Três receitas naturais contra herpes


O herpes é uma afecção da pele que se caracteriza por um leve ardor ou formigamento seguido por vermelhidão e edema, sintomas que duram cerca de três dias. 

Em casos mais graves, pode haver febre e dor de cabeça.

Após esta fase, nota-se o aparecimento de pequenas bolhas, na pele ou mucosas.

Depois, as bolhas se rompem liberando um líquido que


contém novos vírus.

Esta é a fase mais contagiosa.

Por fim, as bolhas secam e formam crostas que se soltam e se cicatrizam.

O contágio da doença se dá, principalmente, através do contato físico (beijo e relação sexual). 

O vírus do herpes passa, então, por um período de latência até o aparecimento de uma nova crise.

Há pessoas que têm quatro ou cinco crises anuais; outras apresentam crises frequentemente.

As formas mais comuns da doença são o herpes labial (foto) e o genital.

Existe outro tipo de herpes, conhecido popularmente de cobreiro, provocado por um vírus chamado varicela zoster. 

Este tipo de herpes é caracterizado por dor muito intensa.

Quais as causas da reativação do vírus?

A principal delas é a queda da imunidade, normalmente causada por estresse.

É por isso que é muito importante manter o corpo e a mente em equilíbrio, com boa alimentação, exercícios físicos e atitude positiva diante dos problemas da vida.

Existem três ótimos remédios naturais para proteger o corpo contra o herpes.

Um deles é a equinácea.

Ela, porém, deve ser usada como preventivo, antes das crises.

Use a tintura da equinácea, que pode ser encontrada em farmácias naturais ou de manipulação.*

Outro é o chá de calêndula.

Você ferve a água (150 mL) e acrescenta, quando levantar fervura, 2 colheres (chá) de calêndula.

Desligue o fogo e tampe a panela.

Espere o chá ficar morno, coe e molhe uma gaze ou pedaço de algodão nele e aplique sob a ferida do herpes, deixando atuar por dez minutos.

Aplique três vezes ao dia. 

O terceiro remédio natural para o herpes é o chá das folhas de cajazeira.

A cajazeira (Spondias mombin) é uma árvore muito comum no Nordeste do Brasil.

Seu fruto - o cajá - é muito apreciado e fica melhor ainda na forma de suco, picolé e sorvete.

Em 1991, pesquisadores da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, isolaram das folhas e talos da cajazeira substâncias com forte ação contra os vírus do herpes.

Mais recentemente, os mesmos pesquisadores Belgas isolaram também das folhas e talos da mesma planta ésteres cafeicos, entre os quais se destacam o éster cafêico do ácido alohidróxicítrico e o éster butirico do ácido clorogênico.

Ambos demonstraram atividade contra o herpes.

Aqui no Brasil, pesquisadores da Universidade Federal do Ceará estão desenvolvendo um fitoterápico à base de um extrato alcoólico obtido das folhas da cajazeira que vem sendo usado devido às suas propriedades antiviróticas, apresentando resultados muito significativos no combate ao vírus do herpes tipo I e II.

Para preparar o chá de cajazeira, ferva um copo d'água por cinco minutos.

Quando levantar fervura, acrescente 2 colheres de chá de folhas da cajazeira.

Tampe a panela.

Coe e aplique sobre a ferida do herpes quatro vezes por dia.

Faça o tratamento durante o tempo necessário para a cura.

* A tintura de equinácea pode ser comprada pela internet: http://www.oficinadeervas.com.br/detalhe.php?
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Pesquisa diz que azeite de oliva protege contra Alzheimer


Um estudo feito por pesquisadores da Faculdade de Farmácia  da Universidade de Louisiana mostrou que o azeite extravirgem de oliva ajuda a reduzir o risco de doença de Alzheimer. 

Trabalhos anteriores diziam que os benefícios do azeite de oliva são atribuíveis à alta concentração de gorduras monoinsaturadas, mas os pesquisadores da Universidade de Louisiana descobriram que o agente de proteção real pode ser uma substância chamada oleocantal, que ajuda a proteger as células nervosas de danos.

 O principal autor da investigação, dr. Amal Kaddoumi, e sua equipe fizeram um estudo utilizando  ratos para determinar se o oleocantal ajuda a diminuir o acúmulo de beta-amiloide no cérebro.

O pepsídeo beta-amiloide é o principal componente das placas de amiloides encontradas no cérebro das pessoas com Alzheimer.

Cientistas testaram os efeitos do oleocantal no cérebro de ratos de laboratório e encontraram um padrão consistente em que o composto aumentou a produção de duas proteínas e enzimas-chave que se acredita serem fundamentais para a remoção de beta-amiloide no cérebro. 

Os autores concluíram que o azeite de oliva extravirgem, especialmente se associado à chamada dieta do Mediterrâneo, tem o potencial de reduzir o risco da doença de Alzheimer e de outras demências neurodegenerativas.

Esta e outras pesquisas confirmam como pequenas modificações de estilo de vida, incluindo a alimentação, ajudam a prevenir doenças crônicas.

É importante notar que esse estudo utilizou o azeite de oliva prensado a frio, que é o único óleo de oliva que proporciona benefícios à saúde.

Consumir uma a duas colheres de sopa de azeite de oliva extravirgem diariamente é, portanto, um bom recurso para se proteger do mal de Alzheimer. 
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Tratamentos caseiros para azia e gastrite

A gastrite é uma inflamação da mucosa do estômago.

Seus sintomas mais comuns são a dor e a azia.

Se o doente não se cuidar, pode haver agravamento dos sintomas, inclusive com sangramento digestivo.

O bom é que existe cura para a gastrite (e para a azia, um dos seus sintomas) e ela pode ser obtida pela medicina natural.

O primeiro passo para conseguir isso é adotar uma dieta especial.

Não é recomendado o consumo de bebidas alcoólicas; café; leite e derivados; temperos, como pimenta; alimentos ácidos, como laranja e abacaxi;  alimentos ricos em fibras, como granola; frituras; chocolate e doces pastosos ou industrializados.

No lugar deles, entram os pratos de verduras e cereais cozidos, as carnes grelhadas levemente temperadas e muita fruta fresca.

Devem ser feitas refeições regulares e equilibradas.

Comer devagar e mastigando bem os alimentos.

Remédios caseiros

- Sumo de batata-inglesa

Descascar uma batata-inglesa, ralar e depois espremer até sair o leite.

Tomar uma colher em jejum ou trinta minutos antes das refeições.

Esse sumo também pode ser consumido quando a pessoa sentir os incômodos da gastrite, pois alivia imediatamente os sintomas.

Para azia: tomar durante uma semana.

Para gastrite: tomar durante duas semanas.

Para úlcera: tomar durante um mês.

- Suco de couve

Ingredientes:

Couve

Água

Açúcar mascavo

Modo de preparo:

Liquidifique a couve com a quantidade de água que você quiser, coe o suco em uma jarra, adoce e beba em seguida.

Beba esse suco em jejum ou meia hora antes das refeições.

- Chá de espinheira-santa

Ingredientes:

1 colher de sobremesa de folhas secas de espinheira-santa

1 xícara chá de água

Modo de preparo:

Ferva a água e despeje-a sobre as folhas de espinheira-santa rasgadas em pedaços pequenos. 

Abafe a mistura e deixe descansar por alguns minutos.

Depois que amornar, coe o chá e tome em seguida.

Tome uma xícara antes das refeições principais para proteger o aparelho digestivo e evitar a acidez estomacal.

Cuidados

Grávidas devem evitar tomar o chá de espinheira-santa, pois ele provoca contrações no útero, o que pode levar ao aborto.

Cardápio para quem sofre de gastrite

Café da manhã:

- 1 copo de suco – 1 maçã batida com 1 folha de couve + folhinhas de hortelã + 1 pedaço pequeno de gengibre + água + 1 colher de sopa de linhaça dourada (bata tudo no liquidificador)

- 2 fatias de pão integral com pasta de tofu

Lanche da manhã:

- 1 xícara de chá de hortelã

- Meio mamão-papaia com 1 colher de farelo de aveia

Almoço:

- Salada crua à vontade priorizando vegetais verde-escuros

- 1 colher de azeite de oliva extravirgem para temperar

- 2 colheres de sopa de brócolis cozidos

- 3 colheres de sopa de arroz integral

- 1 posta de peixe grelhado ou assado no forno

Lanche da tarde:

- 1 xícara de chá de alecrim

- 2 torradas integrais com de tahine (pasta de gergelim) e geleia de frutas sem açúcar.

Jantar:

- Sopa de legumes com um ovo cozido

Antes de dormir:

- Uma maçã sem casca.
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Bredo é bom para anemia, osteoporose, estômago e prisão de ventre


O bredo é um produto típico da Semana Santa, principalmente no Nordeste do Brasil.

Essa planta é uma erva daninha que costuma crescer em solos férteis de forma espontânea.

Ela é nativa da América e passou a fazer parte das gastronomia regional brasileira graças aos escravos africanos.

Foram eles que desenvolveram pratos à base de bredo, mostrando que a planta não era apenas uma erva daninha.

Na época da Quaresma, especialmente na Sexta-Feira da Paixão, o bredo é elevado à condição de verdura e compõe o almoço dessa data.

Isso é mais comum nos estados do Nordeste, em cujos campos o bredo prolifera em abundância no período pascal.

Em termos nutricionais, essa planta se destaca pela presença de cálcio, ferro, potássio e das vitaminas A, B1 e B2.

Por essa composição, o bredo é bom para a visão, para o tratamento da osteoporose, da anemia, para estimular a imunidade e o metabolismo.

Ele ainda é indicado para tratar inflamações da bexiga, as doenças do estômago e a prisão do ventre.

Com todas essas virtudes, é de se lamentar que o bredo só seja consumido durante a Semana Santa.

A receita mais comum com essa verdura é o "bredo de coco".

Nós vamos ensinar essa receita, mas com uma variação: no lugar do leite de coco, vamos usar o óleo de coco, por ser mais saudável.

E, se você não tiver o óleo de coco, use o leite dessa fruta (1 xícara de chá), apesar de o prato ficar mais gorduroso.

Ou mesmo não use nada de coco, apenas o azeite de oliva.

Vamos à receita

INGREDIENTES

4 maços/molhos de bredo

2 xícaras (chá) de água

2 colheres (sopa) de azeite

2 dentes de alhos amassados

1 cebola picada

Meia xícara (chá) de coentro picado

2 tomates picados

Sal a gosto

1 colher (sopa) de óleo de coco

Pimenta a gosto 

MODO DE PREPARO

Separe as folhas do bredo, lave bem e escalde para tirar o visgo.

Escorra e separe.

Leve uma panela ao fogo com água, o azeite, o alho, a cebola, o coentro e o tomate.

Adicione sal.

Cozinhe por 15 minutos e acrescente o bredo.

Coloque o óleo de coco.

Deixe cozinhar por 10 minutos.

Sirva ainda quente, não espere esfriar.
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Consumo de kiwi melhora síndrome do intestino irritável


A fruta kiwi por dia é ótima para quem tem a síndrome do intestino irritável.


Isso porque pesquisadores constataram que o consumo de dois kiwis por dia, durante um mês, reduziu significativamente o tempo de trânsito do cólon, aumentou a frequência de defecação e melhorou a função intestinal naqueles que têm SII.*


A síndrome do intestino irritável (ou síndrome do cólon irritável) é uma desordem gastrintestinal muito comum que afeta sobretudo as mulheres.

Pode ter diversas causas: estresse, dieta inadequada, alergia e intolerâncias alimentares, supercrescimento bacteriano, fúngico e parasitário, produção enzimática insuficiente, intolerância à lactose e irregularidades na secreção de hormônios intestinais responsáveis pela motilidade.

Essa disfunção provoca contrações musculares e movimentos intestinais irregulares, trazendo como conseqüência o acúmulo de muco e de toxinas nos intestinos.

O organismo perde a capacidade de absorver os nutrientes, principalmente os aminoácidos.

SINTOMAS MAIS COMUNS

Dor e distensão abdominal constante.

Urgência para evacuar com posterior alívio da dor.

Sensação de evacuação incompleta.

Alternância entre diarreia e constipação.

Gases, náuseas, azia e excreção excessiva de muco.

Ansiedade ou depressão, dor de cabeça, anorexia e fadiga.

Intolerância a dissacarídeos (sacarose, maltose, lactose, manitol, sorbitol, lactose e frutose).

DEVE-SE EVITAR

Alimentos como leite e derivados, grãos (sobretudo trigo e milho), café, alguns chás, frutas cítricas e chocolate devem ser eliminados temporariamente do cardápio, bem como alimentos gordurosos, refeições com grande conteúdo de lipídios e consumo de álcool.

TRATAMENTO NATURAL

O tratamento natural da síndrome do intestino irritável consiste basicamente em fortalecer o organismo com:

Probióticos.

Dieta rica em fibras (frutas [kiwi, especialmente], hortaliças, cereais integrais e farelo de arroz).

Glutamina (adicionar a sucos ou tomar em jejum).

Ácidos graxos essenciais ômega 3 e ômega 6.

Chá de camomila, melissa, valeriana, alecrim, tanchagem e gengibre. Usar as ervas puras ou combinadas.

Alfafa.

Aloe vera (babosa) – veja a receita neste blog.

Alho.

Suplementação de vitaminas e minerais, sobretudo cálcio e magnésio.

Técnicas de relaxamento, ioga, caminhada.

Modificação do estilo de vida e redução do estresse.

*Assista AQUI vídeo (em inglês) sobre pesquisas que mostram o kiwi como alimento benéfico para pacientes com SII.
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Chocolate: quanto mais amargo, melhor


Está liberado o chocolate!

Mas vá com calma: chocolate bom é o amargo e de forma moderada.

Porque na verdade o que é bom é o cacau, presente em maior concentração na versão amarga do chocolate.


O cacau tem altíssima quantidade de certos antioxidantes, como as catequinas.

São elas que agem nas artérias promovendo a queda da pressão.

Esses compostos elevam a produção de óxido nítrico, um vasodilatador natural.

O endotélio, a camada interna das artérias, fica mais flexível. Assim, o sangue passa por ali gerando menos pressão.

O cacau também impede a oxidação do LDL, o colesterol ruim.

Uma pesquisa japonesa publicada no periódico americano Nutrition investigou o papel da procianidina, outro componente do cacau, no controle do diabete tipo 2.

Roedores obesos e diabéticos consumiram uma bebida à base de cacau.

Passado um tempo, os níveis de açúcar no sangue dos bichos caíram. Segundo os pesquisadores, isso pode ter ocorrido porque as tais procianidinas melhorariam a eficiência da insulina, o hormônio que bota a glicose dentro das células.

Na Espanha, uma pesquisa realizada na Universidade de Barcelona também focou sua mira nos flavonoides do cacau, mas desta vez com o objetivo de avaliar sua ação no sistema imune de ratos jovens, principalmente em células do batalhão das defesas, como os linfócitos e os macrófagos.

Os animais receberam uma dieta enriquecida com o alimento durante três semanas.

Depois os especialistas chegaram à conclusão de que houve um aumento na atividade de certas áreas envolvidas com a imunidade.

Isso se verificou com maior intensidade no timo, órgão situado no tórax e responsável pela maturação dos linfócitos T, nossos guardiões contra vírus e bactérias.

A pesquisa também descobriu que o cacau protege os neurônios dos efeitos dos radicais livres.

Além de não deixar o organismo fraco e vulnerável, o alimento mantém o humor em alta.

Ele possui duas substâncias, N-oleoletanolamina e N-linoleoiletanolamina, que estabilizam as anandamidas, que dão uma sensação de euforia.

Sem falar na fenilalanina e na tirosina, dois aminoácidos que são precursores da noradrenalina e da dopamina, outra dobradinha envolvida no estado de felicidade natural.

Procure consumir cacau na forma natural.

Ou consuma chocolate amargo com alta concentração de cacau (70% ou mais).
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7 alimentos vermelhos que protegem o coração

A dieta é muito importante para um coração saudável.

Claro que existem os fatores genéticos.

Mas até esses fatores podem ser enfraquecidos graças ao que você come.

Cuidar bem do coração, com exercícios e alimentos saudáveis, é a melhor estratégia para ficar longe de um infarto ou outra doença cardiovascular.


Os alimentos que têm a cor vermelha são importantíssimos para a saúde não só do corpo mas também - e principalmente - do coração.

Selecionamos 7 alimentos cujo consumo regular forma uma poderosa proteção contra doenças cardíacas.

Verdade que nem todos esses alimentos são rigorosamente vermelhos.

Alguns são roxos.

Mas todos têm uma composição de nutrientes e de substâncias antioxidantes que atuam como agentes antidoenças do coração.

1. Beterraba

Existem estudos que mostram que o suco de beterraba tem a capacidade de baixar a pressão alta.  Este legume está cheio de fitonutrientes e antioxidantes excelentes para todo o corpo.

A beterraba também é anti-inflamatória e tem propriedades anticâncer.

2. Maçã vermelha

Dizem que comer uma maçã por dia mantém o médico longe.

E isso é verdade, especialmente no que diz respeito a problemas cardíacos.

Segundo estudo realizado em 2011 pelo Departamento de Nutrição, Alimentos e Exercício da Florida State University,  comer algumas maçãs por dia reduz os níveis de colesterol e de dois outros indicadores associados às placas e inflamação nas paredes das artérias.

As maçãs são ricas em pectina, uma fibra solúvel que bloqueia a absorção de colesterol no intestino e estimula o corpo a consumir a substância gordurosa e não armazená-la.

A casca da maçã é cheia de polifenóis, antioxidantes que impedem os danos celulares causados ​​por radicais livres.

3. Repolho roxo

Este vegetal crucífero está cheio de antocianinas (antioxidantes ) e vitamina C, que, de acordo com um estudo recente, pode ajudar as pessoas com insuficiência cardíaca a viver mais.

Além disso, comer repolho roxo reduz os níveis de colesterol.

4. Cereja

O vermelho intenso que você vê nas cerejas indica a presença de antioxidantes chamados antocianinas, que, além vários benefícios anti-inflamatórios e cardiovasculares, reduzem a fadiga muscular.

5. Cebola roxa

As cebolas roxas contêm flavonoides (encontrados principalmente nas camadas mais externas) que ajudam a prevenir ataques cardíacos.

Nelas também existem compostos de enxofre anticoagulantes, que aumentam as defesas do nosso corpo e, possivelmente, evitam que as plaquetas se aglomerem .

Segundo estudos, esses compostos de enxofre podem também ajudar a diminuir os níveis de triglicérides no sangue e a melhorar o desempenho das células vermelhas do sangue.

6. Pimenta vermelha

Trata-se de um forte vasodilatador, o que é ótimo para o coração e todo o sistema circulatório.

A pimenta vermelha ainda oferece uma boa dose de vitaminas A, C, E e B6.

Ela também contém substâncias fitoquímicas, como betacaroteno e betacriptoxantina, que protegem contra o câncer de pulmão, e licopeno, que protege contra o câncer de próstata.

7. Tomate

O principal ingrediente do  tomate é o licopeno, um fitonutriente que dá a cor vermelha a esse fruto.

No tomate também há uma boa quantidade de potássio e vitamina C.

Um estudo recente mostrou que mulheres que comem alimentos à base de tomate (molhos, saladas) desfrutam de uma melhor proteção contra doenças cardíacas.
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Tintura de alho é ótimo remédio caseiro para gripe, colesterol e hipertensão


O alho é um potente antibiótico natural.

Ele combate vírus e bactérias, com ação comprovada por experimentos em laboratório.

O ruim do alho é que ele deixa um hálito muito desagradável.

A tintura dele, porém, não tem esse inconveniente.

Você pode usá-la sem receio, pois ela não deixa na boca nenhum gosto ou cheiro.

Ela pode ser usada externamente para o tratamento de infecções de fungos na pele (frieira, pé de atleta), feridas e verrugas. 

Também pode ser usada internamente, via oral, como um remédio para vírus, bactérias, vermes,  gripe, doenças respiratórias, hipertensão arterial, colesterol, resfriados,  problemas renais, problemas da bexiga ou dores de ouvido. 

Adultos podem tomar até 5 gotas 4 vezes por dia.

Crianças, a partir dos 3 anos, podem tomar 2 gotas de 2 a 3 vezes por dia.

É muito simples fazer a tintura.

Você vai precisar de 1 jarra, 1 frasco de vidro grande, vodca ou vinagre e alho.

O passo a passo da receita é o seguinte:

1. Pique o alho

O alho deve ser picado finamente. Para fazer, isso use um moedor de alimentos, processador de alimentos ou pilão.

2. Faça a extração de alho 

Coloque uma boa quantidade de alho picado numa jarra de vidro. Coloque o dobro de vodca ou vinagre na jarra.

Por exemplo, se você usou 1 xícara de alho, ponha 2 xícaras de vodca ou vinagre.

3. Processando a tintura de alho

Feche firmemente a tampa da jarra e agite o conteúdo. Deixe a tintura de alho descansar na jarra por 2 semanas. Agite a tintura diariamente. É bom rotular o frasco escrevendo “tintura de alho” e adicionando a data de preparação, para que você saiba que se passaram as 2 semanas.

4. Finalizando a preparação

Após 2 semanas, separar o alho do líquido. Você pode fazer isso usando uma peneira, coador ou pano de queijo.

5. Armazenando a tintura de alho

Coloque a tintura de alho em frasco de vidro escuro com um conta-gotas. Rotulá-lo escrevendo “tintura de alho” e  a data de preparação.

Ela dura  vários anos quando armazenada em local fresco e escuro. 
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Receita caseira para combater estrias: creme de babosa e azeite de oliva


Você possivelmente já ouviu dizer que estria não tem cura.

E também possivelmente já ouviu falar do poder medicinal da babosa.

E, para que você entenda e confie na receita que vamos ensinar, vamos de novo falar das virtudes da babosa.

A babosa, também conhecida como aloe vera, é rica em nutrientes, como lignina, saponinas, minerais, cálcio, potássio, magnésio, zinco, sódio, cromo, cobre, cloro, ferro, manganês, betacaroteno (pró-vitamina A), vitaminas B6 (piridoxina), B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3, E (alfa tocoferol), C (ácido ascórbico), ácido fólico e colina.

Essa riqueza de nutrientes é o que confere à babosa um enorme poder de cura, inclusive em doenças como câncer.

Graças a todas essas virtudes, não é de se estranhar que a babosa é o ingrediente-chave de um excelente  remédio caseiro para estrias.

O outro ingrediente da receita é o azeite de oliva, que, graças ao ácido oleico, tem grande poder de hidratação.

Além disso, o ácido oleico forma uma espécie de filme sobre a epiderme, reduzindo a perda de água, sem dar sensação de oleosidade.

Como é rico em substâncias antioxidantes, como a vitamina E, o azeite de oliva, além de nutrir a pele ressecada, ajuda a minimizar a ação dos radicais livres, moléculas responsáveis pelo envelhecimento precoce.

Em resumo, o creme de babosa e azeite de oliva - cuja receita está logo a seguir - contém substâncias antioxidantes e outras que hidratam profundamente a pele.

E é um remédio caseiro que pode ser usado tanto no tratamento como na prevenção das estrias.

INGREDIENTES

2 colheres (chá) de azeite de oliva

1 folha de babosa

MODO DE PREPARO

Limpe bem a folha de babosa e retire a polpa (baba) dela.

Coloque em um recipiente, adicione o azeite de oliva e misture bem. 

Mantenha o creme em um pote bem fechado e conserve-o na geladeira. 

Este creme pode ser aplicado nas pernas, glúteos, mamas e barriga e deve ser usado duas vezes por dia, com persistência, até que se alcance o resultado esperado.

Entenda que é difícil a eliminação das estrias.

Por isso é preciso persistir e ter paciência.
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Suco de camomila, erva-cidreira e maracujá é boa opção de calmante natural



Este é um calmante natural muito reforçado.

Ele é composto de três ingredientes que têm comprovada ação relaxante, antiansiedade e antiestresse.

A camomila, a erva-cidreira e o maracujá, quando consumidos isoladamente, já atuam muito bem em casos de tensão nervosa, ansiedade, insônia, irritabilidade, enxaqueca e vertigens.
 
A combinação deles neste suco intensifica ainda mais a ação deles.

 Por isso, trata-se de uma receita caseira perfeita para quem busca um calmante natural mais forte e não quer usar as drogas vendidas em farmácias.

Comece consumindo um copo deste suco calmante.

Se quiser reforçar, tome dois copos, pela manhã e à noite.

Vamos agora à receita.

INGREDIENTES

1 xícara de água

1 colher (sobremesa) de camomila

1 colher (sobremesa) de erva-cidreira

Polpa de 1 maracujá

Gelo a gosto

MODO DE FAZER

Ponha a água para ferver.

Quando levantar fervura, desligue o fogo e jogue a camomila e a erva-cidreira na água.

Tampe a panela.

Deixe descansar por cinco minutos e coe.

Espere esfriar.

Depois, bate muito bem esse chá no liquidificador com a polpa de maracujá e o gelo.

Coe e beba na hora.

O efeito calmante desse suco, na maioria das pessoas, é percebido alguns minutos depois.

Vale muito a pena consumi-lo, pois ele é uma excelente alternativa aos calmantes que viciam e causam dependência. 


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Benefícios do chá de alecrim


Você bebe regularmente chá de alecrim?

Se a resposta for “não”, você está perdendo muito. Esse delicioso chá pode ser feito puro ou misturado a outras ervas.

Para fazê-lo é simples: uma colher de chá rasa para uma xícara de água ou uma colher de sopa para um litro.


Ferva a água, apague o fogo e jogue a erva lavada dentro.

Quando amornar, o  chá está pronto para beber.

Tome pelo menos uma xícara ao dia.

Pode ser à noite, antes de dormir.

Tome puro, sem mel nem açúcar. 

Veja alguns benefícios do chá de alecrim:

- Ajuda a recompor o sistema nervoso após uma longa atividade intelectual.

- Ajuda o corpo a assimilar o açúcar, por isso é ótimo para diabéticos.

- É digestivo e sudorífero.

- É excelente contra anemia, menstruação insuficiente e problemas de irrigação sanguínea.

- É excelente contra resfriado e bronquite.

- É indicado para tendinite e dores musculares.

- É indicado para problemas no coração, como arritmia cardíaca.

- É ótimo contra cansaço mental e estafa.

- É ótimo contra perda de memória e aumenta a capacidade de aprendizado.

- É ótimo para a saúde da pele e contra lesões e queimaduras.

- É útil contra queda de cabelo e caspa. Nesses casos, pode-se beber o chá e enxaguar o cabelo com ele.

- Estimula o metabolismo, agindo no fígado e melhorando a irrigação dos órgãos.
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Trocar o pão pela tapioca ajuda a emagrecer


Se você está na luta para perder peso e tem dificuldades em cortar o pão da sua dieta, saiba que você pode contar com uma grande aliada: a tapioca.

Para quem ainda não a conhece, a tapioca é um tipo de panqueca fina tradicional nas regiões Norte e Nordeste, de origem indígena.

Ela é preparada com a fécula de mandioca, também conhecida como goma, que quando espalhada numa frigideira aquecida se coagula e forma um crepe seco.

As possibilidades de recheios são diversas, mas as mais tradicionais são o coco, a manteiga e o queijo coalho. 

A substituição do pão tradicional pela tapioca traz diversas vantagens para sua saúde e até a mídia já está com os olhos fixos em seus benefícios.

Veja alguns:

- A tapioca oferece quase a metade das 135 calorias do pão branco.

 - Não contém glutén – uma das substâncias que colaboram para o acúmulo de gordura abdominal.

- Tem menor teor de sódio do que alimentos industrializados, como os pães e os biscoitos.

- É livre de gorduras e açúcar, já que seu preparo envolve praticamente só farinha e água.

Outro ponto positivo para a tapioca é sua facilidade de preparo e versatilidade culinária.

Você pode escolher recheios leves de acordo com seu plano alimentar.

No café da manhã, você pode utilizar requeijão ou margarina light, queijo branco, geleias diet e frutas picadas.

A tapioca pode ser uma refeição completa se você prepará-la como base para uma pizza de baixa caloria com cubos de peito de peru, queijo cottage e orégano, ou um beirute de frango grelhado com mussarela light, tomate e folhas verdes.

Ela é ideal para sobremesas também, com recheios de geleia, doces light ou sorvete caseiro detox (se você não tem uma máquina de sorvetes ainda, existem alguns modelos, como por exemplo este da Cuisinart)

E como não existe perda de peso sem atividade física, a tapioca é uma excelente opção de refeição pré ou pós-exercícios.

Ela libera ou repõe energia rapidamente para o organismo, ideal para quem vai and
ar de bike, correr, nadar ou caminhar.

Vamos a uma receita rápida para o café da manhã?

Tapioca com queijo branco e ervas

INGREDIENTES

2 xícaras (chá) de polvilho doce

Meia xícara (chá) de água

2 fatias de queijo branco

1 colher (sopa) de azeite

Ervas da sua escolha a gosto

Modo de preparo

Em uma tigela, coloque o polvilho e umedeça com a água, misturando até ficar com consistência de farinha granulada e úmida.

Passe por uma peneira e reserve.

Aqueça uma frigideira e coloque o polvilho cobrindo todos os espaços da frigideira até formar uma camada uniforme e não muito grossa de beiju.

Aguarde a massa ficar unida vire, para que asse do outro lado. Coloque o azeite, o queijo branco e as ervas, dobre o beiju ao meio e faça uma leve pressão.

Aguarde até o queijo derreter suavemente e sirva. 

O azeite é um ótimo substituto para a manteiga ou margarina, pois tem menos calorias e ajuda na aceleração do metabolismo.

Aproveite os benefícios da tapioca e, é claro, consuma com atenção. 

*Toda dieta deve ter acompanhamento médico. 
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