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Alecrim tem efeito semelhante ao do ginseng

O alecrim tem aplicações muito vastas: utiliza-se para as doenças nos rins, calculoses, vômito, vertigens e tonturas, indigestão, anemia, reumatismo, diarreia, sistema imunitário, epilepsia, vesícula, cansaço, memória, entre outros. É antisséptico e pode ser utilizado em lavagens, para problemas de pele (juntamente com outras plantas), como tônico capilar e, junto com a sálvia, para combater a caspa.

O alecrim é um arbusto rústico e persistente, atinge de 50 cm até 2 metros de altura, com folhas coriáceas, resinosas, lineares e verde-escuras na parte superior e verde-acinzentadas na inferior. Elas emanam um forte e agradável aroma. As flores, brancas e rosadas, são muito procuradas pelas abelhas.

Todos sabem para que serve, a utilidade e as inúmeras vantagens do ginseng.

Tal como o ginseng, o alecrim faz aumentar a pressão arterial, embora sejam mais frequentes os casos de taquicardia relacionados com o ginseng; é estimulante, favorece a atividade mental (memória), o ritmo cardíaco, serve para problemas de hipotensão (pressão arterial baixa) e para os nervos, o estresse e a ansiedade. E tudo isso a um baixo custo em relação ao ginseng.

Nos melhores tratamentos para os nervos e o estresse utilizam-se estimulantes de manhã e calmantes ao fim da tarde.

Como chá, o alecrim tem um sabor um pouco amargo e é quente, ou seja, tem uma ação fortificante e aquecedora sobre todo o organismo, particularmente o aparelho digestivo, revigorando e aumentando a disposição e a energia, agindo como um antidepressivo nos casos de esgotamento físico e mental.

Combate a diabetes e tem propriedades antirreumáticas.

Alguns dizem que tomado quente acalma a tosse.

Também ativa as funções do pâncreas e estimula a circulação.

Externamente, serve para desinfetar feridas e ajudar na cicatrização.

Para asma: fumo de alecrim (reduzir a pedaços pequenos as folhas secas, fazer um cigarro e fumar quando ameaçar ataque de asma).

Para reumatismo, eczemas e contusões: folhas cozidas no vinho usadas externamente.

Antisséptico bucal: infusão comum.

Para sarna: infusão bem forte aplicada externamente.

Cicatrizante de feridas e tumores: folhas secas reduzidas a pó ou suco.

Como medicação, só se utilizam folhas de alecrim.

Galhos floridos secando num vaso na casa estimulam a memória.

Uso caseiro: insecticida natural, plantado na horta, protege as outras plantas.

Ramos de alecrim frescos, colocados entre as roupas, defendem-nas de ataque de traças.

Desinfetante de alecrim: ferver folhas e pequenos caules de alecrim durante meia hora. Quanto menos água, mais concentrado será. Espremer e usar para limpar louças e casas de banho.  Para desengordurar melhor, misturar um pouco de detergente. Guardar na geladeira. Dura uma semana.

Aromaterapia: o óleo essencial de alecrim é utilizado para dores musculares, reumatismo, artrite.

O uso popular consagra o alecrim como remédio infalível para curar anemias. Para isso, basta jogar um ramo de alecrim em um copo de água (cerca de 200 ml) fervente, deixar repousar durante dez minutos, coar e beber meia chícara todas as manhãs, em jejum, mantendo na geladeira. Repetindo este tratamento cinco vezes (cerca de um litro de chá) consegue-se curar qualquer anemia.

Para tonturas e sequelas de derrame, preparar um chá com três cravinhos ou cravos-da-índia sem cabeça, uma colher de chá de alecrim e uma colher de chá de erva-doce. Tomar à noite antes de dormir.
O alecrim pode ainda ser usado como tônico capilar e para a caspa. Para isso, faça um chá bem forte com alecrim e sálvia e junte ao xampu, na proporção de um quarto de chá para um frasco de xampu. Pode também preparar uma tintura de alecrim e juntar 10 ou 15 ml ao xampu.

O alecrim parece ter a particularidade de adaptar o nosso sistema imunológico, adequando as respostas às necessidades do organismo, pelo que tem excelentes resultados nas doenças autoimunes.

Se você não gosta do sabor do chá de alecrim, junte um pouco de erva-doce. O chá com estas duas plantas é ótimo também para combater o mau hálito, no entanto, não é aconselhável a pessoas hipertensas.

Fonte: Viagem do Fazer (texto adaptado)

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