- PUBLICIDADE -

Error: Embedded data could not be displayed.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no linkedin

Energia em barras

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Em dietas de emagrecimento, barras energéticas não são a melhor escolha para substituir uma refeição.

As barras contêm proteínas, vitaminas, açúcar e sais minerais. Combinam fibras, sucos concentrados e xarope de milho (ricos em frutose), gorduras trans, frutas secas, amêndoas ou castanhas, e muitas ainda têm uma camada de chocolate. Essa mistura quase sempre resulta numa concentração de carboidratos maior que a de uma barra de chocolate comum. Portanto, barras energéticas não são indicadas para quem quer emagrecer.

Em má companhia

As proteínas usadas nessas barras são da soja e do soro do leite. Expostas a altas temperaturas no processo de produção, elas perdem muitas de suas propriedades. Especialmente a lisina, da soja, que, entre outras coisas, estimula o sistema imunológico, protege a integridade dos vasos sanguíneos, ajuda a assimilar e conservar o cálcio. Por outro lado, geram-se nesse processo muitas toxinas prejudiciais à saúde.

Outro ponto negativo é a frutose. Concentrados de suco de frutas e xarope de milho são ricos nessa substância, que causa mais danos que o açúcar, conforme diversos testes têm apontado.

Insulina e peso

Alimentos com baixa ou moderada concentração de carboidratos exigem menos insulina, o que pode ajudar o corpo a queimar gordura e perder peso.

Tendo como referência a produção de insulina causada pelo consumo de pão branco, que é composto basicamente de carboidratos, um estudo mostrou como se alteraram os índices de insulina em pessoas que se alimentaram com barras energéticas e com peito de frango sem pele cozido no vapor.

O grupo que comeu barras de baixa concentração de carboidratos teve a insulina diminuída em um quarto; no que consumiu barras energéticas de concentração moderada de carboiratos, o nível de insulina aumentou mais de um terço; o de barras de alta concentração de carboidratos teve a insulina aumentada em cerca de três quartos; o grupo que ingeriu peito de frango apresentou nível de insulina mais de três quartos abaixo.

Conclusão: barras energéticas não reduzem a insulina no sangue, como se pensava, talvez por combinarem carboidratos com proteínas. Assim, não ajudam a perder peso. Fique alerta.

Fonte: site do Dr. Rondó (texto adaptado)