Março 2011 | Cura pela Natureza.com.br

Cranberry contra infecção urinária

Popular nos Estados Unidos, alimentos à base da fruta comercializados no Brasil são indicados por profissionais da saúde; suco tem reconhecimento da Sociedade Brasileira de Urologia.

Cranberry. 

Esse é o nome de uma fruta que está dando o que falar entre urologistas e outros profissionais da saúde em nosso país, desde que estudos científicos internacionais vêm provando a eficácia de suas propriedades para o combate e a prevenção de doenças.

Hoje uma dieta rica em cranberry ("oxicoco" em português) – ainda não encontrada no Brasil in natura, mas muito popular na forma de suco, geleias e outros derivados – é comumente indicada para pacientes que apresentam quadro de infecção urinária.  

“As mulheres têm períodos da vida nos quais as infecções são mais frequentes: ao sair da fralda, ao iniciar a vida sexual, ao ficar grávida e ao entrar no período pós-menopausa.

Já os homens têm mais infecções após os 50 anos, devido aos problemas de próstata.

Mas, mesmo nesta faixa etária, as mulheres ainda têm mais infecção que os homens.

Isso provavelmente se dá porque as infecções urinárias ocorrem por penetração de bactérias pela uretra e os homens, por terem uretra mais longa, são naturalmente mais protegidos”, explica o especialista.

Mas, ao que a comunidade científica indica, esse alto índice brasileiro de mulheres com infecção urinária pode estar com os dias contados com a chegada de produtos à base de cranberry ao nosso mercado, como, por exemplo, o suco da fruta da marca Juxx – primeiro a receber o reconhecimento da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), que afere sua qualidade e propriedades terapêuticas, e único que usa o concentrado da fruta importado do Chile.

A crescente popularização do cranberry por aqui como espécie de alimento funcional é uma tendência que nasceu nos Estados Unidos (de onde a fruta tem origem), quando, em 1998, pesquisadores da Rutgers University, em Nova Jersey, descobriram que uma de suas substâncias ativas é a proantocianidina (PAC) – responsável pelo mecanismo antiaderência encontrado no suco, que impede que as bactérias fiquem grudadas e se reproduzam no epitélio (revestimento mucosos) do trato urinário.

Essas informações estão disponíveis em congressos médicos e a literatura técnica recente contém dados confiáveis e livres de conflitos de interesse, que estão acessíveis à comunidade médica em todo o mundo e inclusive no Brasil.

“Tomei conhecimento da aplicação do suco há 12 anos, no Congresso Americano de Urologia. Desde então tenho acompanhado a literaturaQuando o suco de cranberry foi lançado no Brasil, passei a utilizar em algumas pacientes minhas. Basicamente, o que as pesquisas têm demonstrado é que mulheres com infecção urinária de repetição que passaram a tomar o suco regularmente têm menos repetição de infecções urinárias do que as que não tomam nada. Também há estudos que revelam que tomar o suco como prevenção da infecção urinária é igual a tomar um antibiótico no esquema de profilaxia usual (prevenção com antibióticos em dose baixa)”, explica Dr. Carlos Alberto Bezerra.

O presidente do Núcleo Brasileiro de Uroginecologia observou que aqueles pacientes que tomam o suco diminuem o número de consultas por ano no seu consultório.

Adaptado do original da Assessoria de Imprensa - V2 Comunicação

Fonte de pesquisa: Toda Fruta
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Suco de romã pode frear metástase de câncer de próstata

Componentes químicos do suco da romã também poderiam ser usados em outros tipos de câncer.

Pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, identificaram componentes no suco de romã que podem inibir os movimento de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata.

A descoberta, diz Manuela Martins-Green, uma das pesquisadoras, pode ainda ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.

Quando o câncer de próstata reaparece no paciente depois de tratamentos como cirurgia e/ou radiação, geralmente o próximo passo é a supressão do hormônio masculino testosterona, um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, pois elas precisam do hormônio para crescer.

Mas, com o tempo, o câncer desenvolve formas de resistir também a esse tratamento, se transforma em um câncer muito agressivo e sua metástase ataca a medula óssea, pulmões, nódulos linfáticos e geralmente resulta na morte do paciente.

O laboratório americano aplicou o suco de romã em células de câncer de próstata cultivadas em laboratório que já eram resistentes à testosterona – quanto mais resistente à testosterona uma célula cancerosa é, maior é a sua tendência à metástase.

Os pesquisadores então descobriram que as células tratadas com o suco de romã que não morreram com o tratamento mostraram uma maior adesão, o que significa que menos células se separavam, e também queda na movimentação dessas células.

Em seguida os pesquisadores identificaram os grupos ativos de ingrediente no suco de romã que tiveram impacto molecular na adesão das células e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase.

“Depois de identificá-los, agora podemos modificar os componentes inibidores do câncer no suco de romã para melhorar suas funções e fazer com que eles sejam mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, levando a terapias com remédios mais eficazes”, disse Manuela Martins-Green.

Outros tipos de câncer

A pesquisadora afirma que a descoberta pode ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer.

“Devido ao fato de os genes e proteínas envolvidas no movimento das células de câncer de próstata serem essencialmente os mesmos que os envolvidos no movimento de células em outros tipos de câncer, os mesmos componentes modificados do suco poderão ter um impacto muito mais amplo no tratamento do câncer”, afirmou.

Manuela Martins-Green explicou ainda que uma proteína importante produzida na medula óssea leva as células cancerosas a se mover para a medula onde elas poderão formar novos tumores.

“Mostramos que o suco de romã inibe a função dessa proteína e, assim, esse suco tem o potencial de evitar a metástase das células do câncer de próstata para a medula”, disse.

Os próximos planos da pesquisadora são fazer testes adicionais em um organismo vivo com câncer de próstata em fase de metástase para determinar se os mesmos componentes que foram eficazes nas células cultivadas em laboratório poderão evitar a metástase sem efeitos colaterais.

Data da edição: 15/12/2010
Fonte: BBC
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Bartolinite: cura natural

Bartolinite é a inflamação das glândulas de Bartolin – glândulas acessórias dos genitais externos femininos. A bartolinite faz parte do grupo das doenças sexualmente transmissíveis e pode ser causada não só por agentes causadores de DST, como gonococo e clamídia, mas também por bactérias da flora intestinal, estafilococos e estreptococos (bactérias que não são sexualmente transmissíveis).

Entre os sintomas estão dor, secreção vaginal e aumento da vulva próximo à entrada da vagina. A probabilidade de uma recuperação completa é bastante alta. Pode haver o desenvolvimento de um cisto do ducto de Bartholin se o fluido purulento do abscesso for "encarcerado" nos tecidos adjacentes. Outras complicações são raras.

Assim como qualquer doença sexualmente transmissível, a bartolinite pode ser evitada pelo uso do preservativo.

Os “banhos de assento” com água quente (35ºC) quatro vezes ao dia geralmente proporcionam algum alívio e podem ajudar a localizar a infecção e mesmo precipitar a drenagem espontânea. Contudo, nem sempre ocorre a resolução do problema, uma vez que o orifício de ruptura espontânea é muito pequeno e fecha rapidamente, pelo que a drenagem não é completa.

Se não ocorrer um tratamento imediato desta inflamação, a bartolinite pode evoluir para piora e comprometer ainda mais essa glândula.

As complicações da bartolinite são a formação de cisto, de abscesso e até de tumores, apesar de raros.


Barbatimão e aroeira: preparar chá da casca com 30 gramas de cada erva para um litro de água. Tomar quatro xícaras ao dia.

Unha-de-gato (chá ou cápsulas), em conjunto com uxi-amarelo.

Alface: bater talos de alface no liquidificador com um pouco de água, coar e tomar meio copo antes da deitar.

Pepino: Fazer compressas locais, utilizando as sementes do pepino amassadas com um pouco de água. Renovar a cada 30 minutos.

Cravo-da-índia: banho de assento ou lavagem com o chá forte e morno duas vezes ao dia, pela manhã e antes de dormir.

Fonte de consulta: Free Dicas
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Aspargos contra o câncer

O aspargo (Asparagus officinalis) é um alimento muito nutritivo e contém vitaminas do complexo B (ácido fólico), betacaroteno (provitamina A). O aspargo também é rico em sais minerais, potássio e muitos micronutrientes. Tem pouquíssimas calorias, sem gorduras e colesterol. Também é excelente fonte de glutationa, um antioxidante com forte atividade anticancerígena. Pesquisas nutricionais demonstraram que a glutationa é o agente mais eficaz de desintoxicação no corpo humano.

Uma fonte de vitamina A, B, C, cálcio e ferro, os aspargos também fornecem uma grande quantidade de fibras, com cerca de 4 gramas por xícara de vegetal. Depois do suco de laranja, ele é tido como a melhor fonte de ácido fólico, conhecido por diminuir os riscos de doenças do coração, câncer de cólon, doenças do fígado e da espinha.

Os aspargos frescos devem apresentar o talo firme e uma cor uniforme. Eles são mais bem aproveitados se comidos assim que forem comprados. Poderão ser armazenados até três dias em geladeira se forem postos em uma vasilha com seus talos submersos em um pouco de água que os cubra. Outro método de manutenção é enrolar as pontas cortadas em papel umedecido e colocar os aspargos dentro de uma vasilha fechada para ser refrigerada.

Para preparar os aspargos, lave-os em água fresca para remover a sujeira. Retire a parte mais dura do talo (de baixo), por ser muito fibroso. Os aspargos são geralmente cozidos no vapor ou fervidos em água, porém seu sabor é tão delicado que é melhor que sejam cozidos para menos do que para mais. Use-os sozinhos ou como parte de uma salada, preservados para dias de inverno, em sopas, refogados ou fritos rapidamente, em quiches e guisados. Os franceses costumam comê-los quentes com manteiga, enquanto os italianos comem-nos frios com vinagrete.

Fonte de pesquisa: Portal São Francisco
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Dieta dos franceses

Dr. Will Clower, médico neurofisiologista, desenvolveu, durante sua estada  de dois anos no Institute of Cognitive Science, em Lyon, na França, um plano de 10 etapas para nunca mais fazer dieta e, ainda assim, com saúde, como os franceses.

"Descobri que os franceses violam todas as regras alimentares que  estipulamos para nós." E, apesar de seus cremes, queijos, manteigas e pães, a taxa de obesidade na França é de apenas 11,3% da população, segundo pesquisa realizada em 2005 pela Internacional Obesity Task Force.

O programa de emagrecimento saudável é baseado em quatro grandes princípios básicos: comer alimentos de verdade, aprender a comer, reduzir a quantidade de comida e ser ativo, sem necessariamente se exercitar.

"Em uma volta pelo supermercado fiquei impressionado com os laticínios – fileiras e fileiras de queijos, uma geladeira inteira só para iogurtes e queijos frescos..." Onde estavam os produtos light?!

Segundo o médico, estamos inundados de alimentos artificiais – açúcares sintéticos, gorduras sintéticas e produtos alimentícios artificiais. Falta-nos reaprender o que é comida de verdade, já que é a ingestão dela  que  proporciona ao corpo a nutrição na forma de que ele necessita.

Clower afirma que, em vez de estimular a ingestão de novas substâncias químicas para enganar o organismo, o programa mostra por que alimentos de verdade funcionam em favor do corpo. "Temos que reaprender o que é comida de verdade. Alimentos de verdade são os produtos naturais, que podem ser encontrados em  um texto de biologia e que normalmente fazem parte da cadeia alimentar. Refrigerantes não dão em árvore, margarina é uma invenção e os corantes,  conservantes e estabilizantes que aumentam a vida do produto não foram  feitos para o nosso corpo", defende.

Em sua observação dos costumes alimentares franceses, o médico descobriu  que os franceses não comem alimentos processados, não evitam gorduras, chocolates nem carboidratos, não tomam suplementos alimentares, não se  abstêm do vinho no almoço e no jantar e não comem com pressa. Ao adotar os hábitos franceses, ele e a mulher emagreceram onze e cinco  quilos, respectivamente.

Entre outras dicas, Clower prescreve uma limpeza na despensa e na geladeira,   com o auxílio de que se deve ter em casa; fala sobre os benefícios do vinho, com moderação, é claro; da importância de se passar mais tempo à mesa, usufruindo do sabor da comida, e de como isso auxilia a  diminuir o tamanho das porções, e da necessidade de se manter ativo.

Os resultados, garante ele, surgem em seguida.

PLANO DE 10 ETAPAS PARA NUNCA MAIS FAZER DIETA

1 - Comer devagar.
Comer muito rápido faz comer mais. O estômago demora cerca de 20 minutos para mandar um sinal para o cérebro. Ao comermos devagar, o cérebro tem tempo de receber a mensagem de que seu corpo está satisfeito.

2 - Garfadas menores.
O paladar está na superfície da língua. Se a sua boca está cheia de comida, você nem sente o gosto.

3 - Concentre-se na comida.
Comer em frente à TV ou no carro faz o momento se tornar irrelevante. A falta de atenção faz com que se coma demais.

4 - Apoie o garfo no prato.
Se ainda tem comida na sua boca, coloque o garfo no prato. Não o encha novamente até que tenha engolido.

5 - Sirva a comida em pratos pequenos.
Isso resolve dois problemas de uma só vez: o de lavar a louça e o fato de você comer com os olhos.

6 - Comida sem gordura engorda.
Comidas sem gordura não satisfazem e contêm mais açúcares.

7 - Se não for comida, não coma.
Nosso corpo sabe o que é comida de verdade: carnes, frutas, verduras. Invenções como refrigerante causam problemas de saúde e de sobrepeso.

8 - Coma em etapas.
Coma a salada primeiro. Isso ajuda a ganhar tempo à mesa e previne que você coma rápido e em grande quantidade.

9 – A gordura é necessária na dieta.
Seu corpo e seu cérebro necessitam de gordura para serem saudáveis. Você come uma quantidade normal de gordura quando come alimentos de verdade, como manteiga, azeite, ovos, castanhas e queijos.

10 - Alta qualidade da comida leva a comer menos quantidade.

ALIMENTOS QUE SE DEVE TER SEMPRE EM CASA

Peixes (salmão, sardinha, atum)
Grãos (granola, aveia, arroz)
Hortaliças (feijões, cebola, batata, abóbora, tomate)
Óleos e vinagres (azeite de oliva, óleo 100% vegetal, vinagre)
Produtos de padaria (farinha, ervas, temperos, açúcar mascavo, pimenta, sal)
Lanches (frutas desidratadas, biscoitos não hidrogenados, nozes, azeitona)
Condimentos (mostarda, maionese de verdade)
Lacticínios (manteiga, queijo, ovos, leite, iogurte)
Bebidas  (café, cerveja, suco de fruta, chá, água, vinho)


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A cura do câncer – Dr. Simoncini

Este texto é parte integrante do Boletim Especial do dia 10/12/2008, que trata da técnica desenvolvida pelo Dr. Simoncini para a cura do câncer. Estas metodologias específicas que seguem foram traduzidas do site dele.



Muito importante:


1) Mesmo que os tratamentos relacionados possam ser realizados pela própria pessoa, para alguns seria ideal a supervisão de um médico.

2) Oncologia pediátrica
A terapia pode ser aplicada também em oncologia pediátrica, ministrando as doses de acordo com o peso do paciente.

3) A seguir as dosagens apropriadas a serem aplicadas com gotejador de acordo com o peso corporal.

10 kg /100 cc de bicarbonato de sódio 5%
20 kg /150 cc de bicarbonato de sódio 5%
30 kg / 250 cc de bicarbonato de sódio 5%
40 kg / 350 cc de bicarbonato de sódio 5%
50 kg / 400 cc de bicarbonato de sódio 5%
50 kg ou mais 500 cc de bicarbonato de sódio 5%

Para os outros usos (lavagem, etc.) a solução precisa ser suficientemente rica em bicarbonato de forma a ficar ligeiramente salgada (experimente-a).

Tratamento circular a 360°
É indicado quando se ministra bicarbonato de sódio em uma cavidade (útero, bexiga, parte urinária, estômago, boca, etc.).

Deitar-se na cama.
Preencher a cavidade com a solução de bicarbonato.
Posicionar dois travesseiros sob a bacia.
Rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito.

Câncer do olho. Melanoma da coroide e câncer da conjuntiva
Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em um copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Deitar-se na cama.
Com una bombinha de colírio colocar uma gota na conjuntiva a cada três minutos por três a quatro vezes.
1 vez por dia durante seis dias.
Pausar durante três dias.
Realizar o ciclo inteiro de nove dias por quatro vezes.
Efeitos colaterais: em caso de irritação, suspender o tratamento durante um dia.
Colocar duas gotas de água e sal (uma colher de café em um copo) duas vezes ao dia.

Câncer da boca
Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em um copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Deitar-se na cama.
Manter na boca a solução com bicarbonato de sódio sem engoli-la, rodando 90° a cada 15 minutos, uma hora no total.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito.
três vezes por dia, durante seis dias.
Três dias de pausa.
Realizar o ciclo inteiro de nove dias por quatro vezes.
Enxaguar sempre com bicarbonato de sódio após cada refeição.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em uma hora), seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Efeitos colaterais: em caso de queimação ou irritação, suspender durante um dia a aplicação e enxaguar com água e sal (uma colher de café em um copo) duas vezes ao dia.
Em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer do estomago e do esôfago
Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em um copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Beber toda a solução.
Deitar-se na cama. Rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito.
Fazer duas vezes ao dia antes do almoço e do jantar, por um mês.
Uma semana de repouso.
Repetir o ciclo completo duas vezes.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em uma hora), seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Efeitos colaterais: em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer da laringe
Colocar uma colher e meia de café de bicarbonato de sódio em meio litro de água morna.
Verificar se é salgada.
Colocar o meio litro de solução em inalador rápido.
Fazer uma inalação seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em uma hora), seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Portanto, seis dias de inalações e seis dias de soro, de forma alternada.
Colocar uma colher de café de bicarbonato de sódio em 1 copo de água morna.
Verificar se é salgada.
Deitar na cama
Manter na boca a solução com bicarbonato de sódio sem engoli-la, rodando 90° a cada 15 minutos, uma hora no total.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito
duas vezes por dia antes do almoço e do jantar, por 1 mês.
Efeitos colaterais: Em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer do reto
Quatro colheres de sopa de bicarbonato de sódio em dois litros de água morna.
Verificar se é salgada.
Realizar aplicação de lavagem retal (enema) lentamente, deitado na cama
Posicionar dois travesseiros sob a bacia.
Após o enema, segurando a solução no intestino, rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora.
Realizar um enema seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em uma hora), seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Portanto, seis dias enema e seis dias soro, alternados.
Efeitos colaterais: em caso de irritação, dor e leve perda de sangue, suspender por dois dias os enema e realizar um enema por dia com um litro de água mais meia colher de sal.
Em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muito líquido, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer do útero e da vagina
Oito colheres de sopa de bicarbonato de sódio em 4-5 litros de água morna.
Verificar se é salgada.
Posicionar-se na banheira como que num plano inclinado, com a bacia mais alta com relação às costas
Subministrar lentamente na vagina a solução com uma mangueirinha.
Durante a lavagem rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito
Fazer a lavagem por dois meses, iniciando a partir do término das menstruações suspendendo durante as menstruações sucessivas.
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em uma hora), seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Efeitos colaterais: em caso de irritação, dor e leve perda de sangue, suspender por dois dias as lavagens e efetuar a mesma operação utilizando cinco colheres de sal em cinco litros de água por dois dias.
Em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muitos líquidos, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer da bexiga
Com a ajuda de um enfermeiro, posicionar um cateter dentro da bexiga.
Subministrar 150-200 cc de bicarbonato de sódio 5% na bexiga.
A cada dia durante cinco dias, em seguida dia sim, dia não, por duas semanas.
4-5 dias de pausa.
Repetir o ciclo completo.
Efetuar a lavagem da bexiga lentamente, deitado na cama com dois travesseiros debaixo da bacia.
Após a lavagem rodar 90° a cada 15 minutos, tempo total uma hora.
Ou seja, assumir todas as posições: de costas, flanco esquerdo, de bruços, flanco direito, mantendo a solução na bexiga
Ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio 5% (a ser feito em uma hora), seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Efeitos colaterais: em caso de irritação, dor e leve perda de sangue, suspender por dois dias as lavagens e efetuar uma lavagem ao dia com meio litro de água mais meia colher de sal.
Em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muito líquido, mesmo que com açúcar, salgar mais os alimentos.
Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio.

Câncer de mama
Injetar com uma seringa logo acima do nódulo, seja à esquerda ou à direita, 70-100 cc de solução de bicarbonato de sódio a 5%.
Todos os dias durante seis dias.
Aplicar ampola de soro de 500 cc de bicarbonato de sódio a 5% (a ser feito em uma hora), seis dias sim e seis não em quatro ciclos.
Se o nódulo era muito grande repetir o tratamento local após dois meses.
Se estiverem presentes linfonodos axilares palpáveis, estes podem regredir após o tratamento local. Caso persistirem, também poderão ser infiltrados com a mesma metodologia usada no nódulo de mama.
Efeitos colaterais: caso durante o tratamento local apareça um estado de irritação acentuada, equimoses ou persistência de dor intensa, suspender durante um ou dois dias e em seguida voltar ao tratamento.
Em caso de sede excessiva e acentuado cansaço, beber muito líquido, mesmo que com açúcar; salgar mais os alimentos. Utilizar integradores alimentares contendo potássio e magnésio

Melanoma e câncer de pele
Utilizar um vidro de tintura de iodo a 7%.
Aplicar a tintura com um cotonete ou um palito (dependendo da dimensão do tumor) sobre a área doente 20-30-40 vezes em sessões diárias (sim, até 40 vezes ao dia).
Continuar dia após dia até se formar uma crosta.
Ao se levantarem as bordas da crosta, evitar removê-las ou produzir abrasões. Deixar que a tintura escorra debaixo da borda apoiando somente o palito em proximidade da borda.
Continuar de toda maneira a aplicar a tintura também sobre a área tratada.
Após a queda da primeira crosta, continuar o tratamento sobre a área residual até cair a terceira crosta.
Neste momento o tumor deverá ter sumido.

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Falta de exercícios físicos também pode ser um fator de risco para o glaucoma


Andar de bicicleta, caminhar, correr, nadar e se exercitar em um programa de condicionamento físico, com regularidade, são atividades que fazem cair a pressão intraocular. Entre os fatores de trisco mais comuns para o aparecimento do glaucoma estão idade, histórico familiar, pressão intraocular elevada.

Agora, um novo estudo, realizado por Paul T. Williams, da Divisão de Ciências da Vida, do Laboratório de Berkeley, na Califórnia, sugere que a falta de exercícios físicos também pode ser um risco para o desenvolvimento da doença.

Para realizar a pesquisa, Paul Williams analisou dados de 29.854 corredores, atletas do sexo masculino, sem diabetes, e chegou à conclusão de que, de maneira geral, os corredores mais rápidos apresentavam menos chances de desenvolver glaucoma. Os dados obtidos pelo pesquisador fornecem evidências preliminares de que a atividade física vigorosa pode diminuir o risco de glaucoma.

No grupo de corredores analisados por Williams foram detectados 200 corredores portadores de glaucoma. Sem surpresa, os participantes diagnosticados com glaucoma eram ligeiramente mais velhos do que o restante do grupo.

Mas muitas outras conclusões do estudo foram surpreendentes. Williams descobriu que as performances mais rápidas, com corridas de 10 km ou para distâncias maiores, refletiam uma maior baixa no risco de incidência do glaucoma.

Mesmo os corredores mais lentos já apresentavam uma significativa redução de risco de aparecimento do glaucoma. Em relação aos corredores mais lentos, Paul Williams descobriu que: o risco de glaucoma incidente diminuiu 29% nos homens que percorriam de 3,6 a 4,0 metros por segundo; havia uma diminuição no risco de aparecimento de glaucoma de 54% para aqueles que correram de 4,1 a 4,5 metros por segundo; o risco diminuiu em 51% para aqueles que correram de 4,6 a 5,0 metros por segundo.

Pesquisas anteriores à de Williams já tentaram identificar por que correr pode reduzir o risco de glaucoma. “A corrida tem se mostrado como uma aliada na diminuição da pressão intraocular, em relação à sua intensidade. A diminuição da pressão intraocular se inicia tão logo o exercício se inicia e é tanto maior quanto maior for a intensidade do exercício. Esta baixa vai permanecer por maior tempo se o exercício tiver uma duração maior. Segundo dados da Glaucoma Foundation, pacientes que se exercitam pelo menos três vezes por semana podem obter uma redução média de 20% da PIO", diz o oftalmologista Virgilio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares (IMO).

Todas as autoridades de saúde pública no mundo incentivam indivíduos sedentários a se tornarem moderadamente ativos, embora reconheçam os benefícios adicionais que podem advir com a prática de exercícios mais vigorosos. "As recomendações de saúde devem enfatizar também os benefícios de um aumento de atividade física entre as pessoas já ativas, incluindo os possíveis benefícios à saúde visual, como argumento", defende Centurion.

A aptidão física se torna ainda mais relevante para a manutenção da saúde ocular das pessoas idosas. "Os idosos tendem a ser mais sedentários. Com o processo natural de envelhecimento, as pessoas costumam ser acometidas por mais enfermidades e problemas nas articulações. A pressão ocular também aumenta. Quando recomendamos a pacientes com glaucoma fazer uma caminhada todos os dias a medida faz uma diferença enorme para o controle da pressão intraocular", explica Ricardo Giacometti Machado, que também integra o corpo clínico do IMO.

A literatura médica mostra de forma definitiva que não há dúvidas de que os exercícios aeróbicos auxiliam a baixar a pressão intraocular e ajudam a controlar o glaucoma, sem citar a melhora na qualidade de vida dos idosos. “Andar de bicicleta, caminhar, correr, nadar e se exercitar em um programa de condicionamento físico, com regularidade, são atividades que fazem cair a pressão intraocular”, destaca Machado.

“É preciso evitar exercícios ou esportes que causem impacto na cabeça e nos ombros ou que forcem o corpo a virar de cabeça para baixo. É o caso da ginástica olímpica, do mergulho, do bungee jumping e de certas posições da ioga”, diz o oftalmologista Ricardo Giacometti Machado.

Fonte de pesquisa: http://www.velhosamigos.com.br/index_nova.html
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Biosaúde: desintoxicação e energização

O biosaúde consiste em fazer processo de desintoxicação e de energização do corpo. O tratamento é à base de ervas medicinais (fitoterapia), argila (geoterapia), alimentação saudável, banhos (hidroterapia) e urinoterapia.

Esta última forma de tratar as pessoas, seja qual for a doença, inclusive aids e câncer, é uma que mais gera polêmica. “A urina energiza o corpo e é o elemento que mais contribui para os efeitos positivos”, afirma padre Renato Roque Barth.

A Associação Brasileira de Saúde Popular (Abrasp) informa em seu site (www.biosaudebrasil.org), por exemplo, que a urina é um produto do sangue, e não é um simples dejeto de substância que não necessita o nosso corpo.

Padre Renato Barth entende que os bons resultados são alcançados porque o Biosaúde trata o corpo por completo. Conforme ele, a forma ou indicação do melhor tratamento vai depender da enfermidade ou problema de cada pessoa.

Ao ser questionado sobre as promessas de tratamento pela terapia alternativa contra doenças como aids, que até hoje a medicina convencional não encontrou a cura, ele responde: “A aids não vai ser curada pela química, que baixa a defesa e provoca intoxicação profunda”.

Na consulta, o paciente é submetido ao teste bioenergético. Um profissional da equipe faz um elo usando os dedos polegar e indicador, enquanto outro da equipe também faz um anel em cada uma de suas mãos, entrelaçando nos dedos do outro. Com um arame ou metal que conduza corrente, um deles vai tocando os pontos de checagem. A mão reagirá diferentemente em cada novo toque. Se tocar um órgão sadio, o ímã será mais forte.

Fonte de consulta: Diário de Cuiabá

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Mitos e verdades sobre a soja

Mito: Culturas asiáticas consomem grandes quantidades de soja.

Verdade: O consumo médio de soja no Japão e na China é de 10 gramas (aproximadamente 2 colheres de chá) por dia. Asiáticos utilizam a soja em pequenas quantidades, como condimento, e não como substituto para a proteína animal.

Mito: A soja fornece proteína completa.

Verdade: Como todas as leguminosas, a soja é deficiente em aminoácidos sulfurosos com a metionina e a cistina. Além disso, o processamento industrial desnatura a frágil lisina.

Mito: Alimentos fermentados de soja podem fornecer a vitamina B12 para suprir as necessidades de dietas vegetarianas.

Verdade: O composto que lembra a vitamina B12 presente na soja não pode ser utilizado pelo corpo humano. De fato, alimentos provenientes da soja causam ao corpo uma necessidade maior de B12.

Mito: A fórmula nutricional para bebês feita de soja é saudável.

Verdade: Os inibidores enzimáticos da soja afetam a função pancreática. Dietas com elevado teor de tripsina, quando testadas em animais, levaram a uma paralisia do crescimento e desordens do pâncreas. Soja aumenta a necessidade de vitamina D do corpo, necessária para o fortalecimento dos ossos e para o desenvolvimento em geral. O ácido fítico também reduz a absorção do ferro e do zinco, igualmente importantes para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso. E a megadose de fitoestrogênios na fórmula infantil de soja tem sido implicada como um dos fatores da tendência do desenvolvimento sexual prematuro das meninas e do retardamento do desenvolvimento sexual dos meninos.

Mito: Derivados de soja podem ajudar a prevenir a osteoporose.

Verdade: Derivados de soja podem causar deficiências em cálcio e em vitamina D, ambos necessários para a saúde dos ossos.

Mito: Derivados de soja protegem contra diversos tipos de câncer.

Verdade: Um estudo feito pelo governo britânico relatou que não existe qualquer evidência de que a soja protege contra câncer de mama ou qualquer outro tipo de câncer. De fato, derivados de soja podem resultar num aumento do risco de câncer.

Mito: Derivados de soja protegem contra doenças de coração.

Verdade: Em algumas pessoas, o consumo de soja reduzirá o colesterol, mas não há qualquer evidência de que as doenças do coração estejam ligadas ao aumento do colesterol.

Mito: O fitoestrogênio da soja (isoflavona) é saudável.

Verdade: As isoflavonas são agentes que rompem o equilíbrio do sistema endócrino. Acrescentados na dieta, podem prevenir a ovulação e estimular o crescimento de células cancerígenas. Apenas 30 gramas (4 colheres de sopa) de soja por dia pode resultar em hipotireoidismo com sintomas de letargia, constipação, ganho de peso e fadiga.

Mito: Derivados de soja são bons para as mulheres em seus anos pós-menopausa.

Verdade: Derivados de soja podem estimular o crescimento de tumores devido ao seu teor elevado de estrogênio, além do já mencionado déficit no funcionamento da tireóide. Uma tireóide debilitada é associada com dificuldades na menopausa.

Mito: Os fitoestrogênios da soja podem melhorar a capacidade cerebral.

Verdade: Um estudo recente revelou que as mulheres com a maior quantidade de estrogênio em seu sangue apresentavam os menores níveis de função cognitiva. O consumo de tofu é relacionado com o crescimento da ocorrência da doença de Alzheimer em descendentes de japoneses.

Mito: A soja é boa para a sua vida sexual.

Verdade: Diversos estudos demonstraram que derivados da soja causam infertilidade nos animais. O consumo da soja estimula o crescimento dos cabelos em homens de meia idade, algo que indica redução nos níveis de testosterona. Donas de casa japonesas alimentam seus maridos consistentemente com tofu quando querem reduzir sua virilidade.

Mito: A soja é boa para o meio ambiente.

Verdade: A maior parte da soja cultivada hoje em dia é geneticamente modificada, o que amplia o uso de pesticidas e polui a biosfera.

Mito: O cultivo da soja é um auxílio para os países subdesenvolvidos.

Verdade: Em países de terceiro mundo, o cultivo da soja toma o lugar dos cultivos tradicionais e transfere o valor adicional do processamento da população para as corporações multinacionais.

Outros tipos de feijão também são como a soja

Não é só a soja que tem os seus inconvenientes: todos os membros da família dos feijões apresentam fatores de dificuldade para a digestão, a menos que sejam devidamente preparados.

Qualquer tipo de feijão, a menos que ainda esteja verde dentro da vagem, também apresenta inibidores enzimáticos e antinutrientes em sua composição. A Mãe Natureza designou estes antinutrientes nos feijões para impedir que brotassem e crescessem antes que estivessem no ambiente correto.

Além da questão dos inibidores e antinutrientes, o tipo de proteína que se encontra em um feijão maduro é difícil de ser quebrado pelo sistema digestivo, fato que normalmente resulta em um processo digestivo incompleto, com fermentações no tubo digestivo. Por isso é tão comum ter gases depois de comer feijão.

De fato, assim como é em relação à soja, para qualquer feijão se tornar idealmente leve e digestivo é necessário que antes este seja deixado de molho de um dia para o outro. Na manhã seguinte, os grãos devem ser lavados e deixados em repouso sobre uma peneira. Os grãozinhos inchados recebem da água a mensagem de que podem então despertar para a vida e iniciar seu processo de germinação.

No processo de germinação, a semente dormente inicia uma série de transformações que inativam os inibidores e antinutrientes e pré-digerem a proteína. O ideal é manter os feijões sempre úmidos, enxaguando-os duas vezes por dia até que estejam completamente brotados, num processo que pode levar em média 72 horas, dependendo do tipo do feijão. Os brotos são a forma mais leve de aproveitar os nutrientes deste tipo de alimento.

Alguns feijões podem ser apreciados na forma de brotos crus, como é o caso do azuki, do moyashi e das lentilhas, desde que tenham sido brotados por pelo menos 72 horas. Caso tenham sido apenas parcialmente brotados (ou seja, por menos do que 72 horas), o ideal é cozê-los lentamente para desativar o que resta de suas substâncias indesejáveis.

No caso dos outros tipos de feijões (incluindo a soja, o roxinho, o grão-de-bico e todos os demais) o processo para o aproveitamento ideal de sua nutrição é primeiro germiná-los por 48 horas para depois cozinhar. Os brotos podem então ser transformados em pasta e finalmente fermentados lentamente a partir de probióticos benéficos. Desta forma obtém-se missô, um condimento pré-digerido que é livre de qualquer tipo de inibidor enzimático ou antinutriente e ainda um suplemento de bactérias benéficas ao organismo. Sim, pode-se obter o missô de feijão azuki, lentilhas e outros feijões diversos. Esta é a forma ideal de consumo de qualquer tipo de feijão.



Os feijões mencionados acima (moyashi, azuki e lentilha) são os de digestão mais fácil e leve, portanto os mais recomendáveis para consumo frequente (desde que preparados devidamente). Feijões mais densos como o preto ou o roxinho deveriam ser deixados para ocasiões em vez de fazer parte da dieta do dia a dia. Grão-de-bico é um exemplo de um feijão bem denso, que a menos que seja preparado a contento (germinado e depois cozido) deveria ser evitado. Outros feijões de difícil digestão são o feijão branco e o feijão fava, ambos ricos em toxina hemaglutinina, assim como o são o roxinho, o jalo e diversas outras variedades, algo que inviabiliza seu consumo em estado cru.


O feijão nosso de cada dia

Culturalmente os feijões são ingredientes consagrados da culinária do Brasil e de diversas partes do mundo. O prato mais famoso da culinária brasileira é a feijoada, e o arroz com feijão é considerado a estrutura nutritiva de toda uma nação.

A pergunta que fica é: será que um ingrediente que requer tantos métodos de transformação para ser consumido sem problemas deveria ser considerado um alimento tão essencial assim? Os melhores alimentos são aqueles que a natureza fornece já prontos: folhas verdes, frutas silvestres. Estes sim devem ser consumidos com frequência abundante.

Tudo o que você pode encontrar nos feijões você também encontra em outros alimentos, sem as desvantagens e com muito mais facilidade de preparo. Ferro, magnésio, proteínas, molibdênio... Estes e outros nutrientes você encontra suficientemente nas folhas verde-escuras, sem dúvida a fonte de alimento mais abundante, rica e medicinal deste planeta. Um belo e consistente suco de folhas verdes, acompanhado de outros ricos e nobres elementos dietéticos, como a semente de linhaça, supre tudo o que você pode obter nos feijões, sem lhe deixar pesado e com o pensamento lento, muito pelo contrário.

É importante lembrar que quanto mais leve e de fácil digestão é uma refeição, melhor, mais dinâmico e capaz de realizar qualquer coisa você se sentirá nas próximas horas.

Os antigos membros da escola do sábio Pitágoras observavam a total abstenção de feijões em geral, assim como faziam com a carne, pois estes eram considerados “alimentos impuros” e de difícil digestão, responsáveis pelo embotamento do intelecto e das percepções sutis.

Para concluir, feijões, desde que preparados dentro dos critérios descritos, podem muito bem fazer parte de uma dieta leve e saudável, porém não são absolutamente necessários. Existem fontes mais leves, mais digestivas e de preparo mais simples para se obter os importantes nutrientes. Se ainda assim escolher os feijões como fonte de nutrientes, lembre-se de germiná-los por alguns dias antes de cozinhar. Faz uma enorme diferença, e você certamente terá menos gases.

Finalmente, uma das mais agradáveis formas de apreciar os feijões é ainda na vagem. Neste estado ainda se encontram livres de inibidores enzimáticos, antinutrientes ou hemaglutininas. Tudo o que requerem é um rápido cozimento no vapor.

As vagens, ou feijões imaturos, são normalmente muito menos apreciadas do que merecem. Riquíssimas em vitamina K, vitamina C, vitamina A, manganês, fibras, potássio, ácido fólico, ferro, triptofano, proteínas e até mesmo ômega 3 (algo que não se encontra no feijão maduro), as vagens não são apenas práticas, leves e nutritivas, mas também deliciosas se preparadas a contento.

Uma forma sensacional de saborear este vegetal é usá-lo como substituto para a massa de macarrão penne. Selecione vagens novas, frescas e firmes, lavando-as bem e cortando a base com o cabo. Em seguida, faça dois cortes em diagonal, cortando cada vagem num formato semelhante ao penne. Cozinhe no vapor por dez minutos, ou até que fique ao dente. Cubra com o molho de sua preferência (evite os enlatados industrializados e prefira os orgânicos, especialmente os caseiros) e saboreie esta delícia nutritiva, sem glúten e sem excesso de carboidratos.

(Fonte: Fundação Weston Price)
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