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Batata chips contém substância ligada a câncer, distúrbios hormonais e doenças nervosas

Batata chips contém substância ligada a câncer, distúrbios hormonais e doenças nervosas

Que tal uma batatinha tipo chips para lanchar ou petiscar durante o trabalho ou o estudo?

Boa ideia, não é?

Errado!

Apesar de ser muito vendida e apreciada, a batata chips é um alimento muito prejudicial.

Vamos esclarecer tudinho…

Na primeira fase de produção das batatas chips, os ingredientes são comuns e podem ser consumidos sem problemas: arroz, trigo, flocos de milho e flocos de batata.

Eles são misturados para formar um tipo de massa fininha.

Em seguida, inicia-se o processo de moldar as batatas.

Na última etapa, antes da embalagem, é a dos temperos.

Uma máquina sopra nas batatas para eliminar o excesso de gordura, depois as chips recebem sabores artificiais em pó, como bacon, queijo, cebola…

Depois que elas estão na forma que  as conhecemos, são levadas para assar numa temperatura altíssima.

O perigo está justamente no aquecimento das batatinhas industrializadas.

Quando o amido é aquecido em altíssima temperatura, que é acima de 120 graus Celsius, uma substância altamente nociva para a nossa saúde é formada: a acrilamida.

Para quem não conhece, a acrilamida é uma das substâncias mais prejudiciais e uma das causas comprovadas (pela ciência) de câncer.

Além disso, essa toxina:

  • Afeta o sistema nervoso
  • Causa infertilidade masculina
  • Está ligada a defeitos congênitos

Infelizmente, o aquecimento é inevitável, pois é por causa dele que as batatinhas ficam secas e crocantes.

Mas o problema não se resumem à batata tipo chips.

Muitos outros produtos estão contaminados pela acrilamida, produzida durante o aquecimento de alimentos ricos em carboidratos a temperaturas acima de 120° C.

Em 2014, a Proteste Associação de Consumidores analisou, aqui no Brasil, 51 produtos de oito categorias de alimentos: batata frita, batata chips, biscoito doce e salgado, biscoito cream cracker, pão francês, salgadinhos e torradas.

E constatou que todos esses produtos possuíam alta quantidade da perigosíssima acrilamida.

Veja a relação dos produtos com alto teor de acrilamida, segundo a análise da Proteste:

Em um informe técnico divulgado em 2007, a Anvisa recomenda que itens ricos em amido não sejam cozidos por muito tempo a temperaturas superiores a 120° C.

Mas, pelo que mostra a Análise da Proteste, parece que essa recomendação não está sendo levada a sério pela indústria alimentícia brasileira.

Aliás, não só aqui no Brasil, pois o problema ocorre também em outros países.

Em março do ano passado,  um juiz da Califórnia, Estados Unidos, determinou que 90 estabelecimentos que vendem  café alertem sobre os riscos de câncer que a bebida representa, justamente por causa da acrilamida.

Sim, o café também pode ter essa substância, pois ela pode surgir quando os grãos são torrados.

Mais uma vez reforçamos a necessidade de a sociedade se organizar e exigir da indústria mais cuidado e responsabilidade.

Outro ponto importante é a informação (é por isso que nós estamos aqui divulgando este fato).

Somente com informação, organização e pressão, podemos mudar este quadro de descaso.

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