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Energia em barras

Em dietas de emagrecimento, barras energéticas não são a melhor escolha para substituir uma refeição.

As barras contêm proteínas, vitaminas, açúcar e sais minerais. Combinam fibras, sucos concentrados e xarope de milho (ricos em frutose), gorduras trans, frutas secas, amêndoas ou castanhas, e muitas ainda têm uma camada de chocolate. Essa mistura quase sempre resulta numa concentração de carboidratos maior que a de uma barra de chocolate comum. Portanto, barras energéticas não são indicadas para quem quer emagrecer.

Em má companhia

As proteínas usadas nessas barras são da soja e do soro do leite. Expostas a altas temperaturas no processo de produção, elas perdem muitas de suas propriedades. Especialmente a lisina, da soja, que, entre outras coisas, estimula o sistema imunológico, protege a integridade dos vasos sanguíneos, ajuda a assimilar e conservar o cálcio. Por outro lado, geram-se nesse processo muitas toxinas prejudiciais à saúde.

Outro ponto negativo é a frutose. Concentrados de suco de frutas e xarope de milho são ricos nessa substância, que causa mais danos que o açúcar, conforme diversos testes têm apontado.

Insulina e peso

Alimentos com baixa ou moderada concentração de carboidratos exigem menos insulina, o que pode ajudar o corpo a queimar gordura e perder peso.

Tendo como referência a produção de insulina causada pelo consumo de pão branco, que é composto basicamente de carboidratos, um estudo mostrou como se alteraram os índices de insulina em pessoas que se alimentaram com barras energéticas e com peito de frango sem pele cozido no vapor.

O grupo que comeu barras de baixa concentração de carboidratos teve a insulina diminuída em um quarto; no que consumiu barras energéticas de concentração moderada de carboiratos, o nível de insulina aumentou mais de um terço; o de barras de alta concentração de carboidratos teve a insulina aumentada em cerca de três quartos; o grupo que ingeriu peito de frango apresentou nível de insulina mais de três quartos abaixo.

Conclusão: barras energéticas não reduzem a insulina no sangue, como se pensava, talvez por combinarem carboidratos com proteínas. Assim, não ajudam a perder peso. Fique alerta.

Fonte: site do Dr. Rondó (texto adaptado)
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