Compartilhar no facebook
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no linkedin

A ameaça dos conservantes

Os aditivos químicos são produtos artificiais ou naturais utilizados para dar cor, consistência, sabor, odor e durabilidade aos alimentos industrializados

Entre eles estão os conservantes, corantes, antioxidantes, estabilizantes, aromatizantes, adoçantes, homogeneizantes, espessantes e emulsificantes.

São identificados por códigos que confundem o consumidor.

Em nosso país é obrigatório constar nos rótulos os códigos correspondentes aos aditivos empregados.

Entretanto, alguns alimentos deveriam trazer advertências sobre os efeitos dos muitos aditivos que estão presente neles, como é o caso da fenilalanina e do glúten.

No mundo de hoje, de 75 a 80 por cento dos alimentos consumidos são sujeitos a processamentos e os aditivos alimentares são utilizados dez vezes mais do que há dez anos.

Veja alguns dos principais aditivos químicos dos alimentos:



E102 (amarelo tartrazina) – corante amarelo-alaranjado de bebidas, pudins, molhos e doces em geral: produz hiperatividade infantil, crises de asma e reações similares às da aspirina.


E122 (azorrubina) – corante púrpura-avermelhado usado em bebidas de framboesa e confeitaria: produz as mesmas reações acima.

E124 (poinceau 4R) – corante vermelho usado em produtos à base de morango, balas, pudins e bolos: produz as mesmas reações acima.

E131 (azul patenteado V) – corante azul-violeta usado em confeitaria: produz hiperatividade infantil, crises de asma, reações alérgicas similares à da aspirina e outras intolerâncias.

E132 (indigotina) – corante azul usado em molhos e confeitaria: produz as mesmas reações acima.

E155 (castanho HT) – corante presente em muitos alimentos processados: produz as mesmas reações acima.

E210 (ácido benzóico) – conservante sintético para produtos à base de frutas, picles, peixe marinado e molhos para saladas: produz hiperatividade, crises de asma e outras reações alérgicas. Sugeriu-se que favorece a entrada de vermes no organismo, prejudicando especialmente o timo, órgão que produz as células de defesa do organismo.

E211 (benzoato de sódio), E212 (benzoato de potássio), E213 (benzoato de cálcio) – conservantes similares ao anterior: produzem as mesmas reações acima.

E249 (nitrito de potássio), E250 (nitrito de sódio), E251 (nitrato de sódio), E252 (nitrato de potássio) – conservantes usados em alguns queijos e em carnes cozidas em geral, presunto, linguiça, salsicha, etc.: causam hiperatividade e outras reações alérgicas, sendo especialmente prejudiciais aos bebês. Sugeriu-se que se transformem em nitrosaminas, substâncias cancerígenas.

E310 (galato de propila), E311 (galato de octila), E312 (galato de dodecila) – antioxidantes adicionados a gorduras e óleos encontrados em alimentos fritos: produzem hiperatividade infantil, crises de asma, reações similares às da aspirina e são especialmente prejudiciais para os bebês.

E320 (butil-hidroxianisol) e E321 (butil hidroxitolueno) – antioxidantes usados em margarinas e outras gorduras, assim como frituras: produzem hiperatividade infantil, crises de asma e outras reações alérgicas, sendo especialmente prejudiciais para os bebês.

E621 (glutamato monossódico), E622 (glutamato monopotássico), E623 (diglutamato de cálcio), E627 (guanilato dissódico), E631 (inosinato dissódico) e E635 (5-ribonucleotídeo dissódico) – intensificadores de sabor usados em carnes cozidas e enlatadas, tabletes de caldo de carne e de galinha, sopas prontas: produzem hiperatividade infantil, crises de asma, reações similares às da aspirina e outras, sendo especialmente prejudiciais aos bebês.

São muito comuns as reações alérgicas ou de hipersensibilidade, algumas até mesmo fatais, a muitos dos aditivos artificiais. As mais frequentes são a urticária, o choque anafilático, os eczemas, as dores de cabeça, a diarreia, o vômito, os eritemas, a hiperatividade infantil, a rinite e a asma.

Já os aditivos naturais provocam infinitamente menos reações nocivas, como é o caso da beterraba, do urucum, do cacau, dos carotenos, da clorofila, da cúrcuma, do pau-brasil, do pau-campeche, da páprica ou da riboflavina, para citar apenas alguns corantes naturais. Prefira os produtos que os utilizam e sempre que possível prefira alimentos frescos, frutas e hortaliças cultivadas organicamente.

*Texto adaptado do original de mesmo nome, escrito pelo Dr. Sérgio Teixeira, retirado de:

http://www.velhosamigos.com.br/autores/teixeira/teixeira12.html

Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no twitter
Compartilhar no pinterest
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email

DEIXE SEU COMENTÁRIO