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Covid-19: estudo revela locais onde contágio pelo novo coronavírus pode ser maior

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Bares e restaurantes são os lugares mais propensos à propagação e contágio do novo coronavírus.

Sem dúvida, o maior desafio mundial em 2020 tem sido o novo coronavírus.

Devido à contaminação por covid-19, as pessoas tiveram que mudar hábitos diários e se adaptar a um novo estilo de vida.

Mudanças como:

Sem contar que comércios fecharam as portas, aeroportos ficaram vazios, empregos foram perdidos e o índice de desemprego aumentou ainda mais.

Como consequência, todos os países sofreram grandes impactos econômicos.

Mas aos poucos o mundo está voltando à sua rotina, desde que seja seguido um protocolo de segurança sanitária.

Porém alguns setores ainda continuam com muitas restrições, sem uma data definida para retornar às atividades.

Locais de propagação

Alguns lugares facilitam a contaminação pelo novo coronavírus e, por isso, é necessário ficar atento.

Uma análise do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), dos Estados Unidos, identificou os lugares do país onde a doença mais se propaga.

Foram acompanhados pacientes assintomáticos durante um mês para saber quais eram seus hábitos diários.

Após esses 30 dias, descobriu-se que 40,9% dessas pessoas frequentaram ao menos um restaurante nas duas semanas anteriores ao diagnóstico.

A pesquisa conclui também que 24% dos entrevistados tinham ido a algum consultório, 15,6% visitaram um salão de beleza e 8,5% foram a um barzinho ou uma cafeteria.

Além disso, 7,8% tinham frequentado academias.

Esse mesmo percentual participou de alguma celebração religiosa.

Esses lugares também foram apontados pelo imunologista Anthony Fauci como os que deveriam ser evitados pela população.

Além disso, reuniões fechadas também podem ser perigosas e são apontadas como um dos maiores propagadores.

Por mais que os frequentadores se conheçam, a proximidade entre as pessoas causa sensação de segurança.

Desse modo, muitos não respeitam o distanciamento social nem usam máscaras.

No Brasil, estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) detectou a presença do novo coronavírus em pontos de ônibus, sobretudo na região hospitalar, no passeio da entrada de um hospital e em corrimões.

Conforme a Agência Brasil, foram colhidas 101 amostras, destas, 17 continham traços do vírus.

Por fim, os profissionais que atuam na linha de frente de combate ao novo coronavírus – médicos e enfermeiros – são os mais suscetíveis ao contágio, devido à proximidade com os pacientes infectados.