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A dieta SGSC e seu poder na vida do autista

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A dieta SGSC está tendo grande sucesso devido ao seu benefício nas alterações comportamentais e nos sintomas gastrointestinais dos indivíduos com transtorno do espectro autista. 

Você já ouviu falar na dieta SGSC? 

É uma dieta sem glúten e sem caseína (SGSC) que vem ficando cada vez mais popular no mundo. 

Essas duas proteínas são fáceis de encontrar na nossa mesa. 

O glúten pode ser achado em pães, macarrão, bolacha e em diversos alimentos industrializados. 

A caseína, por ser a proteína do leite, está presente no iogurte, queijo e em várias receitas que utilizam leite.  

A procura pela dieta SGSC está bastante ligada às pessoas com o transtorno do espectro autista (TEA), considerando que a maioria dos autistas possuem um desequilíbrio nutricional. 

Por isso é fundamental que sejam escolhidos alimentos anti-inflamatórios, ricos em fibra, ômega 3, magnésio, zinco e antioxidantes.

A oxidação é um processo natural que acontece no nosso organismo a partir da produção dos radicais livres.

Esse fenômeno é acelerado quando há uma dieta rica em alimentos prejudiciais e o uso frequente de medicamentos. 

Boas opções para inserir nessa dieta livre de glúten e caseína são as frutas vermelhas e cítricas, amêndoas, peixe, linhaça, além dos diferentes legumes e verduras. 

Como o glúten e a caseína agem no organismo 

O glúten se torna resistente à digestão por nele estar presente a gliadina e glutenina, substâncias que o fortalecem contra a ação das peptidases gástricas e epitélio intestinal, tornando um alimento difícil para digerir.  

Como consequência desse processo, o corpo dá respostas inflamatórias, alterando a microbiota intestinal e a permeabilidade intestinal. 

A dificuldade na digestão de alimentos com glúten e caseína provoca o aumento de peptídeos opioides no sistema digestivo.  

Essas pequenas proteínas conseguem passar pela barreira hematoencefálica, por meio do desequilíbrio na permeabilidade intestinal, e causam instabilidade no sistema nervoso central. 

A eficácia da dieta SGSC em autistas 

É possível encontrar algumas pesquisas que evidenciam o benefício da dieta. 

Por meio do ensaio clínico realizado com adolescentes autistas pelo PhD Faezeh Ghalichi, durante seis meses, foi possível apurar que os sintomas gastrointestinais tiveram uma redução de mais de 20% no grupo SGSC e os distúrbios comportamentais seguiram na mesma linha com uma queda de 5%.   

A dieta SGSC, quando usada de maneira contínua, auxilia também no aumento dos níveis de atenção, redução da hiperatividade e movimentos repetitivos, além de um leve crescimento na interação social.  

Os resultados são claros, indicando que cortar o glúten e a caseína, além de aliviar os sintomas, também oferece avanço nas diferentes áreas da vida social. 

As pesquisas e descobertas sobre o transtorno do espectro autista tiveram um considerável aumento nas últimas décadas, contudo, ainda são bastante limitadas. 

Diante desse cenário, é importante que você consulte o nutricionista e terapeuta antes de escolher qualquer método e dieta, respeitando sempre a especificidade do corpo. 

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