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6 dicas para recuperar os filhos que não respeitam os pais

filhos desrespeitosos

É muito feio quando percebemos que uma criança, e até mesmo um adolescente, não tem um pingo de educação.

As palavras: “Bom dia”, “com licença”, “obrigada”, “por favor” e “desculpe” parecem não fazer parte do vocabulário deles.

Além de falta de educação, não usar essas expressões quando necessário pode ser interpretado como falta de respeito.

Como pais, devemos assumir a responsabilidade de ensinar às nossas crianças e adolescentes as atitudes e gestos para expressar suas emoções e discordâncias sem desrespeitar as outras pessoas, quem quer que seja.

O problema é que nem sempre (ou quase nunca) essa é uma tarefa fácil.

Quando crianças ou adolescentes são dominados pela raiva, estresse ou frustração, a parte racional do cérebro é desconectada e, portanto, é inútil explicar qualquer coisa para eles.

Isso é algo que os pais devem considerar, já que não podemos transmitir nenhum tipo de ensinamento até que a outra pessoa se conecte emocionalmente conosco.

Nesses casos, as ameaças também não funcionam, porque em um momento de raiva as crianças só se lembram da ameaça e não do ensinamento.

Acontece o mesmo com o castigo físico.

Eles não apenas ensinam nada, mas geram ressentimento.

Para ensinar respeito às crianças é preciso respeitá-las.

As ameaças, as punições, a violência, a humilhação, a chantagem não são demonstrações de autoridade, mas de autoritarismo.

E com isso você não vai ganhar nada.

Quando nos deparamos com a falta de respeito por parte de nossos filhos, o que passa pela nossa cabeça não é muito diferente do que se passa na deles.

Da mesma forma que eles recusam algo que pedimos, nós também nos permitimos ser invadidos pela raiva, nos desconectamos da análise racional e achamos muito difícil reagir com calma e discernimento.

Mas, afinal, como podemos corrigir essas atitudes?

1. Educar desde o primeiro minuto

É um erro acreditar que, porque uma criança é muito pequena, ela não será capaz de entender as regras ou qualquer coisa que lhe seja explicada.

As crianças estão aprendendo o tempo todo.

Nunca se esqueça disso!

2. Aceite a frustração

Acredite ou não, superproteger as crianças é uma forma de grosseria.

Em nosso desejo de evitar o sofrimento, estamos cometendo o erro de não deixá-los se preparar para lidar com situações adversas.

Como adultos, sabemos que as coisas nem sempre serão como queremos, e não deixar que as crianças se preparem para isso fará com que não saibam enfrentar as adversidades.

Nós não queremos vê-los chorar e, então, aceitamos o que eles nos pedem.

Nós não queremos que eles fiquem bravos e então nós permitimos um comportamento inadequado …

Parte do aprendizado que todos nós precisamos tem a ver com saber suportar a frustração.

3. Definir limites

Às vezes, as atitudes negativas de nossos filhos têm a ver com o fato de que eles não sabem muito bem até onde podem ir e até onde não podem.

Isso tem a ver com limites não claros.

Se estabelecermos uma regra que deve ser cumprida, devemos, em princípio, pregar o exemplo e explicar quais são as consequências positivas da aceitação das regras.

4. Consistência e perseverança

As punições como “um mês sem televisão” ou “dois meses sem ir à casa de um amigo” são absolutamente inúteis.

Em princípio, porque dificilmente conseguimos mantê-los e, depois, porque após dois dias a essência da punição é perdida.

Uma punição deve ser uma penitência.

Duas horas sem televisão é mais eficaz que um mês que nunca será um mês.

Se entrarmos nesse caminho, estaremos perdendo a autoridade.

5. Discernir

Como pais, devemos ser claros sobre o que é intolerável e o que não é importante.

Às vezes, nos concentramos demais em “lave seu copo depois de usá-lo”, mas permitimos insultos e faltas de respeito de todos os tipos.

Qual é a atitude que realmente precisamos modificar?

As reflexões finais que podemos fazer são muitas, mas poderíamos resumi-las em um ditado muito popular: “Mais moscas são capturadas com mel do que com vinagre”.

Isso significa que se nos impusermos pela força, com severas punições, com punições físicas, com ameaças e humilhações, nós não vamos conseguir nada.

Só vamos ter – com raras exceções – ressentimento e mais abuso de nossos filhos que, infelizmente, afetarão mais tarde sua vida social e profissional.

Vamos conversar, explicar, perguntar, descobrir o que está acontecendo e deixar que nossos filhos saibam que uma má atitude, maus modos e desrespeito só causarão problemas e que é mais fácil e produtivo usar boas maneiras para gerar empatia com os outros.

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