- PUBLICIDADE -

Error: Embedded data could not be displayed.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no linkedin

Caju pode ser arma contra o câncer

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
A castanha de caju tem potencial de ser uma alternativa inovadora e barata no tratamento do câncer de boca e de mama, segundo constatou o químico Wellington Alves Gonzaga em sua tese de mestrado apresentada na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (UnB) no primeiro semestre deste ano. O trabalho estudou as substâncias que compõem o óleo extraído do interior da casca da castanha, em especial do ácido anacárdico e do cardanol.




Durante dois anos, o pesquisador realizou seus estudos nos laboratórios de Ciências da Saúde e Química da UnB. Entre tubos de ensaio, bicos de Bunsen e elementos químicos, Wellington Gonzaga descobriu que, em determinados casos, as substâncias extraídas do óleo e processadas em laboratório têm o poder de destruir até 70% das células cancerígenas de mama e até 80% das células que provocam o câncer de boca.


A extração do óleo é uma tarefa delicada: a castanha precisa ser cortada e superaquecida com etanol para a retirada do líquido, que ainda é pouco valorizado no Brasil. Atualmente, quando ele não é descartado pelas indústrias após a torrefação, é vendido para empresas no exterior a preços irrisórios. Essas empresas fazem o processamento do óleo, que é revendido para o país a preços elevados. O pesquisador ressalta que é preciso ter cautela quanto ao uso da substância para o tratamento da doença. Uma descoberta como essa, estima, leva até 10 anos para se reverter em medicamentos, quando isso ocorre. “Depende de outros estudos, mas a pesquisa deu um norte para quem quiser continuar nessa linha. Só depois de passar por uma série de experiências e testes será possível definir se isso vai se transformar mesmo em um medicamento”, detalhou. Um caminho possível em novos estudos incluiria testes em animais, como ratos e outros mamíferos. Só depois teriam início as experiências em humanos.


Fonte de pesquisa:http://www.diariodepernambuco.com.br/2008/12/07/brasil3_0.asp