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Especialistas revelam o melhor e mais simples remédio para tratar uma queimadura de água-viva

Você já sofreu com a queimadura de uma água-viva?

Ela também em conhecida, em alguns estados, como “caravela”.
 
Trata-se de um animal aquático que aparece muito na praia em períodos de chuva.
 
É justamente nessa época que os banhistas são mais feridos.
 
O que fazer se uma água-viva encostar na sua pele?
 
Algumas pessoas dizem que a dor é aliviada com um pouco de urina sobre a região afetada.
 
Mas os especialistas não recomendam esse tratamento.
 
Eles também explicam que,embora o termo “queimadura” seja muito utilizado para se referir aos ferimentos causados por estes animais, a verdade é que há um envenenamento quando entramos em contato com a água-viva.

Isso resulta em ardência e marcas de inflamação muito parecidas com queimaduras.

A lesão provocada é proveniente do contato com pequenas células específicas, presentes especialmente nos tentáculos dos cnidários, os cnidoblastos ou cnidócitos.

Estas células parecem uma bolsa e guardam uma “arma” que auxilia as águas-vivas e caravelas na sua defesa.
 
O cnidoblasto é acionado assim que tocado e libera de dentro dele uma espécie de arpão que atinge a vítima.
 
Esse arpão se chama nematocisto e apresenta uma substância urticante que causa irritação e até paralisia em pequenos animais.
 
A quantidade de veneno injetada pode variar e os sintomas também.

Se o ataque for muito forte, é capaz comprometer grandes áreas e causar problemas respiratórios e cardíacos, levando a vítima à morte.

No Brasil a maioria dos acidentes são de leves a moderados e não comprometem órgãos além da pele, mas existem algumas espécies com potencial de se associarem a acidentes graves.   

De acordo com os especialistas, o tratamento ideal deveria ser feito com um soro composto pelo próprio veneno.

O problema é que o soro ainda não existe.

Por isso, recomenda-se, como medida de primeiros socorros, o seguinte:

  • A utilização de água do mar gelada em compressas para anestesiar o local.
  • Banho de vinagre – o que impede as células venenosas de se espalharem e aumentarem ainda mais o envenenamento.
  • Ou remédios indicados pelo médico, caso as duas dicas acima não resolvam o problema.

Nada além disso, segundo os especialistas, resolve, nem mesmo passar água doce.

A água doce dispara os nematocistos íntegros por osmose e aumenta o envenenamento.

É por isso que jamais deve ser utilizada.

Na maioria das vezes, os acidentes com água-viva no Brasil não causam nada muito grave.

Caso haja a formação de bolhas e feridas é importante procurar um médico, mas se não houver complicações na pele, faz-se desnecessário ser socorrido.

O mais importante é saber que devemos evitar tomar banho de mar e caminhar com muita atenção na areia da praia em períodos que a água-viva aparece em grande quantidade.

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