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Fadiga crônica – tratamento com minerais e lactobacilos

Fadiga crônica, perda de energia, alergias, mal-estar geral e menor libido podem ter origem na candidíase intestinal

O supercrescimento de cândida é mais frequentemente associado ao uso crônico de antibióticos. Os antibióticos matam as bactérias amigáveis, que ajudam a manter a cândida sob controle. Além do uso de antibióticos, a candidíase é resultado do uso de corticoides, drogas antiúlcera, contraceptivos orais, muito açúcar na dieta e ausência de secreções digestivas.

As secreções digestivas, como o ácido clorídrico e as enzimas, normalmente impedem o crescimento demasiado da cândida e sua penetração nas superfícies absorventes do intestino.

O zinco e a vitamina B6 liberam a ação do ácido clorídrico no processo de digestão (sem ele não se absorvem os minerais). Disso decorre a chamada hipocloridria. Sem zinco e B6 o ácido clorídrico fica com ação irregular, sendo liberado em pequenas quantidades durante as refeições e de forma excessiva nos intervalos delas, formando um quadro de gastrite por deficiência do ácido.

Dieta

A dieta deve ser livre de açúcar refinado, inclusive sucrose e frutose. Também devem ser eliminados bebidas alcoólicas, queijos, frutas secas e amendoins. O leite e seus derivados devem ser evitados devido a seu alto conteúdo de lactose (açúcar do leite) e dos níveis de traços de antibióticos. Da mesma forma que a assimilação adequada dos nutrientes necessita de um “ambiente” ácido, a melhor absorção dos aminoácidos depende de um “ambiente” alcalino. Dessa forma, deve-se evitar o consumo de água mineral com gás durante as refeições, deixando-a para os intervalos entre elas.

Imunidade prejudicada

Quando o sistema imune está prejudicado, a cândida cresce demasiadamente rápido. Várias coisas podem enfraquecer o sistema imune, inclusive o uso frequente de antibióticos, quimioterapia, esteroides, radiação, vários produtos químicos ambientais, deficiência de nutrientes, doenças como câncer, diabetes e hipotireoidismo, álcool e estresse.

Quinze por cento da flora intestinal é cândida, que pode aumentar em até 100%, alterando a permeabilidade do intestino, impedindo a absorção adequada dos nutrientes dos alimentos. Oitenta por cento do intestino são os lactobacilos, antídotos da cândida. Quando essa proporção inverte-se, surgem as doenças, que na maioria das vezes não têm a origem devidamente identificada.


Deficiência de nutrientes

Quase todas as deficiências nutricionais podem resultar em supercrescimento de cândida, já que todos os nutrientes conhecidos são críticos para a função imune ideal. Os nutrientes particularmente significantes no tratamento da candidíase crônica incluem vitamina A, vitamina B6, zinco, selênio, magnésio, ácidos graxos essenciais (ômegas), ácido fólico, ferro, suplementos de lactobacilos e ácido clorídrico.

Lactofos

O lactofos é um suplemento de fruto oligossacarídeo e lactobacillus que fornece de maneira simbiótica as bactérias benéficas ao organismo humano. Os frutos oligossacarídeos (alimentos probióticos) promovem o crescimento das bactérias benéficas, suprimindo o crescimento de bactérias putrefativas, balanceando a flora intestinal (alimento prebiótico) e reduzindo, desta forma, o acúmulo de metabolitos tóxicos decorrentes de processos fermentativos e a incidência de câncer colônico. Ele favorece o reequilíbrio e a recolonização da microflora intestinal, além de prevenir as infecções ocorrentes após o uso de antibióticos. O lactofos também melhora o processo digestivo e auxilia na absorção de nutrientes.

Magnésio plus

O Magnésio plus é um suplemento que apresenta composição balanceada de minerais quelatos de alta absorção (magnésio, zinco, manganês), cálcio, vitaminas B3 e B6, lecitina de soja e óleo de fígado de bacalhau, cujas dosagens foram cuidadosamente estudadas para suprir certas necessidades essenciais do organismo humano sem provocar excessos.

Fonte: Aloe Vita (texto adaptado)

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