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Cuidados ao comprar ervas encapsuladas

Comprar ervas encapsuladas envolve muito mais que saber a seriedade do fabricante. É preciso saber, por exemplo, se as cápsulas são transparentes, se são ecológicas e, sobretudo, se contêm APENAS ERVAS.

As cápsulas transparentes mostram o que você está ingerindo. Quando se trata de saúde, o ditado “O que os olhos não vêem o coração não sente” não é válido. Imagine o que pode haver dentro delas? Certo dia eu tomava um encapsulado que comprei em uma farmácia de manipulação e vi um fiozinho dentro. Sacudi, virei, cismei. Abri a cápsula. E o que havia dentro? Um cabelo. Por sorte, como a farmácia onde comprei é séria, recolheu as cápsulas para análise e me deu outras, além de pedir mil desculpas. Por isso, quando for mandar manipular algum medicamento ou erva, exija cápsulas transparentes.

Sobre as ecocápsulas, alguns laboratórios, preocupados com o meio ambiente, usam cápsulas gelatinosas livres de dióxido de enxofre e dióxido de etileno. Procure ver se na embalagem consta essa informação antes de comprar.

Adquirindo o hábito de ler a embalagem – e a bula – você vai saber, por exemplo, que alguns fabricantes preenchem as cápsulas não só com erva, mas também com outras substâncias, como talco, amido de milho e dióxido de silício. E isso nem sempre implica o barateamento do produto. Lembro que, no Brasil, há laboratórios muito bem-conceituados que utilizam essa prática, que, a meu ver, é desonesta, pois erva em cápsula não precisa dos chamados “excipientes”. Resultado: o remédio não faz efeito e você termina comprando mais e mais, enriquecendo somente o laboratório e enchendo o corpo de “lixo”.

Outro fator importante é observar a concentração do produto. Por exemplo: algumas pessoas compram uma embalagem com 100 cápsulas de 200 mg por R$ 15,00 em vez de outra com 100 cápsulas de 500 mg que custa R$ 20,00 pensando estar lucrando. Na verdade, quanto mais concentrado for o extrato, menos cápsulas tomaremos.

E não é só isso. É preciso prestar atenção a tudo: ler bula, rótulo, ver data de fabricação e vencimento, bem como o estado de conservação da embalagem. Afinal, o que está em jogo é o nosso bem mais precioso: a nossa saúde.

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