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Comer carne, uma forma de violência?

A situação dos animais de consumo nos convida ao vegetarianismo ou, no mínimo, a uma reflexão sobre nossos hábitos carnívoros.

Se remontarmos, por exemplo, à época de Jesus, o sacrifício de animais era umadesculpa para os homens ingerirem carne, e Jesus contestou o sacrifício de animais a cada passo. Ele proibiu a venda de animais para sacrifício e o consumo no templo, instituiu o batismo em lugar do sacrifício dizendo que Deus “requeria piedade, não sacrifício” e eliminou completamente o sacrifício de animais na Última Ceia (refeição vegetariana da Páscoa).

Pense um pouco: se você mata ou colabora na morte dos seres pagando a outrospara que matem por você, implicitamente está apoiando uma forma de violência. Por conseqüência, todas as outras violências ficam mais fáceis.Há pessoas que dizem: já está morto, então vou comer… De qualquer forma ela passou a apoiar os que mataram, toda a estrutura que vive desta violência. Há ainda os que acham que esses animais foram criados para isso e que, portanto, tal fato legitima a violência de sua morte. Ora, tal argumento serviria para qualquer morte. Se assim fosse, também poderíamos criar seres humanos para o sacrifício e seriam mortes justificáveis.

A raiz desse pensamento é a ideia de que nós homens somos proprietários dosoutros seres. Na realidade, todos os seres estão conosco no mesmo lugar, a Terra. À medida que o homem ganhou consciência, não cabe mais no simples papel de predador. Ele se encaminha para ser algo muito maior e essa é a razão da mudança de suas atitudes em evolução.

Esse assunto é abordado no vídeo A carne é fraca, produzido pelo Instituto Nina Rosa (http://www.institutoninarosa.org.br).

O documentário, que mostra as crueldades por que passam os animais criados para o abate, pode ser encontrado no Youtube.

Vale a pena ver e divulgar.

O que você pode fazer?

  1. Um estilo de vida mais saudável e humano pode começar na sua próxima refeição. Evitando produtos de animais, você ajuda a si mesmo, a terra e os animais.
  2. Elimine todos os tipos de carne.
  3. Coma mais grãos, legumes, frutas, verduras, castanhas, algas – Experimente comidas de “transição”, disponíveis em lojas de produtos naturais e até em supermercados. Existem deliciosos hot-dogs, hambúrgueres vegetarianos e outras delícias.
  4. Peça em sua escola, empresa ou restaurante favorito, uma opção vegetariana.
  5. Conscientize-se de que o governo sustenta a indústria da carne permitindo a criação de animais em terras públicas e oferecendo serviços administrativos, subsídios e redução de impostos.
  6. Faça com que os legisladores saibam o que você pensa de tudo isso.
  7. Leia mais sobre vegetarianismo. Procure por livros, revistas, jornais, zines e outras publicações sobre o assunto. Mantenha-se informado sobre grupos de pessoas que pensam como você. Escreva e junte-se a eles!
  8. Escreva para a fábrica de produtos naturais e tente manter-se informado de novos produtos vegetarianos lançados no mercado.
  9. Lembre-se sempre que a mudança depende exclusivamente de você! Uma pessoa pode salvar, em um ano, cerca de 60 animais apenas parando de comer carne.

Não sabe cozinhar sem carne?

Abaixo estão alguns grupos que trocam receitas sem crueldade:

Fonte de pesquisa: http://www.institutoninarosa.org.br/

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