas não deixar que elas tomem conta das suas escolhas e dos seus dias.

Autoestima é um exercício diário.

A baixa autoestima é irreversível

Não, não e não!

Lembra-se da ideia que falamos sobre a autoestima ser algo imutável?

Ela também faz com que muita gente pense que, se não tem autoestima hoje, então nunca terá.

Grande parte da autoestima é construída em cima de experiências pessoais, então há sim casos difíceis.

São casos em que a baixa autoestima foi construída lá na infância, às vezes por fatores bastante traumáticos, e em que a desconstrução é um processo extremamente complexo.

Mas em todas as situações ela é reversível.

Principalmente se contar com a ajuda de um profissional.

Lembre-se sempre de que o alicerce da autoestima é a “estima por si”, o gostar de si, o valor que você atribui a si mesmo.

Todos podem iniciar a busca por essa transformação no cuidado consigo.

É um processo e uma prática constante.

Os mitos sobre autoestima nos ajudam a compreender o que a autoestima não é.

E compreendendo, fica mais claro enxergar o que ela realmente é.

Quem eu sou?

O que é importante para mim?

Quais são meus pontos fortes e aqueles a serem trabalhados?

A autoestima começa pelo autoconhecimento e vale muito a pena embarcar nessa parceria!

Boa caminhada!

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