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Cientistas alertam que este remédio muito popular pode destruir o fígado

O fígado é um dos órgãos mais importantes do sistema digestivo.

Elemento vital, fabrica bile, filtra o sangue, armazena a glicose e produz substâncias essenciais para manter o equilíbrio do corpo.

Uma de suas principais funções é promover a degradação de substâncias tóxicas introduzidas no corpo, para que possam ser eliminadas através das fezes ou da urina.

Mas, pasme!, de acordo com diversos estudos nosso fígado pode ser severamente danificado por uma droga bastante comum e que usamos com frequência: o paracetamol.

O paracetamol é o medicamento mais usado no tratamento de dores de cabeça, dores nas articulações, dores musculares, dores nas costas, gripes e resfriados.

Atua nos receptores dos neurônios envolvidos na dor e modifica seu funcionamento, o que explica o alívio sentido ao tomar esse analgésico.

O problema é que seu uso exagerado pode gerar insuficiência hepática aguda.

Especialmente se você associá-lo a outros medicamentos, como um remédio para resfriado.

A insuficiência hepática aguda se caracteriza pela deterioração rápida e grave da função hepática.

E pode acontecer com pessoas que nunca tiveram um distúrbio do fígado antes.

Segundo as estatísticas, o paracetamol é responsável por mais de 600 internações, 56.000 visitas a emergências e quase 40 mortes a cada ano nos Estados Unidos.

Na França, quase cem transplantes de fígado (cerca de 1.200 no total) estão relacionados a envenenamento por paracetamol.

Vamos esclarecer:  acima de 4 gramas por dia em adultos, o paracetamol é tóxico para o fígado.

Dependendo da continuidade dessa carga tóxica, o quadro pode se agravar e levar a uma hepatite potencialmente letal.

Esse risco aumenta se o consumo do remédio for associado ao consumo de álcool, porque o processo de eliminação da droga é o mesmo para a eliminação do álcool.

Um  estudo  publicado em 2006 no Journal of American Medical Association mostrou que, mesmo seguindo as recomendações médicas para tomar paracetamol, seu consumo ainda é perigoso para o fígado.

Dos 145 participantes do estudo, aqueles que receberam uma dose recomendada de paracetamol durante duas semanas tinham alanina aminotransferase (ALT), uma enzima do fígado presente em grandes quantidades durante a destruição das células do fígado: de 31% a 44% acima da média.

Segundo os autores do estudo, existem poucos medicamentos aprovados que produzem aumentos de magnitude e incidência semelhantes aos observados nesse estudo.

Esta é uma prova significativa de que o paracetamol é muito prejudicial para o fígado, mesmo se a dose estiver abaixo do recomendado.

De fato, o problema do paracetamol é que o corpo tolera, até um certo limite, e que sua dose letal é muito próxima da sua dose terapêutica.

A dica é: pense em métodos naturais  para manter seu fígado saudável e evite o paracetamol.

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