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8 hábitos que podem estar destruindo o seu cérebro

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Conheça oito hábitos bastante comuns que são extremamente nocivos ao cérebro, o mais perfeito de todos os “computadores”.

O cérebro humano é uma máquina extraordinária e perfeita.

Por comandar, direta ou indiretamente, todas as funções do corpo, o cérebro é também uma das estruturas mais complexas encontradas na natureza.

A “massa cinzenta” dos humanos é realmente uma obra-prima da natureza.

O mau funcionamento do cérebro, provocado por hábitos ruins, pode desencadear doenças neurológicas graves, como o mal de Alzheimer, o mal de Parkinson e a epilepsia.

Além disso, condições psicológicas terríveis como a ansiedade crônica e a depressão também se desenvolvem a partir de danos nas estruturas cerebrais.

Alguns hábitos podem de fato prejudicar o cérebro, e apresentaremos oito deles logo abaixo.

Entenda e elimine-os do seu dia a dia imediatamente para ter um cérebro saudável por mais tempo.

8 hábitos que podem destruir o cérebro

Dormir pouco e/ou dormir mal

Especialistas afirmam que a quantidade de horas de sono ideal para o descanso do cérebro são 8 horas diárias.

Além disso, o sono precisa ter qualidade.

Por isso, dormir pouco ou dormir em lugares barulhentos, com temperatura ambiente não muito propícia ou com a incidência de luz, por exemplo, pode acabar estressando o cérebro.

Esse “estresse cerebral” causa o envelhecimento e até a destruição das células do órgão.

Consumir muito açúcar

O consumo elevado de alimentos industrializados e adoçados artificialmente é um verdadeiro veneno para todo o corpo, não apenas para o cérebro.

Mas a nossa “central de controle” costuma sofrer especialmente com esses maus hábitos alimentares.

Acontece que os altos níveis de açúcar no sangue simplesmente destroem alguns neurotransmissores e prejudicam as estruturas da área cognitiva do cérebro, podendo provocar falta de memória e demência, por exemplo.

Fumar

As substâncias tóxicas presentes no tabaco são enviadas ao cérebro através das artérias que ligam o pulmão à massa cinzenta.

Ou seja, quando o fumante dá uma “tragada”, a fumaça jogada pra dentro do pulmão é compartilhada com o cérebro em segundos.

Compostos como a nicotina, por exemplo, desregulam o “ritmo” do cérebro, causando dependência.

Além disso, os venenos que compõem o cigarro também consomem as estruturas e células cerebrais, provocando desgastes.

“Explodir” em certas situações

Reações “explosivas” em relação a algumas situações que acontecem podem ser até mesmo fatais.

Acontece que esses picos de estresse e emoções quentes podem danificar as artérias, prejudicando também a função do cérebro e de todo o sistema neurológico.

Não é à toa que o acidente vascular cerebral (AVC) tem como um dos motivos os altos níveis de estresse e emoções intensas.

Por isso, buscar manter a calma e tentar relaxar são os comportamentos mais indicados nessas situações.

Inalar poluição

A poluição do ar, sobretudo em grandes centros urbanos, se tornou um problema crônico do qual é praticamente impossível fugir.

Mas inalar esse ar cheio de “lixo” é muito prejudicial para o cérebro.

As altas taxas de poluição do ar reduzem a quantidade de oxigênio que vai para os pulmões.

Com isso, menos oxigênio chega ao cérebro, o que com o tempo vai provocar a degeneração de células dos tecidos cerebrais como os neurônios.

Ficar muito tempo calado(a)

A fala é um elemento da comunicação, e a comunicação é um importante produto das funções cerebrais.

Inclusive, a capacidade de se comunicar através da fala é uma das características que nos diferenciam dos outros animais do planeta, deixando clara a superioridade do nosso cérebro.

Quando ficamos muito tempo sem falar, deixamos de exercitar esse importante aspecto da nossa capacidade neural.

Essa falta de prática, mesmo que momentânea, pode provocar regressões pontuais em alguns setores do cérebro.

Portanto, conversar com alguém, sempre que possível, é muito importante.

Forçar a mente enquanto estiver doente

Quando estamos gripados ou acometidos por algum tipo de infecção, por exemplo, o nosso cérebro fica relativamente debilitado, além de estar “focado” em resolver o problema do corpo.

Por isso, é prejudicial forçá-lo em jornadas pesadas de estudo e trabalho quando se está convalescendo, pois isso pode afetar as funções cognitivas.

Quando estiver doente, opte por descansar e repousar o máximo que puder.

Ao se recuperar, volte às atividades com todo o vigor, mas antes disso dê prioridade ao descanso cerebral, não o contrário.

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