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10 problemas de pele mais comuns em diabéticos

Os diabéticos devem cuidar da saúde da pele, que também é afetada pela doença.

O diabetes é uma doença crônica. Sua principal causa é o excesso de açúcar no sangue.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é o 5º país com mais casos de diabetes no mundo.

Ela acontece quando há a falta ou má absorção da insulina. Essa, por sua vez, é um hormônio produzido pelo pâncreas. 

Sua função é ajudar a conduzir a glicose para as células, que é convertida em energia.

Porém, o diabetes precisa ser muito bem controlada, pois afeta todo o corpo.

Quem sofre com a doença pode vir a sofrer com problemas na pele.

Isso ocorre devido a dificuldade do corpo manter a pele hidratada. 

Quando há excesso de açúcar no sangue, o corpo tenta eliminar pela urina.

E, quem é diabético vai várias vezes ao banheiro. Como consequência, eliminam muito líquido e a pele fica desidratada e ressecada.

Dessa forma, causa coceira e rachaduras. Assim, facilita a infecção por microrganismos.



Portanto, veja a seguir 10 problemas de pele que diabéticos podem vir a sofrer.

Infecções na pele

Pessoas diabéticas possuem imunidade baixa. Ou seja, o sistema imunológico não funciona adequadamente.

Como consequência, aumentam os riscos de infecções. Elas podem ser causadas por fungos e/ou bactérias.

No caso da infecção por fungo, a mais comum em diabéticos é a candidíase.

Essa condição afeta principalmente locais úmidos e quentes. Como, por exemplo, axilas, virilha, embaixo dos seios, entre os dedos e ao redor das unhas.

Os sintomas apresentados são: feridas avermelhadas, bolhas e coceira.

As infecções causadas por bactérias incluem:

  • Inflamações profundas na pele, como carbunculose;
  • Terçol;
  • Foliculite;
  • Infecções ao redor das unhas.

Já os sintomas são: calor, manchas vermelhas, inchaço e dores.

  • Carbunculose: é uma infecção na pele que começa com uma coceira, ferida avermelhada e pus.
  • Terçol: infecção que atinge as glândulas sebáceas e sudoríparas das pálpebras.
  • Foliculite: infecção que afeta os folículos pilosos (pelo encravado).

Coceira

A coceira na pele de diabéticos ocorre com mais frequência. 

Ela é decorrente das infecções (fúngica e bacteriana). Mas também, surge devido aos problemas de circulação e ressecamento da pele.

Por isso, recomenda-se manter a pele sempre hidratada. Opte por banhos frios ou com a água mais fresca. Também, use sabonetes neutros.

Xantelasma

Os indivíduos diabéticos possuem um risco maior de sofrer com o xantelasma.

Esse problema, para quem não conhece, fica ao redor dos olhos.

A condição ocorre devido ao excesso de colesterol. Com isso, forma uma placa de gordura amarelada no canto interno da pálpebra.

Ou seja, quando os níveis de glicose estão altos demais, afetam a decomposição das gorduras.

Além disso, podem prejudicar a absorção e decomposição de macromoléculas e nutrientes no corpo.

Consequentemente, dificulta o armazenamento do colesterol. 

Isso levará ao acúmulo de gordura nos vasos sanguíneos na região dos olhos.

Por isso, além de controlar o diabetes, é necessário controlar também os níveis de colesterol.

Xantomas eruptivos

Os xantomas eruptivos são lesões cutâneas (diz respeito à pele). Eles surgem devido ao acúmulo de gordura de triglicerídeos no sangue.

Mas, também, tem relação direta com a diabetes. Essas imperfeições aparecem em forma de “caroços amarelos”.

As partes do corpo mais afetadas são os braços, pernas, coxas e nádegas.

Necrobiose lipoídica

A necrobiose lipoídica afeta principalmente os diabéticos tipo 1. 

Inicialmente surge em forma de manchas vermelhas ou amarelas na região de canelas.

Em alguns casos,devido a pele ser muito fina, consegue-se visualizar os vasos sanguíneos.

O tratamento deve ser feito quando ocorre o rompimento da pele. Caso contrário, pode causar infecções mais graves.

Dermopatia diabética

A dermopatia diabética é uma lesão cutânea (na pele). Caracteriza-se por manchas escuras ovais ou arredondadas nas pernas.

A doença ocorre devido a complicações microvasculares. 

Ou seja, os pequenos vasos sanguíneos são danificados por causa do diabetes.

Se as lesões não forem tratadas, podem evoluir para feridas.

Esclerodactilia diabética

A esclerodactilia diabética é uma doença que engrossa a pele dos dedos.

Embora não cause dor, prejudica a mobilidade dos dedos.

Acrocórdons

Acrocórdons são aquelas “bolinhas” de consistência mole que surgem na pele.

Elas aparecem em áreas com dobras, como pescoço, axilas e virilhas. Na maioria das vezes as chamamos de verruga.

Essas lesões normalmente possuem a mesma cor da pele. Mas, em algumas ocasiões, são mais escuras.

O surgimento desses tumores estão relacionados diretamente à resistência à insulina – pré-diabetes.

Acanthosis nigricans

A acanthosis nigricans é uma infecção que afeta o pescoço, axilas e joelhos.

Ela é desencadeada pela pré-diabetes, diabetes tipo 2 e obesidade.

A lesão é caracterizada por manchas escuras e aveludadas na pele.

Bulose diabética

A bulose diabética é uma condição em que surgem bolhas na pele. 

Essa complicação afeta principalmente quem já sofre com o diabetes há vários anos.

No entanto, as bolhas permanecem na pele por duas a seis semanas. Mas o risco de infecção é secundária.

Importante

Se você é diabético e percebeu uma lesão na pele, procure um médico imediatamente.

O tratamento deve ser iniciado o mais rápido possível e sob prescrição de um profissional.

Cuidados que diabéticos devem ter

  • Controle a glicemia.
  • Opte por banho frios ou mornos. Isso porque, a água quente deixa a pele desidratada e ressecada.
  • Utilize sabonete neutro, de preferência líquido e sem perfume.
  • Enxugue bem o corpo para deixá-lo livre da umidade.
  • Aplique um creme hidratante corporal após o banho.
  • Opte por meias e roupas íntimas 100% algodão e sem costura. Esse tipo de tecido melhora o fluxo de ar e não prende a circulação.
  • Use calçados confortáveis.
  • Tome bastante água para manter o corpo hidratado.
  • Adote uma alimentação mais saudável.
  • Evite o consumo em excesso de açúcares.
  • Pratique atividades físicas regularmente.
  • Evite cigarro e bebidas alcoólicas.

Portanto, se você é diabético, não deixe de seguir o tratamento médico, mas, também, coloque esses bons hábitos em sua rotina.

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