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Ozonioterapia trata com sucesso várias doenças

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A ozonioterapia utiliza o ozônio como agente terapêutico no tratamento de diversas patologias. Seu emprego melhora a circulação sanguínea, reduz o colesterol, ajuda na cicatrização de feridas, na oxidação de toxinas e no tratamento da dor crônica.

O ozônio – obtido da união de três átomos de oxigênio – é o gás que protege o planeta Terra dos raios ultravioleta emitidos pelo sol.

Ao reagir com os tecidos corporais, o ozônio forma substâncias que estimulam todo o sistema antioxidante e promovem uma grande liberação de oxigênio para as células. O gás também tem efeitos analgésico e anti-inflamatório que aceleram a cicatrização de lesões.

Na dor crônica, o ozônio é utilizado com bons resultados no tratamento de dores causadas por hérnias de disco, inflamações crônicas, neuralgias, fibromialgia, entre outras enfermidades.

Embora empregada há alguns anos, só agora a ozonioterapia vem conquistando espaço na medicina convencional. Atualmente cerca de dez mil médicos europeus utilizam esse recurso no tratamento dos pacientes. 

Diversas universidades europeias, bem como a de Cuba e a da China, começaram a investigar os efeitos do ozônio no organismo, promovendo pesquisas controladas sobre a eficácia do método.

Segundo o médico Cláudio Gimenes, a ozonioterapia diminui o tempo de tratamento de várias doenças e o uso de medicamentos, o que leva a uma redução dos efeitos colaterais e a uma maior qualidade de vida dos pacientes.

A técnica também serve para fortalecer o sistema imunológico e resguardá-lo dos efeitos nocivos provocados pelos radicais livres. Mas, conforme os estudos mais avançados, a ozonioterapia está mais relacionada à área odontológica, às doenças infecciosas, às artérias periféricas e ao tratamento de feridas.

A ozonioterapia pode ser feita de várias maneiras, incluindo a aplicação tópica de óleos ozonizados, a insuflação de gás em regiões corporais doentes e a injeção de mistura oxigênio-ozônio em pontos dolorosos.

O uso médico do ozônio remonta ao século XIX, propriamente na década de 1840. Foi o químico Werner Siemens quem descobriu os efeitos do gás, quando, em 1857, construiu o primeiro tubo de indução para a destruição de microrganismos.

Durante a Primeira Guerra Mundial, o médico alemão Christian Friedrich Schonbein difundiu o ozônio no tratamento de feridas em soldados. No entanto, devido às dificuldades técnicas e com o advento dos antibióticos, Friedrich não conseguiu difundir suas descobertas, restringindo a divulgação às comunidades médicas da Alemanha e da Áustria. Somente a partir da década de 1980 é que a técnica se expandiu e chegou a outros países.

A ozonioterapia é reconhecida pelo Ministério da Saúde de países como Alemanha, Itália e de outros 16 países. Para se ter ideia, Cuba dispõe de 39 centros clínicos de ozonioterapia, enquanto na Rússia a prática é utilizada e está disponível em todos os hospitais públicos mantidos pelo governo.

No Brasil a prática não é recente. Iniciou-se em 1975 e passou a ter mais adeptos durante a década de 1980, quando começou a atrair o interesse de algumas universidades. Embora os benefícios sejam incontestáveis, o tratamento com a ozonioterapia ainda está disponível em poucos hospitais e clínicas brasileiras, principalmente em alguns centros na Região Sudeste.

Fundada em 2006, a Associação Brasileira de Ozonioterapia* (Aboz) foi criada a partir da necessidade de legalizar a prática de forma consciente e ética. Outra meta é a informação e a capacitação, tendo como base as experiências realizadas no Brasil e no exterior.

*Site da Associação Brasileira de Ozonioterapia: www.aboz.org.br 



15 comentários:

J. Sousa e Silva disse...

Eis mais um excelente Post.
Irretocável !
Gostaria de saber a opinião da Sol sobre um dilema com que estou a ser confrontado.
Recebi um email do Dr. Frank Hernández, "Jefe del Departamento de Biomedicina do Centro de Investigaciones del Ozono" (Cuba) segundo o qual o Oleozon (óleo de girassol ozonizado) "puede curar las cândidíasis".
Entretanto, o Naturólogo Prof. Luis Garcêz (site "naturalmentebem") é de opinião que o Oleozon "pode adiar (sintomático) o problema da candidíase mas levará gradualmente a um aumento considerável da cândida".
E agora ?
Que fazer ?
Muito obrigado.

Sol Cavalcanti disse...

Olá, amigo José.
É preciso saber por que o óleo levará ao aumento considerável da cândida. Será que não é o óleo e excesso que pode matar as bactérias protetoras do organismo, fazendo a cândida se multiplicar?Como sabemos, tudo demais é prejudicial, não é mesmo?

Saúde e paz.

Virginia Brazão Gomes disse...

Antes de mais, parabéns pelo seu blog... Sempre que preciso de uma solução para um problema de ordem físico, o seu blog para mim é incontornável! Como é que posso saber mais sobre este tratamento em particular? Como posso ter acesso a este tratamento?
Obrigada!

Sol Cavalcanti disse...

Olá, Virgínia.

Veja no Google. Eu encontrei uma pessoa que faz em São Paulo, mas não conheço. O link é este:
http://cidadesaopaulo.olx.com.br/saude-ozonioterapia-cura-hepatite-com-ventosaterapia-iid-14321592

Abraço.

Vilma Galvão disse...

Olá, bom dia...
estou pesquisando sobre o assunto, pois minha mãe teve um segundo AVC e tb tem outras doenças como colesterol alto, pressao alta, sangue um pouco grosso demais,. efizema pulmonar, foi fumante durante 50 anos e parou a 3 anos...
Um médico de Ubatuba me recomendou a ozonioterapia e a ortomolecular para ajudar no tratamento dela...
Gostaria de saber se no caso da minha mãe esse tratamento vai fazer grande diferença.
Ela mora em Piracicaba, e não encontrei nenhum medico que trabalhe com esta técnica.
Vocês poderiam me ajudar??
aguardo...

auxiliadora mauricio disse...

meu nome é auxiliadora,meu emailé: auxiliadoramauricio@bol.com.br,tenho uma doença que está me deixando na cadeira de rodas,distrofia muscular progressiva formas cinturas.Gostaria de saber se esse tratamento pode me ajudar de alguma forma.sinto dores que me incomodam muito.

Diana disse...

Olá, uma otima matéria..estou fazendo um trabalho acadêmico relacionado a este assunto. Só gostaria de saber, quais são as contra-indicações desta terapia.

Lilian Wakebe disse...

Bom dia!

Sou Esteticista, docente da Faculdade SENAC em Tecnologia em Estética e Cosmética.

Ocorre que nos últimos anos vem se criando muita discussão quanto à eficácia e uso do vapor de ozônio na estética. Alguns fabricantes de equipamentos afirmam que ele não tem ação alguma sobre a pele. Isso procede? Qual seria seu benefício quando utilizado pelas profissionais da área? Ele tem ou não ação bactericida? Qto tempo de inalação desse vapor é considerável seguro?

Enfim, as dúvidas são muitas e a falta de informação também. Poderiam me ajudar?
Grata
Lilian

domingo disse...

estou com uma hernia de disco lombar, e estou querendo saber si aqui no Rio de janeiro existe o tratamento,de ozonio, sei que na Argentina ja vem atuando com muito sucesso.Obrigado

Marcelo Lourenço disse...

Sol, bom dia!!!
sou novo aqui no blog, mas assistindo uma reportagem na Globo sobre a Ozônioterapia a médica entrevistada afirmou que a terapia em si pode combater agentes virais, neste caso podemos dizer que um estudo mais aprofundados poderemos no futuro afirmar que a Ozônioterapia poderá ser usada como possivel cura da Aids, se não for pedir demais aos nossos estudiosos!!! bjos adorei o blog.

Catita disse...

Gostaria de saber onde no Rio de Janeiro, posso comprar o Oleozon, pois tenho feridas graves nas pernas a mais de 2 anos. Quem puder ajudar, agradeço. pinheiro.adg@oi.com.br

fernandes-araujo disse...

excelente postagem, queria saber mais sobr o assunto pois estou no final do curso de graduação em enfermagem e meu tema de pesquisa é sobre ozonioterapia.queria mais assuntos como faço.

mrp disse...

Por favor, alterem o texto, pois está confuso: na primeira guerra mundial, os alemães realmente utilizaram o ozônio para desinfetar feridas (referência => Stoker, George (1916). "The Surgical Uses of Ozone"). E o citado Christian Friedrich Schönbein era químico e não tem nada a ver com este fato, pois morreu em 1868 (segundo Encyclopædia Britannica). Seu nome é relacionado ao ozônio por ser ele quem o descobriu.

Bruna Aguiar disse...

Olá
Meu nome é Bruna e sou uma representante do produto Mili G , que é um ozonizador portátil, caso haja algum interesse em conhecer melhor o produto, meu e mail é brunaaguiarpereira@gmail.com. MILI G - O OZONIZADOR PORTÁTIL QUE ELIMINA 100% DAS BACTÉRIAS

Solange Lutibergue disse...

Obrigada pela informação, MRP.

Abraço.