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Anemia: o que fazer?

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 30% da população mundial têm algum tipo de anemia. Além disso, o número de casos entre as crianças menores de dois anos chega a quase 50% do total. Por consistir na redução dos níveis de hemoglobina no sangue, cuja principal função é transportar o oxigênio dos pulmões para as células, a anemia merece atenção.
Sintomas da anemia
Fadiga e cansaço fácil, palidez de pele e mucosas, sonolência e dificuldade de concentração, vertigens e desmaios e falta de apetite são alguns dos sintomas. Os menos frequentes são palpitações, batimento cardíaco alto, náuseas, dores de cabeça, esquecimento, icterícia e dor abdominal. Mas os sinais são variáveis e dependem da gravidade do quadro, da velocidade de instalação, dos níveis de hemoglobina e da doença que causou a anemia.
Causas da anemia
As principais causas da anemia são carencial, hereditária, por destruição periférica dos eritrócitos, decorrente de doenças crônicas e de doenças da medula óssea. A mais comum é a primeira (ferropriva), que pode ser desencadeada pela deficiência de ferro, de vitamina B12 ou de ácido fólico. Medidas alimentares podem prevenir e auxiliar no tratamento das anemias, sobretudo as carenciais.
O ferro é um nutriente essencial para a vida e atua principalmente na síntese (fabricação) das células vermelhas do sangue e no transporte do oxigênio para todas as células do corpo.
Como prevenir
A melhor arma para a prevenção da anemia ferropriva é, sem dúvida, uma alimentação bem variada, rica em alimentos que naturalmente possuem ferro e em alimentos enriquecidos e fortificados com o ferro. Em casos mais graves de anemia, é necessário entrar com medicamento, mas isso será avaliado pelo nutricionista e pelo médico.
As melhores fontes naturais de ferro são os alimentos de origem animal – carne de boi, frango, peru, porco, peixe e mariscos – por possuírem um tipo de ferro mais bem aproveitado pelo nosso organismo (ferro heme).
Outros alimentos, de origem vegetal, também possuem ferro (mas não o ferro heme), porém esse ferro nem sempre é biodispónivel para o nosso corpo, não sendo absorvido ou com pouca absorção. Entre eles destacam-se as leguminosas (feijão, grão-de-bico, fava, lentilha, ervilha), os grãos integrais ou enriquecidos, nozes, castanhas, rapadura, açúcar mascavo e as hortaliças (couve, agrião, taioba, salsa). Para uma melhor absorção do ferro presente nos alimentos, é recomendado o consumo de alimentos com alto teor de vitamina C (ela aumenta a biodisponibilidade do ferro e a sua absorção pelo nosso organismo), como acerola, abacaxi, goiaba, kiwi, laranja, limão, pimentão, repolho e tomate, na mesma refeição que o alimento fonte de ferro.
Alguns alimentos, porém, inibem a absorção do ferro, devendo ser evitados na mesma refeição (geralmente as grandes refeições: almoço e jantar), como chá, café, leite, queijo e seus derivados.
Fonte: Viva Mais Saudável (texto adaptado)
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