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6 fatos sobre pílulas anticoncepcionais que toda mulher precisa saber

6 fatos sobre pílulas anticoncepcionais que toda mulher precisa saber

Junto com a liberdade que proporcionam às mulheres, as pílulas anticoncepcionais podem causar também graves problemas de saúde.

Você usa algum método contraceptivo?

Conhece os mais comuns deles, como DIU, anel vaginal, diafragma, camisinha, implantes e as famosas pílulas anticoncepcionais? 

É importante dizer que a descoberta das pílulas anticoncepcionais, na década de 60, revolucionou a sexualidade feminina.

Mas junto com essa liberdade que ela proporciona às mulheres, e praticidade que promove como método contraceptivo, os anticoncepcionais podem gerar também graves problemas de saúde.  

Aumento de peso, queda da libido, aumento de pelos e dores mamárias são apenas alguns deles.

A culpa disso é do excesso de hormônio que elas fornecem ao corpo da mulher.

A pílula anticoncepcional é uma combinação de hormônio, um composto de estrogênio e progestagênio (hormônio sintético derivado da progesterona).

Veja abaixo uma lista completa dos efeitos colaterais provocados pelo uso contínuo (ou inadequado) das pílulas anticoncepcionais.

Depressão 

O uso prolongado de pílulas anticoncepcionais à base de hormônio pode aumentar o risco de depressão, especialmente entre adolescentes.  

Câncer 

Um estudo dinamarquês relatou riscos de câncer de mama associados a formulações mais recentes de contraceptivos orais.

As mulheres que estavam usando ou pararam recentemente de usar anticoncepcionais hormonais tiveram cerca de 20% de aumento no risco relativo de câncer de mama em comparação com mulheres que nunca usaram contraceptivos orais. 

A situação se agrava em relação ao câncer do colo do útero.

Mulheres que tomaram contraceptivos orais de 0-5 anos tiveram um aumento de 10% no risco de desenvolver câncer cervical.

Para mulheres que estão tomando anticoncepcionais há mais de cinco anos, o risco dispara para 60% e dobra após 10 anos de uso.

Acidente vascular cerebral (derrame)

Mulheres que tomam pílula anticoncepcional (mesmo com baixo estrogênio) podem ter duas vezes mais chances de ter um derrame do que aquelas que não tomam.

Dores de cabeça e náusea

Dores de cabeça têm sido associadas com estresse, saúde cardiovascular, deficiências nutricionais e desequilíbrio hormonal causado pela pílula anticoncepcional.

Redução de nutrientes 

O uso de contraceptivos orais pode levar à perda de micronutrientes que são vitais para o bom funcionamento do organismo.

Um estudo mostrou que as mulheres que tomaram pílulas contraceptivas orais por pelo menos três meses apresentaram diminuição do zinco sérico, absorção tecidual alterada de zinco e diminuição da renovação óssea.

O zinco é essencial para a saúde cardiovascular e a função imunológica. 

Além disso, segundo a Organização Mundial de Saúde, o uso de pílula anticoncepcional tem demonstrado reduzir os principais nutrientes como ácido fólico, vitaminas B2, B6, B12, vitamina C e E e os minerais magnésio, selênio e zinco.

Dores de cabeça, nas articulações, inflamação e outras doenças crônicas podem ser consequência da falta desses nutrientes.

Síndrome pós-controle de natalidade 

Depois de interromper o uso da pílula anticoncepcional, as mulheres, muitas vezes, experimentam uma série de consequências: dificuldade para engravidar, desregulação hormonal, períodos perdidos, sangramento irregular, acne, câimbras e outros problemas relacionados a hormônios.   

Mudando seus hábitos e seu estilo de vida, é possível resolver muitos dos problemas causados ​​pelo uso de anticoncepcionais.

Converse com seu médico e faça exames regularmente para saber como anda sua saúde.

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