Alcalinização milagrosa

Nosso corpo abriga uma grande quantidade de bactérias e fungos, que vivem, crescem e sobrevivem em harmonia quando estamos comendo e vivendo saudavelmente. Porém podem tornar-se altamente daninhos quando o meio onde vivem se altera.

A alteração desse meio é fomentada por dietas ricas em açúcar ou em hidratos de carbono, também por água e ar contaminados, ou pela destruição de nossa flora intestinal, causada pelo uso de antibióticos ou outros medicamentos (quimioterapia).

As bactérias e fungos se alimentam das mesmas substâncias de que se alimenta o nosso cérebro. Quando ingerimos em excesso alimentos ricos em glucose, também estamos alimentando em excesso as bactérias e fungos, que crescem e se multiplicam desproporcionadamente.

O consumo de substâncias por essa excessiva população faz com que o cérebro não receba suficiente alimento, e como o cérebro é quem manda, imediatamente emite as ordens reclamando sua ração. É quando sentimos a urgência de correr para ingerir algo doce, hidratos de carbono (se convertem em glucose) ou álcool.

Começa assim o círculo vicioso: ao ingerirmos mais, cresce a provisão de açúcares e, consequentemente, se multiplicam as bactérias e fungos; essa população em crescimento reclama mais alimentos, sentimos a necessidade de ingerir mais e mais.

Ocorre que, assim como as bactérias e fungos obtêm seu alimento de nosso sangue, também jogam nele seus desperdícios, toxinas que tornam cada vez mais ácido o meio e com o tempo chegam a “envenenar” os tecidos.

Para poder processar as toxinas, o fígado as converte em álcool (ácido) e esse excesso de álcool em nosso organismo produz uma sensação como a de estar bêbado, mareado, desorientado, mentalmente confundido.

A acumulação excessiva de bactérias e fungos reduz a provisão de potássio e magnésio do corpo com a consequente redução da energia celular, que provoca fadiga em excesso, redução das forças e da clareza de pensamento, acaba o entusiasmo, a ambição, a histamina; causa a liberação de radicais livres, os quais são coadjuvantes do processo de envelhecimento.

Outros sintomas de acumulação de bactérias e fungos são ataques de pânico, ansiedade, depressão, irritabilidade, dores de cabeça, dores nas articulações, inflamação nas vias respiratórias, sinusite, stress glandular e problemas menstruais.

Em diferentes estudos científicos (Dr. Gunther Enderlein, da Alemanha; Dr. Robert Young, dos EUA; Dr. Federico Ituarte, da Argentina; e outros) analisando as células vivas do sangue, observou-se que formas de bactérias que vivem em nosso organismo (algumas inclusive trabalham ajudando o corpo), dependendo do meio em que se desenvolvem, às vezes crescem e se alargam, tornando-se patógenas, em alguns casos, mudando de “bactéria” para “fungo”. Muitos estudos científicos coincidiram em que as bactérias e fungos podem chegar a causar enfermidades quando se lhes permite desenvolver-se em um terreno doentio (ácido).

Pouco sabemos, porém a acidez no pH dos tecidos de nosso corpo deve ser o selo distintivo do câncer e de outros desequilíbrios da saúde, como enfermidades cardiovasculares, problemas cerebrovasculares, patologias dos rins, transtornos inflamatórios e enfermidades do pulmão.

Tais estudos concluem que as células saudáveis são alcalinas; um ambiente ácido contém menos oxigênio que um ambiente alcalino; as células saudáveis morrem em um ambiente ácido, enquanto as células cancerosas morrem em um ambiente ALCALINO.

E sugerem que todo tratamento contra o câncer deveria começar mudando o ambiente ácido por um ambiente alcalino.

O investigador Sang Whang, com 50 anos de experiência no estudo do balanço ácido-alcalino, sustenta que é o excesso de ácido em nosso corpo que cultiva o câncer.

Dr. Robert O. Young, atualmente o microbiólogo mais reconhecido mundialmente, assim como muitos cientistas, diz que “a enfermidade é a expressão de um excesso de ácidos no corpo humano”. Robert O. Young é doutor em medicina, microbiologia e nutrição e há 30 anos realiza análises de sangue. Sua investigação sobre o câncer foi validada por um estudo científico britânico. Diariamente, atende 14 pacientes em seu centro “Milagroso pH”, localizado perto de San Diego, CA. Seu protocolo de “Estilo de Vida Alcalino” conta com 100% de efetividade em quem o aplicou e conseguiu vencer um sem-número de enfermidades metabólicas. Dr. Young, criador do conceito da “Nova Biologia”, é autor de reconhecidos best sellers “El Milagroso pH”, “Enfermo y Cansado”, “El Milagroso pH para Diabetes”, “El Milagroso pH para Perder Peso” e “El Milagroso pH para el Cancer”.

Dr. Robert O. Young sustenta que nosso organismo fabrica e utiliza bicarbonato de sódio como um sistema natural para manter o desenho alcalino para prevenir a degeneração do tecido (recordemos o característico sabor do bicarbonato que muitas vezes sentimos na boca antes do vômito). A hiperalcalinização dos tecidos corporais com bicarbonato de sódio é a maneira mais segura, eficaz e natural para frear qualquer condição cancerosa e muitas enfermidades e processos inflamatórios.

Por anos, Dr. Tullio Simmoncini, oncólogo italiano, esteve tratando o câncer e destruindo tumores mediante o uso de bicarbonato de sódio. Dr. Simmoncini diz que o bicarbonato de sódio é um remédio seguro, extremamente barato e inegavelmente efetivo quando se trata de tecidos cancerosos. A maioria de nós inicia a vida como seres sãos. Conforme envelhecemos, e em grande parte por causa de nossos estilos de vida pouco saudáveis, bactérias e fungos se acumulam constantemente em nosso organismo, rompendo o equilíbrio saudável em um círculo vicioso cada vez mais grave. As bactérias e fungos envenenam, estressam e debilitam nosso sistema imunológico. Está comprovado que a maioria das enfermidades imunológicas e das condições infecciosas é causada ou piorada pela presença de bactérias e fungos.

Dr. Robert Young diz que uma adequada provisão destes quatro sais de bicarbonato é a melhor proteção contra o envelhecimento e toda enfermidade, incluindo o câncer. Melhoram o rendimento atlético e, ao melhorar a saúde em geral, melhoram também o estado de ânimo e as energias: “Durante anos, tenho observado o impacto que provoca aquilo que ingerimos no delicado balanço do pH de nosso sangue. Através de minhas investigações comprovei que a combinação de 4 maravilhosos sais de bicarbonato (sódio, magnésio, potássio e cálcio) ocorre naturalmente em todos os fluidos de um corpo são, com o propósito de manter o balanço alcalino-ácido natural e atuando como antioxidantes, que retardam o processo de envelhecimento. Durante os recentes jogos olímpicos em Beijing, vários dos principais atletas melhoraram seu rendimento e inclusive romperam alguns records ingerindo 1 colher de bicarbonato de sódio”.

Para frear o envelhecimento e recuperar a saúde, é necessário acabar com o dano do ácido nas células mediante uma dieta alcalinizante. É hora de fazer as mudanças necessárias em nosso estilo de vida para que nosso corpo volte a um estado de equilíbrio e harmonia.

Beba ao menos um litro de água por dia ao qual tenha agregado uma colher de sopa de bicarbonato de sódio. Isto ajudará a enxugar seu sistema e a liberá-lo da acidez acumulada.

Para solucionar casos de pneumonia, asma, sinusite, faça nebulizações de água com duas gotas de bicarbonato de sódio líquido duas ou três vezes por dia.

Para prevenir a acumulação de bactérias na boca, faça bochechos com uma mistura de uma colher de chá de bicarbonato de sódio em um copo d’água.

Para eliminar os resíduos químicos de seu cabelo, agregue uma colherinha de bicarbonato de sódio a seu frasco de xampu.

Para combater os efeitos de uma ingestão ácida, beba antes ou depois dela um copo d’água com uma colher de chá de bicarbonato de sódio ou duas colheres caso se exceda com o álcool.

De acordo com Dr. Robert O. Young: se mantivermos nosso corpo com um pH alcalino entre 7,3 e 7,4, nos manteremos livres de enfermidades.

Fonte: Livre Pensar

Observação

Aqui no Brasil existem purificadores que alcalinizam a água. Experimentamos alguns, mas todos apresentaram imperfeições, falhas de projeto, apesar de alcalinizar a água. Conclusão: ainda não existe no mercado nacional um bom purificador de água álcalina.
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Receita da canja de galinha regeneradora

Esta receita faz parte do método Casalecchi.

Em uma panela grande, coloque 2 litros de água, 3 tomates médios sem a pele e sem as sementes, 3 cebolas médias cortadas em 4 partes e desfolhadas, 2 copos de 250 ml (de requeijão) de arroz, sal  e salsa a gosto, azeite a gosto. Leve ao fogo.

Quando a água ferver, coloque 2 peitos de frango sem a pele e  com os ossos. Quando a carne estiver cozida, retire o frango da panela e deixe esfriar, para em seguida extrair a pele e os ossos (desfie bem o frango ou corte em cubinhos).

Com a panela quase sem água, recoloque o frango desfiado com mais 1 litro de água. Deixe esquentar até ferver, desligue o fogo e pronto! Deixe esfriar, distribua a canja em 7 recipientes de plástico e coloque no freezer. Quando for esquentar a porção do dia, observe se está seca. Se estiver, coloque um pouco de água (a gosto).

É importante que a canja seja ingerida em sete jantares seguidos para que se colham os seus benefícios.

Esta receita faz parte de um dos 11 passos para reduzir 80% dos sinais e sintomas em apenas um mês.

Fonte: Você com Saúde
Texto adaptado

Observação

Eu prefiro fazer a minha canja de galinha sem congelar, para comer no dia. Apenas tempero a galinha, divido em partes e congelo. Na hora de fazer, liquidifico os temperos (tomate, cebola, coentro, um pouco de curry) e cozinho com a galinha e um pouco de arroz integral. Depois retiro as partes de carne e tomo a sopa.
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Cardiopatas desconhecem alimentos saudáveis para o coração

Uma pesquisa da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo apontou a falta de conhecimento de pacientes cardíacos sobre alimentos que fazem bem ao coração. O estudo foi feito com cardiopatas do hospital estadual Dante Pazzanese, referência em tratamento cardíaco na capital paulista.

No questionário aplicado aos cerca de 50 doentes em tratamento, todos afirmaram conhecer apenas um de uma lista de 17 alimentos mais recomendados para o cuidado cardíaco, no entanto, desconheciam os benefícios da maioria deles.

Outro dado levantado pelo estudo foi que os pacientes não sabem qual a quantidade diária recomendada de cada alimento. Segundo o levantamento, os alimentos mais consumidos pelos pacientes dentro das quantidades recomendadas são o azeite (87,23%), o alho (82,98%), a linhaça (76,60%), os produtos integrais (72,34%) e a aveia (70,21%).

No trabalho de orientação alimentar realizado pela equipe de nutricionistas do Dante Pazzanese, a dieta ideal para o cardíaco deve ser composta de alimentos como linhaça, peixes, chá verde, chocolate amargo, azeite, alho, abacate, aveia, soja, cereais e produtos integrais, óleos vegetais, iogurte, tomate, vinho e suco de uva.

Os alimentos cardioprotetores são compostos bioativos que possuem ação sobre a diminuição da pressão arterial, do colesterol ruim, triglicérides e controle do peso. Também contribuem na melhora do colesterol bom e a diminuição da agregação plaquetária, que é responsável por controlar a boa circulação sanguínea para evitar coágulos e derrames. “Uma alimentação saudável, quando aliada ao tratamento clínico, não só melhora quadro geral do cardiopata, mas também possibilita qualidade de vida ao longo do tratamento, principalmente nos casos crônicos”, explicou a nutricionista responsável do hospital, Renata Alves.

Uma dica é ingerir uma colher de farinha de linhaça na refeição do almoço para diminuir a absorção de gorduras e carboidratos.


Texto adaptado.

Fonte: Terra Saúde 

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Alimentos alcalinos e vitalidade

Os alimentos são geralmente classificados como ácidos ou alcalinos de acordo com o resíduo que deixam no corpo humano depois de terem sido metabolizados. Geralmente a maioria das dietas é acidificante, o que causa o afastamento maior da saúde, ou seja, o agravamento das mazelas (doença é o desvio do ácido básico).

De modo geral, são acidificantes as carnes de todas as espécies (suínas, bovinas, caprinas, equinas), assim como tudo que vive no mar, tudo que rasteja, voa, tem olhos, todos os derivados da vaca (leite, iogurte, coalhada, queijos), todos os grãos, de cereais e de feijões, todas as nozes, castanhas, coco verde, amendoins, avelãs, pinhão, macadâmia, castanha de caju, chá preto, mate, café, refrigerante, álcool, cigarro, alimentos industrializados, cristalizados, em conserva, químio e radioterapia, frituras, derivados de petróleo (corantes, edulcorantes, estabilizantes, gordura hidrogenada) e os remédios antibióticos.

E são alcalinizantes todas as frutas frescas, secas, folhas verdes, legumes, raízes, painço, amêndoas, pistache, melaço de cana, couve-flor crua, milho verde, abobrinha sem agrotóxico, ameixa preta, banana-passa, damasco, uva-passa, manga seca, pera seca, figo seco, quiabo, chuchu ralado cru (a gosma é alcalina).

Amêndoas, avelã, azeite de oliva extravirgem, castanha-da-índia, óleo de gergelim prensado a frio, pinha, sementes de abóbora, sementes de gergelim e sementes de girassol são alimentos neutros.

O equilíbrio ácido-alcalino é essencial para o correto funcionamento dos organismos vivos. A alcalinidade/acidez do corpo é medida pelo pH (potencial de hidrogênio), que é representado numa escala de 0 a 14, sendo de 0 a 6,99 pH ácido, 7 neutro e de 7 a 14 alcalino. O pH do sangue é 7,4 e precisa ser mantido assim para preservar a nossa vida.

Uma dieta desequilibrada tende a acidificar o sangue e os tecidos do corpo, levando, por exemplo, à perda da imunidade, ao câncer e à desmineralização óssea. A falta de reservas alcalinas ou a hipoalcalinidade também é a causa de reumatismo, das condições de artritismo e de tantas outras doenças.

Alguns sintomas do excesso de acidez: baixa energia, fadiga crônica, excesso de produção de muco (catarro), congestão nasal, resfriados frequentes, gripes e infecções, nervosismo constante, estresse (acidose), ansiedade, irritabilidade, agitação, unhas fracas, cabelo seco, pele seca, formação de cistos, ovários policísticos, cistos mamários benignos, dores de cabeça, dores articulares, artrite, neurite, dor muscular, câimbras, gastrite, indigestão ácida e cálculos biliares (sistema acidificado que não é tratado bioquimicamente – equilíbrio do ácido-básico).

Nossa saúde depende do correto equilíbrio entre os ácidos e alcalinos de nosso corpo. O estômago tem que ser ácido para digerir a proteína. O intestino delgado tem que ser alcalino para que seu processo digestivo possa ocorrer. Da mesma forma, o sangue tem que ser 80% alcalino e 20% ácido.

Para equilibrar nosso organismo, temos que equilibrar nosso regime alimentar comendo diariamente 80% de alimentos alcalinos e 20% de alimentos acidificantes ou acidóticos. Isso não é simplesmente uma questão do pH do alimento, mas do pH das cinzas do alimento após ter sido metabolizado. Por exemplo, a laranja, que fora do organismo tem um pH ácido, é formadora de alcalinidade porque deixa cinzas alcalinas no final de todo o metabolismo.

O excesso de acidez, ou melhor, a falta de alcalinidade nos traz uma sensação de que a vida é vivida com grande esforço. Quando se tem muita acidez no corpo, os nervos ficam à flor da pele. Ao equilibrarmos o regime com 80% e 20%, teremos uma sensação de continuidade ou fluidez da vida, que se leva com maior facilidade.

A acidez leva à dor, à doença e à morte, enquanto a alcalinidade leva a uma melhor saúde e à longevidade.

Água alcalina e saúde
A água alcalina também tem papel fundamental para manter o equilíbrio ácido-alcalino. O consumo de água alcalina com pH acima de 7,5 e que contenha propriedades antioxidantes é primordial. Além do mais, a água alcalina é o único alimento que não deixa nenhum resíduo que venha a ser acidificante. Ela funciona melhor que a dieta porque não adiciona mais resíduos no processo de redução dos ácidos. Todas as dietas especiais e os exercícios físicos criam também mais resíduos ácidos. E a água alcalina com qualquer dieta ou regime de exercícios funciona muito bem. Como é muito difícil mudar hábitos alimentares, beber água alcalina é uma solução fácil para nosso modo de vida moderno.

Certos médicos dizem que o ácido do estômago neutraliza a água alcalina e que, portanto, beber essa água não tem utilidade, o que não é verdade. O fato é que, se o estômago fica muito alcalino, ou menos ácido, devido à ingestão de água alcalina, ele precisa produzir mais ácido hidroclorídrico para manter o estado ácido original. No processo de geração desse ácido, o pâncreas, depois de um comando que parte do intestino delgado, produz bicarbonato de sódio, um elemento alcalino, que vai parar na corrente sanguínea, tornando o sangue mais alcalino.

A água alcalina contém milhões de antioxidantes, que hidratam o corpo, além de lhe fornecer cálcio e oxigênio, e, o mais importante, ajuda a eliminar toxinas perigosas e resíduos.

O problema é que a maioria das águas minerais vendidas no mercado tem pH em torno de 4, ou seja, são ácidas. Sem falar na obrigatoriedade de adição de flúor e na possibilidade de contaminação no engarrafamento, no transporte e no armazenamento.

Aqui no Brasil os purificadores de água também deixam a desejar, uma vez que oferecem basicamente tratamento físico, químico e bacteriológico. A exceção que encontrei foi o AcquaLive, um purificador com certificação máxima do Inmetro que fornece água alcalina ionizada, garantindo um pH acima de 8. Eu experimentei e aprovei. A água realmente fica alcalina, além de muito gostosa. Para comprovar, eu usei fitas de pH e reagente. O resultado a gente vê no aumento da alcalinidade do sangue e na consequente melhora gradual da saúde.

A água alcalina ionizada é reconhecida tanto no Japão como na Coreia por seu fator terapêutico, sendo usada em hospitais e clínicas de ambos os países há mais de vinte anos. Ela pode ajudar o corpo a recuperar sua habilidade de funcionar em seu nível mais alto e manter um apropriado balanço de pH, fornecendo uma rica fonte de minerais alcalinos, como cálcio, magnésio e potássio, que o corpo pode usar facilmente.

Segundo o livro O Milagre do pH, de Robert Young, tomar água ionizada alcalina fornece oxigênio extra indiretamente às células do organismo e o sangue pode fluir mais facilmente para qualquer parte do corpo.

A água alcalina favorece uma melhor digestão dos alimentos; contraria os estados de hiperacidez gástrica, que provoca azias e úlceras gastroduodenais; combate a hiperacidez orgânica devido às dietas ricas em carne e produtos refinados e pobres em frutos, legumes e fibras; atravessa facilmente as paredes celulares, favorecendo a digestão, o metabolismo celular e a eliminação das substâncias resultantes desse metabolismo; evita as fermentações digestivas devido aos erros alimentares; ajuda nos casos de diarreia crônica.

Além disso, beber água alcalina com propriedades antioxidantes ajuda na prevenção de mais de duzentos tipos de doenças, inclusive o câncer e o diabetes.
  
Fontes de consulta:
http://www.cen.g12.br/virtual/biologia/alimento_vivo.htm
http://misturaviva.blogspot.com/2004/09/equilbrio-alcalino-cido.html
http://aminhadieta.blogs.sapo.pt/241604.html
http://www.artedenutrir.com.br/dicasacidas.htm
http://saudeperfeitarfs.blogspot.com/2005/05/gua-cura-tudo-25.html
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Apendicite – tratamento natural

Apendicite é a inflamação do apêndice, causada por alimentação inadequada, prisão de ventre ou até mesmo por focos infecciosos.

O doente sente dor súbita no ventre, abaixo do umbigo, acompanhada de sensação de mal-estar, náuseas, vômito e falta de apetite. Esses sintomas podem ser acompanhados de febre ou não e precisam ser bem observados, pois as dores abdominais, por exemplo, podem ter como causa o acúmulo de gases ou de matéria sólida em determinada parte do abdome – nesses casos, desaparecem com a evacuação.

Na fase aguda de uma apendicite, as dores tornam-se cada vez mais intensas e constantes, podendo haver alívio repentino depois de um período de dor, que deve ser considerado sinal de perigo: este alívio pode significar a perfuração do apêndice ou o início de gangrena no órgão. É muito importante procurar socorro médico imediatamente. Na maioria das vezes, a solução para o problema consiste na extirpação cirúrgica do apêndice, porém a inflamação pode ser combatida se identificada a tempo.

Para prevenir a apendicite, evite o uso de bebidas alcoólicas, café, chá preto, condimentos irritantes, alimentos com gorduras (fritos, lacticínios, margarina, ovos), alimentos industrializados e charcutaria. Utilize alimentação natural, composta de vegetais crus, cereais integrais e frutas frescas da época. Beba muita água pura e fresca e utilize alimentos ricos em fibras.

Tratamento natural preventivo para apendicite utilizando hortaliças

Agrião – sumo diluído em água. Tomar um copo duas vezes ao dia.
Cebola – chá (200 gramas para um litro de água). Cozinhar a cebola na água por 15 minutos e depois de arrefecer tomar três xícaras ao dia.
Tomate, cenoura e beterraba – sumo combinado. Tomar um copo quatro vezes ao dia.

Tratamento natural preventivo para o apendicite utilizando frutas

Maçã – refeições exclusivas três vezes por semana.
Mamão – refeições acompanhadas com torradas e mel três vezes por semana.
Pera – refeições exclusivas três vezes por semana.


Fonte: Remédios Caseiros Naturais

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Tratamento natural para gota e ácido úrico

Doença inflamatória muito dolorosa, pertencente à família do reumatismo, a gota em geral afeta primeiro as articulações dos membros inferiores e depois as dos membros superiores, ocasionando avermelhamento, calor e inchação local.

As primeiras crises manifestam-se à noite, precedidas pela ingestão excessiva de alimentos ricos em purina (proteína) e em ácido úrico, como também pela ingestão de bebidas alcoólicas e devido ao uso de certos medicamentos alopáticos (diuréticos), a trauma e a cirurgia.

Caracteriza-se por uma dor articular aguda, normalmente unilateral, que pode acentuar-se no período da madrugada até o amanhecer, ou durante a realização de um esforço físico.

A crise dura de quatro a sete dias, podendo prolongar-se além desse tempo; se for muito intensa, o seu agravamento pode ocasionar febre baixa e calafrios.
                      
Relacionada a fatores hereditários – em alguns casos, doença familiar –, alimentares e individuais, a gota é ocasionada pela elevação da concentração de ácido úrico (produto final do metabolismo das purinas orgânicas e alimentares) e derivados (uratos) no sangue e pelo seu depósito nas articulações e ao seu redor, na forma de cristais de monourato de sódio, que originam grumos inflamatórios, o que favorece o desenvolvimento da artrite gotosa.

A gonartrose (artrose do joelho) é um bom exemplo desse problema.
                       
O fato de uma pessoa apresentar níveis elevados de ácido úrico no sangue não implica que seja portadora de gota.

No sangue, o ácido úrico interage com o sódio, dando origem ao urato sódico.

Os cristais de monourato de sódio podem depositar-se na membrana sinovial (fina membrana que umedece, nutre e forra o interior das cápsulas das articulações móveis), nas cartilagens, nas articulações, nas estruturas periarticulares, nos ossos, nos tecidos subcutâneos, nos tendões, nos rins e em outros tecidos do corpo, causando inflamações e danos.
                     
Entre as doenças crônicas e as metabólicas, a gota é uma das mais controláveis, porém podem ocorrer crises esporádicas com intervalos agudos variáveis e imprevisíveis, principalmente, quando o problema não é tratado de forma adequada e efetiva.

Crises muito frequentes podem vir a causar lesões e alterações nos ossos e nas cartilagens das articulações.
                      
Gota é mais comum no homem

A gota é uma doença mais frequente no sexo masculino (95% dos casos) e em geral manifesta-se entre os 30 e 50 anos. 

As mulheres tornam-se mais propensas a sofrer desse mal durante a menopausa. 

É raro o diagnóstico em homens e mulheres jovens. 

Existe um ditado popular bem-humorado: “Antes dos 50 é gostoso, depois, é gotoso”.
                       
Uma pessoa pode conviver com ácido úrico elevado durante 20 a 30 anos sem que apareçam os primeiros sintomas de gota.
                       
Alterações dos níveis de ácido úrico no sangue podem causar cálculo renal (sua incidência encontra-se aumentada em pacientes com gota primária que excretem mais de 700 mg/dia de ácido úrico), gota, artrite úrica, insuficiência renal aguda e/ou crônica (cerca 90% dos portadores de gota sofrem de certo grau de disfunção renal), hipertensão arterial etc.
                       
A gota e a hiperuricemia (aumento acima do normal de ácido úrico no sangue)   encontram-se associadas a certas doenças subjacentes: obesidade, hipertensão arterial, diabetes mellitus, nefropatia, hipertiroidismo, hipercolesterolemia, hipertrigliceridemia e arteriosclerose.
                        
Na maioria das vezes, a gota manifesta-se numa crise aguda de artrite; é muito comum a primeira articulação do dedo grande do pé ser afetada (cerca de 50% dos casos), posteriormente, o tornozelo, o calcanhar e o dorso do pé. 

A região afetada torna-se tão sensível que qualquer pressão, mesmo a do vestuário e as das roupas de cama, pode tornar-se insuportável.

 Após a fase aguda, o paciente pode ficar assintomático durante semanas, meses ou até anos.
                       
A causa mais frequente é a ausência congênita de um mecanismo enzimático responsável pela excreção de ácido úrico pelos rins.

 Assim, como há uma deficiência em sua eliminação, a concentração de ácido úrico no sangue aumenta. 

Outra causa, menos comum, é um defeito enzimático que ocasiona um excesso de produção de ácido úrico. 

No último caso, os rins, mesmo funcionando adequadamente, não conseguem eliminar todo o excesso de ácido úrico que se acumula no sangue.

Alguns medicamentos alopáticos podem diminuir a excreção de ácido úrico pelos rins, como diuréticos e ácido acetilssalicílico.
                       
A crise de gota pode reaparecer por falta de medidas controladoras e preventivas, pela ingestão de alimentos ricos em purina e ácido úrico e a de bebidas alcoólicas, que muito contribui para aumentar significativamente os níveis de ácido úrico no sangue e reduzir a sua excreção, como para aumentar a produção de lactato (substância resultante da oxidação do etanol), o que sobrecarrega e prejudica a função renal. 

O álcool é um fator precipitante das crises agudas de gota, e a eliminação de seu consumo torna-se necessária.

É preciso adotar uma dieta saudável, mais alcalina e vegetariana para se evitar a concentração de compostos ácidos, pois esses contribuem para agravar a gota.

Terapêutica

Sob orientação, acompanhamento e prescrição terapêuticas, o tratamento naturopático envolve:

Repouso – das regiões afetadas, durante a fase aguda, até sua normalização.

Medidas dietéticas – O consumo abundante e regular de água, além de hidratar o organismo, torna a urina mais diluída, o que favorece a excreção de ácido úrico e reduz o risco de formação de cálculos renais. Devem ser evitados carboidratos refinados (açúcares e amidos); frituras e gorduras saturadas; carnes em geral (bovina, suína, peixes e aves); miúdos (fígado, coração, língua e rins); frutos do mar e peixes pequenos (sardinhas, arenque, anchova, mexilhão, cavalinha, camarão e ovas de peixes); queijos; ovos; chocolate; leguminosas (feijão, grão-de-bico, ervilha, lentilha, grãos integrais); tomate com sementes; caldos e ensopados (o ácido úrico é muito hidrossolúvel, quando qualquer tipo de carne é cozido em água, ele se dilui); levedura (levedura de cerveja e do pão); café e chá; alimentos com níveis moderados de proteínas: espinafre, aspargo e cogumelo.

Alimentos muito recomendados: melancia e limão. Use e abuse deles, especialmente da melancia.


Remédios botânicos – devem ser prescritos de acordo com os sintomas e sinais de cada paciente – Harpagophytum procumbens (garra-do-diabo): anti-inflamatório e analgésico, amplamente utilizado no combate da artrite, gota e reumatismo, reduz o ácido úrico; Echinodorus macrophyllus (chapéu-de-couro): anti-inflamatório, depurativo do sangue, diurético, auxilia no combate da artrite, do reumatismo, das afecções renais e das vias urinárias; Bowdichia virgilioides (batata-de-sucupira): depurativo do sangue, antigotoso e antirreumático; Banisteria argyrophilla (cipó-prata): anti-inflamatório, diurético, indicado no combate das afecções renais e do ácido úrico; Leonotis nepetaefolia (cordão-de-frade): tônico, combate dores artríticas e auxilia na eliminação do ácido úrico; Smilax japecanga (japecanga): antirreumático, depurativo e diurético; Barosma betulina (buchu): diurético, combate excesso de ácido úrico, antisséptico, tônico renal e antilítico (dissolve cálculos renais); Uncaria tomentosa (unha-de-gato): anti-inflamatório, combate artrite reumatoide, melhora as defesas imunológicas, antialérgico e cicatrizante.

Suplementação nutricional – devem ser evitadas altas doses acima de 50 mg/dia de niacina e excessos de Vitamina A, que podem agravar as crises de gota. Devem ser indicados: ácido fólico (inibe a xantina oxidase, necessária à síntese de ácido úrico); ácido pantotênico; betacaroteno; vitamina C (aumenta a excreção de ácido úrico pelos rins; evitar megadoses); vitamina E; zinco (apresenta ação antiinflamatória); Sulfato de Glucosamina (apresenta propriedades benéficas às articulações); coenzima Q10; complexo B; ômega-6 (poderoso anti-inflamatório natural do organismo); quercetina (bioflavonoide indicado no combate da gota, inibe a xantina oxidase e protege as estruturas articulares); bromelaína (enzima proteolítica com intenso poder anti-inflamatório; acredita-se que ela amplie a absorção da quercetina e de outros suplementos e remédios).

Obtenção do peso corporal ideal – 40% das pessoas que apresentam ácido úrico elevado e encontram-se acima do peso ideal só conseguem obter uma redução substancial do ácido úrico com o emagrecimento.

Eliminação dos fatores precipitantes – bebidas alcoólicas, alimentos ricos em purina e ácido úrico (carnes e proteína animal) e desidratação.

Acupuntura tradicional chinesa – para o combate da dor (por meio da liberação de endorfinas), do inchaço e da inflamação; para a melhoria da circulação sanguínea e do tchi (bioenergia) e a promoção do relaxamento muscular.

Massagens terapêuticas – com óleos vegetais medicamentados, com propriedades diuréticas, depurativas, anti-inflamatórias, antirreumáticas, que auxiliem na eliminação do ácido úrico e de toxinas.  


Texto de Gilberto Coutinho (adaptado)

Fonte: Vya Estelar


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