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Longevidade do cérebro

Seu cérebro contém uma rica galeria de conhecimento e sabedoria que, neste exato momento, talvez esteja parcialmente inacessível a você, porque sua memória e seus potenciais cognitivos podem estar famintos, maltratados e subdesenvolvidos.
Mas a riqueza do conhecimento decerto está lá e muito viva, fisicamente codificada, praticamente imortal, esperando que você a alcance.
E quando isso acontecer, você provavelmente se sentirá uma nova pessoa. Nunca mais se sentirá como agora. Você tem sido machucado pelo estresse, exaustão, toxinas neurológicas e toda espécie de agressões radicais.
Por que o cérebro se deteriora? É simples: porque ele é parte do corpo humano. Esta é a notícia ruim. Mas, ao mesmo tempo, é a boa, porque qualquer órgão do corpo humano pode, com um programa adequado de manutenção e rejuvenescimento, ser estimulado a funcionar devidamente por toda vida.
Uma das principais causas da deterioração cognitiva associada à idade é o declínio significativo dos neurotransmissores nos idosos. Provavelmente a deficiência mais importante entre os neurotransmissores é a diminuição da acetilcolina, o principal transportador da memória.
Uma deficiência da acetilcolina significa que, mesmo que parte de uma trilha de memória ainda esteja intacta dentro de um neurônio, ela pode não conseguir entrar em contato com as outras partes da memória em diferentes neurônios, porque seu “sistema de transporte ” não está funcionando adequadamente. Esse fenômeno também é responsável pelas memórias fragmentadas, que caracterizam a debilitação da memória associada à idade.
Outro fator que prejudica muito um cérebro envelhecido é a má circulação. Nos idosos, um fluxo sanguíneo reduzido prejudica o funcionamento de todos os seus principais órgãos, inclusive o cérebro. Em razão de o cérebro usar 25% de todo o sangue bombeado pelo coração, ele está particularmente vulnerável a qualquer deficiência do sistema circulatório.
Quase 20% de todos os casos de declínio cognitivo grave nos idosos resultam da má circulação. É muito frequente as pessoas que acham que sofrem do mal de Alzheimer serem na verdade vítimas de uma série de pequenos infartos cerebrais que comprometeram intensamente o cérebro.
Ainda mais comum do que esses múltiplos infartos são uma prostração mental causada pela diminuição de fluxo sanguíneo para o cérebro, o que também contribui para uma degeneração cerebral lenta, fazendo com que milhões de neurônios morram gradualmente.
Há ainda outro fator importante que seria um influxo excessivo de cálcio para células cerebrais, o que, após um longo período, gera moléculas de radicais livres, que motivam disfunção dessas células e, mais cedo ou mais tarde, acabam por eliminá-las. Bilhões de neurônios morrem por causa desse fenômeno e outros bilhões ficam gravemente prejudicados. Quando pacientes com mal de Alzheimer são examinados numa necropsia, sempre há evidências de intenso acúmulo de cálcio nas células cerebrais.
Como os radicais livres podem causar o envelhecimento do cérebro
Os radicais livres podem ser produzidos por uma série de fatores. Até mesmo o oxigênio os produz como um subproduto do processo natural da oxidação. Assim, não há um meio possível de evitar pelo menos algum dano provocado pelos radicais livres. Na verdade, um certo grau de formação de radicais livres é saudável e necessário. Por exemplo, os radicais livres têm um importante papel na função do sistema imune. O elemento de imunidade é a produção de radicais livres que matam micróbios estranhos.
O cérebro não é a única parte do corpo prejudicada pelos radicais livres. Todas as células do corpo são vulneráveis. Os radicais livres, por exemplo, contribuem para a formação das células cancerosas. Uma teoria popular sobre envelhecimento afirma que é o tributo gradual cobrado pelos radicais livres que provoca o processo de envelhecimento.
Um radical livre é qualquer átomo que tem um elétron único. Normalmente, todos os elétrons se apresentam em pares – que é o estado natural e saudável. Contudo, esses pares podem ser “quebrados” por uma série de fatores, como cordisol, toxinas ambientais como os pesticidas e até mesmo a ingestão excessiva de gordura. Quando os elétrons se separam, ambas as partes buscam outros elétrons, para que eles, mais uma vez, formem pares e mantenham a saúde biológica do átomo. Logo, os elétrons únicos encontram seus novos “companheiros”, roubando-os de outros elétrons. Então os átomos que foram “roubados” encontram ainda mais átomos para “roubar”. Assim, uma reação em cadeia de destruição é formada.
Em cada célula do corpo, uma área especialmente vulnerável à destruição pelos radicais livres é a área de produção de energia, chamada mitocôndria. Quando um dano é feito às mitocôndrias, a célula fica tão prejudicada que acaba morrendo. Todos os dias, isso acontece a milhões de células, inclusive as cerebrais. Durante um longo período, essa destruição de células pelos radicais livres faz com que a pele endureça e crie rugas, os ossos fiquem frágeis e encolham, os músculos enfraqueçam e o cérebro se degenere.
Entretanto, há medidas terapêuticas a serem tomadas que podem neutralizar a ação dos radicais livres. A mais eficaz é a terapia nutricional com os “limpadores dos radicais livres”, também chamados de antioxidantes.
Alguns dos antioxidantes mais eficazes são as vitaminas C e E, o betacaroteno e os minerais zinco e selênio.
Sempre é tempo de dar um passo estimulante a caminho da regeneração de seu cérebro, mudando o rumo de sua vida. Talvez você tenha sentido que não poderia escapar desse declínio constante e até o achasse normal. Pode ser que você tenha acreditado que o “envelhecimento” e a “deterioração” fossem sinônimos. Mas eles não são.
O “envelhecimento” é apenas passar o passar do tempo. E o tempo pode ser usado para a regeneração, e não apenas para a degeneração.
(Leia mais aqui)
Fonte: Aloe Vita (texto adaptado)
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